Índice de Capítulo

    Vou começar a reescrever a história do Kley, algumas coisas mudaram na estrutura e composição de poderes e regras na obra. Então, coisas mudaram.

    — Ano 2.527 —

    Nascido do mais pútrido lugar, dado à luz bem em cima de uma velha e empoeirada cama, com um teto quase desmoronando, podre e feito de madeira. Kley nasceu de uma mãe que fez tudo ao seu alcance para criá-lo.

    Após o nascimento de uma criança quase indesejada, 7 anos se passaram. 

    ☾︎ ≫ ──── ≪ • ◦ ✞︎ ◦ • ≫ ──── ≪ ☽︎

    Voltando da escola sozinho, um garoto de cabelos negros e olhos vermelhos segurou um grande guarda-chuva negro. 

    Passeando por uma cidade cinza, quase sem vida, aquele menino tinha um passatempo que fazia aquela cidade sem vida ganhar cor…

    Parado ao lado de uma loja, ele olhou um pequeno relógio de bolso que podia ser aberto, apontando aproximadamente às onze e meia da manhã. 

    Do barulho inquieto de uma cidade, um homem desceu do céu e parou bem ao centro de uma encruzilhada de asfalto.

    Levando suas mãos até a cintura, um sorriso magnífico estampava o rosto daquele ser que, dando um passo para frente, gritou com todas as suas forças:

    — Bom dia cidade linda a qual eu cuido!!! Estou aqui para falar-lhes que em mais um dia belo! Estou aqui! Não só para protegê-los, mas para dá-los um belo dia!!!!

    Vendo-o, Kley sorriu suavemente, guardando o relógio em seu bolso, voltou a caminhar para sua casa.

    Entretanto, algo interveio o caminho daquele menino. Um certo grupo de adolescentes barraram durante sua volta cotidiana.

    Da mesma calçada, o líder deles botou a mão no peito do vampiro, enquanto os outros consigo cercaram-no.

    — Ei! Aonde pensa que está indo?! — gritou empurrando-no — Não acha que deveria pagar a mensalidade da calçada, vampiroca?

    Tapado por seu guarda-chuva, o garoto sequer o olhou em seus olhos e o respondeu: — A calçada não tem mensalidade.

    Levantando suas sobrancelhas, o líder franziu sua testa e deu outro leve empurrão nele. — Hã? Ouviram só, pessoal?! Acho que alguém não percebeu que é a gente quem manda aqui!

    Mesmo recebendo o empurrão, Kley rapidamente se recompôs, se mantendo de pé e cobrindo seu rosto com seu guarda chuva

    Ao ouvirem seu chefe, os garotos começaram a dar leves risadas.

    Já sem paciência, o menino empurrou rapidamente o valentão e continuou andando, mas antes dele conseguir passar, outro dos garotos botou seu pé para que tropeçasse…

    Ao cair de Kley ao chão, todos riram ainda mais.

    Se queimando por derrubar seu guarda-chuva, ele correu para pegá-lo, mas antes que pudesse, o chefe deles pegou-o e esticou a mão para cima, para que não pudesse o pegar.

    Rindo, o valentão debochou: — O que foi vampiroca? Pensei que vampiros fossem altos?! 

    Cobrindo seus olhos com seu braço, o garoto rapidamente moveu sua mão como se estivesse agarrando algo, assim, uma mão vinda de sua sombra pegou seu guarda-chuva de volta a força e o cobriu.

    Assustados, o grupo de valentões entrou choque e se afastaram com seu líder dizendo:

    — O-o que é isso?! Um usuário do manastral?!

    Fazendo um sinal de mão, Kley lentamente começou a se curar e gritou: — Saiam daqui!

    O grupo de adolescentes então correram enquanto diziam: “Aberração!”. Ignorando-os, o menino continuou seu caminho e, assim, entrou em um gélido beco.

    Em meio a sangue e o fedor que ali se prendia, uma porta o aguardou. Ele então esticou sua mão e girou a maçaneta.

    Após entrar, ele olhou pelo corredor e gritou:

    — Mãe! Cheguei!

