Histórias 1
Capítulos 111
Palavras 215,7 K
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por P.R.R Assunção — “Toma a espada Honra a Casa Espada e Asa” Izandi, a Oniromante Um suspiro trastoso fugiu dos lábios de Ereken. — Estava demorando — riu com uma lufada. Seus ombros cederam por um segundo antes de se recomporem e darem as costas lentamente para a garota. Abrindo e fechando a mão esquerda, cuja letargia parecia não a abandonar nunca, Ereken continuou a andar por meio das árvores. A noite se desenhava no céu pouco a pouco. Iluminado pelo brilho constante da Lua de Prata, o… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Afoite o couro e o tome pela foice.” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” — Aaahh! — agonizou. Filetes de lágrimas escorriam dos olhos negros da mestiça. A maravilhosa Dançarina das Ondas cura os marinheiros feridos com seu choro, era o que Mirta e sua mãe sempre lhe contaram quando criança; mas as suas lágrimas não curavam Auta de maneira alguma. Estava morta. Morta, de uma forma que até a mais inocente das crianças saberia que estava morta. —… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Foi um nome que surgiu como o vento. Uma das três partes de algo que seria bem lembrado até o final daquela Era. Três metades: um dragão que tudo sobrevoa, uma espada que a tudo aguenta e uma cegueira que tudo enxerga.” Izandi, a Oniromante Apertou o grosso aglomerado de penas, que juntos pareciam um único par de longas penas prateadas. Seus músculos não relaxavam, mesmo no frio que vez ou outra fazia sua mente vacilar. A libré de Draconeiro o salvava nesse aspecto. Era composta… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Relações de família não são meu forte.” Izandi, a Oniromante “Apesar de que já sabia ler e escrever desde os três…” E fechou os olhos. E os abriu. Estava arrematada no canto. Seu pescoço dobrado pressionava o queixo contra o peito dolorosamente. Acordara sentindo fedor de fumaça. Amava o cheiro de incenso, mas detestava o de fumaça… Jen acordou quase ao mesmo tempo. Rapidamente, ela saltou da cama e se cobriu com uma calça e um gambesão — a luz vermelha se… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Relações de família não são meu forte.” Izandi, a Oniromante Hyd bramiu um gemido trôpego e doloroso, cuja metade ficou preso na garganta como se vomitasse areia quente. Algo — um solavanco — a fez mexer o pescoço, mole como se água, e um gemido ainda mais alto veio ao bater a cabeça em uma superfície de madeira. Ela cerrou os olhos doloridos, e sua cabeça bateu-se novamente. Lágrimas saíram dos olhos. “Mãe!”, chorou, e sua voz não saiu novamente. Era como se…… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Para uma terra tão fria e escassa, não imaginei quando vi — e estive lá — que fosse tão cheia de vida. Não me surpreendeu quando vi que também estava cheia de doenças. E de sangue sobre a neve.” Izandi, a Oniromante Era uma mulher de sono leve. O piar de uma coruja, um bloco de neve caindo ou o passo de um eunuco de guarda passando perto do seu quarto a fazia acordar, mas sempre voltava a dormir. Agora estava pesada. Não sabia dizer se estava afundada em um sono profundo, como se… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Alguma vez em vossa vida, mesmo que somente uma única vez, já experienciaram serem tão bons em algo, tão monstruosamente talentosos, que seus mestres sentiram medo e repulsa de vós? Se nunca sentiram isso, provavelmente nunca entenderão o coração de Ereken Zwaarkind.” Izandi, a Oniromante Fezes, das mais fétidas e acres que já sentira. O fedor foi tamanho que quase quis vomitar, empalidecido e de cenho franzido. “Como alguém vive nesse odor?!” Sua barriga estremeceu e… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Alguma vez em vossa vida, mesmo que somente uma única vez, já experienciaram serem tão bons em algo, tão monstruosamente talentosos, que seus mestres sentiram medo e repulsa de vós? Se nunca sentiram isso, provavelmente nunca entenderão o coração de Ereken Zwaarkind.” Izandi, a Oniromante Neve despencava dos céus — mesmo com a tempestade ainda estando longe, ela parecia tão próxima… — E pensar que teria a chance de ver o grande Ceire Joran Cyreck, o homem que cegou… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Ah! Pobrezinhos! Ratos possuem uma vida tão curta…” Izandi, a Oniromante Abaixou-se. A túnica de linho era a única parte da libré que ainda usava, e agora teria que pedir a alguém que a lavasse. A vela revelou profundidade de pés sobre os musgos. Pés leves indo à sua esquerda, pés ainda mais leves e distanciados à direta… “Ela correu. Puta merda!” Levantou-se de supetão, ergueu a vela e foi à frente. “Por favor, não morra.” A primeira dezena de passos quase… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Ah! Pobrezinhos! Ratos possuem uma vida tão curta…” Izandi, a Oniromante O riscar áspero do metal da pena contra o papel cingia o escritório do rei como o único barulho além das cortinas farfalhando com o vento forte do céu em negrume, ainda assim, era o menos irritante. Vez ou outra, príncipe Howan Bloemennen fungava e mordia o dedão esquerdo, ou tragava um chá negro sarhyhardo de uma vez só para continuar acordado. O odor era forte, por si só deixando Cei Bert e Cei Gherrit… 215,7 K Palavras • Ongoing