Histórias 1
Capítulos 111
Palavras 215,7 K
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por P.R.R Assunção — “Assim morreu Norq’Riq, que já foi o lar dos gigantes, de deuses e de vulcões que rugiam e disparavam ouro ao chão: o início da barbárie.” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” “Estou quase aí, meu Krazhii”, disse-se feito uma prece. Balançou a cabeça para o lado e para o outro, com tanta força que Mirta ouviu o pescoço de Faina estralar diversas vezes. A da pele-de-mar piscou os olhos. Sua mestra estava com olhos mais escuros do que a de um… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Às vésperas do conselho, muito pouco consigo dizer. Foi conturbada, e daqueles que sonhei, nada de muito importante aconteceu naquelas épocas. Nada além de falcatruas. Mas à Willmina, não. A ela, a infâmia.” Izandi, a Oniromante Uma torta de mirtilo, frango e costelas de porco defumado. Bolo de maçã, de limão, chá de erva-mel e flor de espinheiro, batatas cozidas e língua de novilho. Willmina estava com os lábios ainda vermelhos quando repetiu o porco, e queria pedir mais… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “O começo de muitas dúvidas dolorosas não deveria depender de sangue alheio.” Izandi, a Oniromante — Aqui, Mestre de Armas! — avisou um dos homens que o ajudavam. Uma companhia subira as montanhas, trazendo consigo carruagens cheias de caixas pesadas. Àquela hora da tarde, quando o frio ainda não tinha ficado insuportável, usava para treinar os alunos em uma sessão de combate mais aquecido. Todos contra mim, era o lema da aula, embora Ereken só tivesse dito isso uma vez. Todavia,… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Naquela noite, a pequenina e gentil garota deu o primeiro passo em direção da morte — testemunhar a fealdade do mundo.” Izandi, a Oniromante Procurou por Cei Witernier pelo acampamento, mas não o achou a vista; seus ombros caíram e uma sombra chegou sobre seus olhos. Se aproximou da fogueira onde o Cei dançava e se sentou. O fogo era ruim; estava quente e ardia na sua pele, e olhá-lo fazia que uma náusea. Sua vista enturvava, percebeu; as silhuetas dos dançarinos e do violinista… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Naquela noite, a pequenina e gentil garota deu o primeiro passo em direção da morte — testemunhar a fealdade do mundo.” Izandi, a Oniromante O vento forte e primaveril tentava retirar o toucado branco de sua cabeça, balançando as agora duas tranças cor de cobre. Antes os usava por achá-los belos. Agora, porque não queria ver a marca na sua testa. O que sua mãe diria se a visse com uma… marca tão estranha? Uma tatuagem? “Mamãe dizia que nunca precisaria de maquiagem por já… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “‘Niad nedheren ri draverakerter!’, ela dizia muitas vezes. Desejar a morte de uns não estava nem perto das coisas que já fizera.” Izandi, a Oniromante Ela fungou mais uma vez, então se levantou, se recompondo tão rápido e seriamente que o coração de Willmina se assustou. — Consegue falar, Senhora Willmina? Willmina tentou falar, todavia a garganta seca como barro frágil depois de dias ao Sol a fez sentir dor. Focou os olhos. As silhuetas começaram a se juntar, pouco a… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “‘Niad nedheren ri draverakerter!’, ela dizia muitas vezes. Desejar a morte de uns não estava nem perto das coisas que já fizera.” Izandi, a Oniromante Margaridas, crisântemos, petúnias, lilases, tulipas altas e calêndulas e seus cheiros circundavam sua vista. Os botões fechavam, ela via, e as belas flores balançavam com o vento inquieto. A pradaria estava ficando escura, ela via. A grama meneava para trás, ela via. Havia um ribeiro fraco que puia as flores com respingos como… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Recordo-me de quando sonhei com isto pela primeira vez: havia arranjado meu primeiro namorado, debaixo de uma escada da escola. Voltei para casa com o coração enfervecido, e assim que dormi, pressenti algo terrível. Não me recordei quando acordei, e algo dentro de mim dizia que não queria voltar a dormir e descobrir o que vi — o que vinha depois.” Izandi, a Oniromante Hyd acenou com os olhos. — Maribeyte — disse. — Ou só Mari, agora. — E Jen negou com os olhos,… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Recordo-me de quando sonhei com isto pela primeira vez: havia arranjado meu primeiro namorado, debaixo de uma escada da escola. Voltei para casa com o coração efervescido, e assim que dormi, pressenti algo terrível. Não me recordei quando acordei, e algo dentro de mim dizia que não queria voltar a dormir e descobrir o que vi — o que vinha depois.” Izandi, a Oniromante A sensação de abrir os olhos fora-lhe indescritivelmente ruim. Cílios feito bolotas de areia, invadindo a… 215,7 K Palavras • Ongoing

por P.R.R Assunção — “Sangue, sangue, sangue vermelho e branco Assim a Chama Branca regojiza Sangue, sangue, sangue branco e vermelho Martiriza, martiriza, martiriza!” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” Faina arfou. — Não quero precisar deles — afirmou. O homem de mais de noventa anos fechou o rosto. — Eles disseram que só querem conversar, só isso... — Todos nós sabemos que não, Ay rieq. Como um Chefe, já os enfrentei mais vezes do que posso contar. Ao… 215,7 K Palavras • Ongoing