    — O almoço tá pronto.

    Ela não gritou.

    Fechando seu guarda-chuva e pendurando-o em um pequeno suporte ali na entrada, o garoto caminhou por um minúsculo corredor e chegou na sala.

    Vendo sua mãe deitada no sofá, ele acenou com a cabeça.

    Breve, o menino foi para a cozinha ligada à sala e pegou um prato de vidro.

    Ele foi até um fogão de lenha, tirou uma das panelas com uma mão sombria, abriu a tampa e revelou o seu almoço e janta: um pouco de arroz temperado.

    Olhando em volta, os utensílios, o armário e o fogão, ele sorriu.

    Então arrumou seu prato e guardou a panela. Voltando para a sala, ele se sentou no chão e escorou suas costas no sofá.

    — Mãe, você almoçou?

    — Não, eu não estou com tanta fome, pode comer tudo se quiser.

    Juntando suas sobrancelhas, ele se virou levemente, imóvel, encarou-a fixamente. — Você precisa almoçar, ouviu? 

    — Não, tudo bem… — Ela balançou sua mão — eu realmente não estou com fome.

    「✞︎」

    Após o almoço, Kley lavou a louça quando voltou até a cozinha.

    Tendo um breve momento para pensar só, ele olhou para a água escorrendo e suspirou.

    De repente, mãos tocaram o topo da cabeça dele, assustado sem ter percebido sua presença, ele olhou para trás e notou:

    Era sua mãe.

    — Está tudo bem, deixa que eu lavo.

    Ela ordenou.

    Assim que veio, ela o ergueu pela cabeça mesmo e tirou-o da frente da louça, então continuou de serviço.

    Quieto, ele não reagiu e aceitou. Indo para sala, ele encarou as cortinas de uma janela que não existia, mas ignorou e se jogou no sofá. 

    — Mør~

    ☾︎ ≫ ──── ≪ • ◦ ✞︎ ◦ • ≫ ──── ≪ ☽

    A tarde passou com um sopro… e nela, Kley procurou algo para fazer, mas quando achou e tentou ajudar em casa, sua mãe veio, tirou ele do caminho e fez no seu lugar…

    Sem saber como ajudá-la, ele ficou sentado no sofá encarando o teto, entediado.

    No entanto, a mulher percebeu.

    Quando o escurecer chegou, ela observou-no e deu um sorriso alegre.

     — Eu vou trabalhar, tudo bem? 

    Quando ouviu sua voz, o garoto se levantou ali mesmo e correu para a abraçar.

    — Não vai!… — reclamou — quem vai me entreter?!

    Com um sorriso no rosto, a mulher de cabelo lilás tão escuro tocou e acariciou o topo da cabeça dele.

    — Eu até ficaria… mas eu não posso. Prometo fazer algo pro seu tédio viajar, vooh! Vooh!

    Ela agarrou-o em seu colo e girou.

    — A-ah! — ele gritou — Não vale!

    Soltando-o em pé, ela observou-no.

    Completamente tonto, o garoto caiu no sofá enquanto ela saia de casa rindo.

    De volta a olhar para o teto, Kley cerrou suas pálpebras… “Aquelas velhas… eu não consigo tirar aquilo da cabeça… mãe… você realmente faria isso?”.

    ☾︎ ≫ ──── ≪ • ◦ ✞︎ ◦ • ≫ ──── ≪ ☽

    As nuvens de Calisto carregavam uma aura tão divina quanto qualquer uma. Com um brilho adjacente, o sol raiou com todo o seu resplendor.

    Naquela fria e tão linda manhã, uma voz gritou pelo seu nome:

    — Kley! Você dormiu no sofá de novo? Acorda! Você precisa ir para a escola!

    Conforme seus olhos tentavam se erguer, o garoto viu o rosto embaçado de sua mãe.

    Franzindo suas sobrancelhas, ele tentou enxergar, mas não havia tempo pra isso.

    Se bagunçando um pouco, ele arregalou seus olhos e tentou enganá-la com sua fofura:

    — Só… só mais cinco minutinhos. 

