P.R.R Assunção

    Histórias 1
    Capítulos 111
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    Tempo de Leitura 11 horas, 58 minutos11 hrs, 58 m
    • Capítulo 58: O azar na desgraça (2)

      Capítulo 58: O azar na desgraça (2) Capa
      por P.R.R Assunção “A sabedoria dos mais velhos vem do fato de que não estão mortos. Ora, viver é surpreendentemente difícil, para alguns mais do que outros. No entanto, é essencial compreender que cada segundo é uma nova oportunidade de morrer. Chegar à velhice é sinal de que não estar morto, e oportunidades ruins são perdidas somente por sortudos e sábios. Há sorte na desgraça. Confie no que digo. Há muita sorte na desgraça. Para alguns, mais do que outros.” Izandi, a Oniromante — Vim ver…
    • Capítulo 58: O azar na desgraça (1)

      Capítulo 58: O azar na desgraça (1) Capa
      por P.R.R Assunção “A sabedoria dos mais velhos vem do fato de que não estão mortos. Ora, viver é surpreendentemente difícil, para alguns mais do que outros. No entanto, é essencial compreender que cada segundo é uma nova oportunidade de morrer. Chegar à velhice é sinal de que não estar morto, e oportunidades ruins são perdidas somente por sortudos e sábios. Há sorte na desgraça. Confie no que digo. Há muita sorte na desgraça. Para alguns, mais do que outros.” Izandi, a…
    • Capítulo 57: O Conselho dos Cinco (2)

      Capítulo 57: O Conselho dos Cinco (2) Capa
      por P.R.R Assunção “O amor é cego, surdo e mudo, e tantas vezes tão transformador quanto uma porta numa corrida.” Izandi, a Oniromante Ezekel suspirou. “Sim, pode ser isso!” No entanto, a carta tinha mais sobre a ferned. Muito mais. Descrevia folhas lilases, galhos e tronco retorcidos. Começara a ficar tão pálido quanto o príncipe Bloemennen. — Não fora sobre isso que viemos acordar — retomou rei Rikard, passando os dedos pela superfície da mesa. — Príncipe Howan Bloemennen, as terras de…
    • Capítulo 57: O Conselho dos Cinco (1)

      Capítulo 57: O Conselho dos Cinco (1) Capa
      por P.R.R Assunção “O amor é cego, surdo e mudo, e tantas vezes tão transformador quanto uma porta numa corrida.” Izandi, a Oniromante — Acalme as lágrimas, Pequena Rainha — acenou e ergueu o queixo, dando uma piscadela sugestiva para o príncipe de Aavier. O cão latiu baixinho e manhoso. Fora tão manhoso, e com um sorriso tão manso, que Ezekel e a Pequena Rainha suspiraram de alívio juntos. — Veja — continuou Randi —, nossos cães são muito bem treinados. Não são do tipo que desobedecem, e…
    • Capítulo 56: Calor (2)

      Capítulo 56: Calor (2) Capa
      por P.R.R Assunção “Fome por dor, fome por amor” Izandi, a Oniromante. Faina sorriu. Apesar da temperatura não estar muito alta, filetes de vapor subiam para o céu junto de bolhas, liberando o cheiro do calor. Sentia sua pele rosar. Era uma boa água quente, de um lago quente… Não uma que ia e vinha para fora das beiras e puxava sangue de volta para o leito… “Esqueça, esqueça. Esqueça… Esqueça!” Faina abraçou-se e enterrou o rosto no peito. “Eu sou jovem e posso ter outro. A…
    • Capítulo 44: A Última Vez (1)

      Capítulo 44: A Última Vez (1) Capa
      por P.R.R Assunção “Foi um nome que surgiu como o vento. Uma das três partes de algo que seria bem lembrado até o final daquela Era. Três metades: um dragão que tudo sobrevoa, uma espada que a tudo aguenta e uma cegueira que tudo enxerga.” Izandi, a Oniromante A protuberância óssea à sua frente se dividia em três, duas das quais, escondidas detrás da maior, pareciam um pequeno par de longos e afiados chifres de um tom de cinza sólido e áspero, quase prateado. Massas de penas longas e prateadas se…
    • Capítulo 56: Calor (1)

      Capítulo 56: Calor (1) Capa
      por P.R.R Assunção “Fome por dor, fome por amor” Izandi, a Oniromante. Vistas de cima, as duas camadas de paliçada branca pareciam finas, inofensivas, e a segunda parecia montada às pressas. Os Caras-Queimada lá dentro certamente pensavam o contrário. Sentada em uma pedra alta, Faina sentia o vento beijar-lhe a barriga enquanto observava os falcões circulando sobre a pequena vila. As casas eram redondas, com telhado de peles costuradas em estacas; algumas outras eram mais altas, com telhados de madeira,…
    • Capítulo 55: Uma surpresa canídea (2)

      Capítulo 55: Uma surpresa canídea (2) Capa
      por P.R.R Assunção “Wouleviel por muitas vezes sentiu fome. Cruzaram gado: porcos, galinhas, bois e ovelhas, trigo e cevada. Graças à Ocas Ciled, entenderam antes de muitos os princípios da hereditariedade. Mas Kierlrun foi diferente: cruzou e criou máquinas de terror.” Izandi, a Oniromante — Temos cinquenta mil homens preparados para cruzar a fronteira. Cinquenta, não dez, cinco ou cem. E assim, ele foi. Ezekel não teve com ele uma segunda vez no dia, nem no terceiro ou depois. Vez ou outra, um dos…
    • Capítulo 55: Uma surpresa canídea (1)

      Capítulo 55: Uma surpresa canídea (1) Capa
      por P.R.R Assunção “Wouleviel por muitas vezes sentiu fome. Cruzaram gado: porcos, galinhas, bois e ovelhas, trigo e cevada. Graças à Ocas Ciled, entenderam antes de muitos os princípios da hereditariedade. Mas Kierlrun foi diferente: cruzou e criou máquinas de terror.” Izandi, a Oniromante Ezekel se lembrava claramente de como fora a chegada da carruagem do irmão em Mão da Queda. A princípio, imaginou que viria draconeando em Lorelay. Dragões-reais tinham um curto tempo onde ficavam enfurecidos e…
    • Capítulo 54: O peso de uma criança (2)

      Capítulo 54: O peso de uma criança (2) Capa
      por P.R.R Assunção “Não há nada mais paradoxal do que um homem poderoso sentir medo de uma coisa tão pífia, que suas mãos ceifaram inúmeras vezes.” Izandi, a Oniromante “O garoto perdeu um pai e está com o coração mais firme que o meu, que apenas estou longe dos meus filhos.’ ‘Eu realmente sou motivo de piada.” Ficou de pé com um salto, então meneou a cabeça como uma ave violenta procurando insetos no seu ninho. — Até Meu Último Suspiro — repetiu. Não era esse o lema que…
    Nota