    — Quê cinco minutos, o quê?! — Ela deu um tapa na cara dele — Já são 6:22!

    Vendo que sua tentativa falhou miseravelmente, o garoto não viu outra escolha…

    Se jogando do sofá, ele se arrastou até o banheiro, tentando fugir daquilo.

    「✞︎」

    Já vestido, o menino pegou sua torrada, colocou seu guarda chuva debaixo do braço e saiu pela porta de casa o mais rápido possível.

    Atrasado, ele abriu seu guarda chuva, correu pela rua, passou pelos semáforos e durante seu trajeto, acabou batendo de frente com alguém em meio a uma encruzilhada.

    Sendo queimado pelo sol, ele tapou seu rosto com o braço, olhou para quem acabou de esbarrar e disse:

    — S-sinto muito! Eu estou com… pressa.

    Quando olhou no rosto daquela pessoa, viu uma menina. Por um momento, seu silêncio virou predominante, ela olhou-o de baixo, pareciam da mesma idade.

    Nervoso, o menino pegou seu guarda-chuva, levantou e estendeu a mão para ela:

    — A culpa foi minha, eu não prestei atenção no que estava fazendo. 

    Aquele lindo cabelo branco, quase como a neve, comprido, chamou a atenção do rapaz. Ela aceitou a ajuda dele e, só de olhá-la nos olhos, Kley pensou: “As pupilas dela, elas… tem caveiras?”

    A garota então sorriu para ele e disse: — Você não parece com medo, hein? Ah! Eu sou a garota nova, você deve ter escutado na escola, meio que eu me mudei a pouco tempo, sabe?

    — A-ah! Claro! Toma cuidado, as pessoas daqui não são boas com recepções — disse, pondo a mão na nuca e tapando o rosto com o guarda-chuvas.

    Levemente erguendo o protetor do garoto, a menina viu-o com suas orelhas e rosto corado, então sorriu e disse: — Eu acabei derrubando sua torrada, eu te ofereço algo melhor depois, que tal irmos juntos para a escola?

    Ingenuamente, Kley concordou com a cabeça e, assim, foram. 

    ☾︎ ≫ ──── ≪ • ◦ ✞︎ ◦ • ≫ ──── ≪ ☽︎

    Chegando na entrada da escola, os dois viram todos os estudantes conversando no pátio. Alguns perto da fonte central do colégio, outros perto dos três prédios que resguardavam as salas de aula.

    Mas, a garota notou algo… o uniforme do menino ao seu lado era diferente…

    Ele usava um sobretudo negro que tapava grande parte da sua blusa de uniforme. “Será que ele usa isso, ou é um uniforme?”, ela se perguntou, mas ainda dava para ver o símbolo no peito.

    Depois de um tempinho, o sino tocou. A garota e Kley ficaram juntos, mesmo não se conhecendo, como ela era nova, ficar por aí poderia ser perigoso.

    Os outros alunos começaram a se mexer para suas salas, Kley as despediu dela e foi para sua classe.

    Ao entrar, alguns olharam para ele, mas o garoto apenas foi até a primeira carteira mais a esquerda da sala e se sentou perto da janela.

    Suspirando, ele tirou seu material de seu sobretudo e o pôs em cima da mesa.

    “Ela parecia ser da minha idade… será que ela vai vir? Eu sou o único sem dupla na sala…”, pensou e pensou.

    Na grande escola Silver Catalismy, todas as turmas tinham seus alunos formados por duplas. Óbvio, é algo incomum, mas ainda que essa regra fosse estabelecida, poderiam existir alunos sem um parceiro.

    Um deles era o próprio vampiro, que, claro, teria sim um companheiro, mas ele o rejeitou e preferiu ficar só, deixando-o sem ninguém também.

    Conforme os outros alunos se agruparam, Kley esperou sozinho, esperou quem lhe deu uma pequena esperança.

    Se aquela garota passasse por aquela porta, sua salvação, mas… ele se perguntou:

    “Afinal… por que eu quero tanto fazer dupla com ela?”, ele olhou para sua mão e pensou de novo. “Talvez nem seja por ela em si… só pela dupla?”, ele encarou o quadro negro, mas balançou a cabeça em negação enquanto sorria.

    “No fim… ela pode acabar nem me escolhendo, não tem só eu sozinho aqui na sala.. afinal…”, Kley olhou de relance para quem o abandonou, e então franziu seus lábios.

    Enfim a professora passou pela porta e, atrás dela, uma aluna.

    Conforme seu cabelo branco flutuava em meio ao vento, aquela menina e a professora pararam em frente ao quadro e, pegando um giz na lousa, ela escreveu seu nome em um instante.

    Sua face leve, sua postura rígida, ela se apresentou:

    — Prazer, meu nome é Etubezaab Suedrom Learza, podem me chamar só de Puryyn. Eu vim de ¹The Summer para poder ter uma vida pacífica aqui, no país da liberdade, ²Calisto.

    Desanimados, os alunos gritaram: “Bem vinda, Purryn…”. De Kley, seus olhos brilharam em felicidade, mas após todos os alunos ficarem quietos de novo, a velha professora disse de maneira baixa:

    — Bem vinda, srta.Suedrom, como já dito pela diretora, por favor, escolha com quem você vai lutar e fazer dupla.

    A garota olhou atentamente para as duas pessoas sem um parceiro na sala, primeiro Kley, depois o outro menino.

    Ela cerrou seus olhos por um momento, mas logo sorriu e apontou para o vampiro.

    Convencida, ela olhou-o em guerra, enquanto ele sorriu de volta para ela com a mesma determinação.

    ☾︎ ≫ ──── ≪ • ◦ ✞︎ ◦ • ≫ ──── ≪ ☽

    Sendo levados até à quadra da escola, todos os alunos da turma de reuniram no estádio para ver a luta que iria ocorrer.

    A professora ajeitou levemente seu jaleco e observou os dois alunos por um momento.

    “Aqueles são os olhos da apologia da morte”, ela pensou.

    Os garotos aguardaram as instruções empunhando suas espadas de madeira em mãos. 

    A velha mulher, já posicionada, disse:

    — Como você é nova, é o seguinte: essa luta tem como fundamento unir a dupla e mediar quem é o mais forte dela. Quem vencer será o líder com o fundamento do outro sempre poder desafiar mais uma vez para tomar seu posto de líder da dupla e arrumar algo que seu parceiro está fazendo de errado. Obviamente, os dois podem não brigar e só conversar, mas isso varia de dupla para dupla. As regras são simples, não se matem, não finjam estarem lutando e sem pedidos de casamento ou sexo.

    Incomodada, Suedrom coçou a cabeça e perguntou: 

    — Como assim sem pedidos de casamento, hein?

    — Hm? — Olhou-na. — Você não estava com essa ideia, ou estava? — a professora perguntou.

    — É só… — respirou e continuou— uma pergunta.

    — Ah! — Desviou o olhar. — Sabe como é… se tem regra, tem história. O duelo será com base no velho duelo de espadas, quem imobilizar o outro com sua arma vence… enfim… lutem!

    「✞︎」

    Entre passos largos de posturas quase perfeitas, Kley e Suedrom guiaram-se até suas espadas se cruzarem em uma onda de choque.

    A onda sonora assustou todos na platéia e ambos foram forçados a recuar alguns passos antes de…

    Uma, duas e três investidas, cada uma causando um colapso ao toque, mas ambas estavam se cancelando por suas forças tão parecidas.

    Então Kley recuou e analisou-na, sua corrente sanguínea estava fervendo. “Certo!”, ele pensou, esguiou seu corpo e avançou de baixo, pronto para dar uma estocada, mas…

    Pondo sua lâmina em vertical, Purryn preparou uma defesa perfeita.

    Kley passou reto, a garota girou seu corpo.

    Percebendo o resultado, o vampiro também girou e…

    Outro estrondo, as lâminas colidiram mais uma vez, mas dessa vez, o menino sentiu algo diferente, uma mudança tênue, porém evidente…

    Ela estava mais forte, mais veloz… quase como o começo de um despertar.

    Em um movimento rápido como o de um cirurgião, ela veio de maneira letal. Em um só movimento, mesmo com ele defendendo, Kley foi arremessado para trás.

    Mesmo tentando resistir, ele foi empurrado com uma violência desnecessária…

    Mas ele iria coexistir com aquela força e dançou no ritmo daquela música tão destoante.

    Seus pés tocaram o chão empoeirado da quadra e as pétalas sobre o chão voaram. 

    Suedrom o viu cair e não hesitou, sem dar espaço para respirar, então, enquanto ele se recuperava, ela avançou, girou seu braço em arco para acertá-lo, mas…

    Kley flexionou os joelhos e se projetou para trás, absorvendo a força e deixando-a passar.

    Purryn perdeu o equilíbrio ao errar seu ataque, de olhos arregalados ela voltou, e quando viu suas costas, o vampiro estava vindo com sua espada em outra estocada.

    Foco silencioso… ela fechou seus olhos e sorriu. Elegância, firmeza, a garota girou o punho e redirecionou a lâmina do vampiro com a sua mão.

    Assustado, Kley recuou com tudo.

    — A-arh~ essa… essa doeu! — Ela franziu a testa em dor e sorriu.

    — Mør~ Sua maluca! — ele gritou — Isso é perigoso! 

    Ela fechou a cara e, dessa vez, ela quem iria dar uma estocada nele.

    Usando a mesma estratégia, o vampiro usou sua lâmina para desviar a dela.

    As armas se deslizaram uma sobre a outra, se não fossem de madeira, as faíscas seriam tão ofuscantes quanto a própria luta

    No entanto, os dois se encararam um de frente para o outro, a centímetros eles ofegaram.

    Algo ficou claro.

    Mesmo conseguindo desviá-lo, o ataque de Suedrom pegou de raspão. Superficial corte que rasgara a superfície lateral de sua roupa, bem na cintura, sua pele se exibiu em um risco leve, quase simbólico.

    As pupilas de caveira dela estavam dilatadas, vibrando com a excitação da luta. O brilho em seus olhos diziam o que ambos já sabiam: ainda não havia acabado.

    Num instante, os dois se afastaram.

    — Bela estocada? — perguntou Purryn.

    — Você conseguiu me atingir, admiro sua força! — Kley sorriu e trocou a mão que segurava sua espada.

    — Ambidestro? Que curioso, hein? — Ela começou a andar pelas laterais da quadra, cada vez mais próxima.

    — Não é nada de mais… — debochou — pode se dizer que eu sou um gênio.

    — Um nerd?!

    — Ei! Não, eu sou um prodígio… — Ele percebeu o que ela estava fazendo. — Minha querida…

    Ele fez a mesma coisa, mas no sentido anti-horário 

    — Oh! É raro ver dois prodígios no mesmo lugar, kukuku! 

    Ela riu e debochou de volta.

    — Vamos ver qual é mais forte, então!

    Os punhos de Kley fixaram na bainha, ele girou seus pés e avançou, seus olhos naquele momento se cruzaram mais uma vez e, ali, nasceu um sentimento…

    De cima para baixo, ele veio.

    De baixo para cima, ela trouxe.

    Suas armas vieram a vir uma contra a outra, então, um pouco de suas energias pairou… de um lado, a escuridão destruía o ar, do outro, fagulhas de uma luz emergiram…

    ☾︎ ≫ ──── ≪ • ◦ ✞︎ ◦ • ≫ ──── ≪ ☽︎

    ¹The Summer — É um país.

    ²Calisto — É o primeiro nome do que mais tarde se tornaria Impel-sister.

    Apoie-me

    Regras dos Comentários:

    • ‣ Seja respeitoso e gentil com os outros leitores.
    • ‣ Evite spoilers do capítulo ou da história.
    • ‣ Comentários ofensivos serão removidos.
    AVALIE ESTE CONTEÚDO
    Avaliação: 100% (1 votos)

    Nota