Blyd

    Histórias 1
    Capítulos 31
    Palavras 46,7 K
    Comentários 25
    Tempo de Leitura 2 horas, 35 minutos2 hrs, 35 m
    • Capítulo XI: Masmorra dos Desejos.

      Capítulo XI: Masmorra dos Desejos. Capa
      por Blyd Ninguém sabia o que esperar dentro da Masmorra. Todos que entraram não saíram. Morto cedo ou tarde, a Masmorra não devolvia ninguém. Então o plano era manter todos juntos até termos certeza do que estaríamos enfrentando. Taerdus me vestiu com minha armadura, fez na esperança de que se algo desse errado eu poderia ter alguma chance. Porém como não poderia ficar o tempo inteiro me carregando, arrastou a carroça pelos sete lances de escada até a entrada da masmorra. E pondo-me dentro dela, passou…
    • Capítulo X: Doença.

      Capítulo X: Doença. Capa
      por Blyd Ainda estava deitado e fraco. Gryiejörn tinha saído em busca do médico, eu estava relembrando histórias. Quando terminei de revê-las, Gryiejörn entrou no quarto e, vendo que eu ainda não respondia, me beijou. O beijo foi se alongando, até Giulia e Taerdus entrarem no quarto às pressas. — O que houve?! Ele está bem? — Perguntou Taerdus, muito preocupado. — Sim, estou... foi apenas uma tosse — Respondi, para surpresa do Elfo. Gryiejörn me pareceu com ciúmes por eu ter preferido…
    • Capítulo IX: Espelho quebrado

      Capítulo IX: Espelho quebrado Capa
      por Blyd Eu e Gryiejörn nos levantamos cedo, eu por insônia e ele já não sei. Estamos em uma pousada no extremo sul de Jarmont, há uma coisa chamada “neve” por toda parte, além de ser uma região muito fria. De noite sofri muito com os ventos gelados que vinham de todas as partes, mas esse não foi o motivo da insônia. Como sempre, só consigo sonhar com os terrores que vivi, com as vidas que ceifei, e por mais que eu acreditasse ter superado o medo que sentia daquele demônio que enfrentei, nas últimas…
    • Capítulo VIII: Inconsistência

      Capítulo VIII: Inconsistência Capa
      por Blyd Eu cavalguei por dois dias em direção ao sudoeste. Deveria ir para o norte, eu sei, mas eu agora tentava fugir. Não das cinzas que abandonei, ou dos soldados que me perseguiam, se é que ainda perseguiam; mas sim de mim mesmo.  Eu tentava de alguma forma abandonar tudo, abandonar essa missão que não me pertencia, abandonar os rostos daqueles que matei no caminho... esses rostos... eles me perseguiam para onde quer que eu fosse, meus sonhos eram repletos deles. O olhar do clérigo e dos…
    • Capítulo VII: Roubo nos Estábulos

      Capítulo VII: Roubo nos Estábulos Capa
      por Blyd Assim que o sol se pôs, o portão nordeste da cidade estava enfrentando uma manifestação. As fadas haviam induzido os moradores das favelas àquilo. Estava conduzindo uma carroça pela cidade essa hora, soldados passavam por mim, uns a cavalo e outros não.  “Como as fadas induziram aqueles moradores?” Pensei. “Elas apenas libertaram as mentes que foram lavadas pelos clérigos. E deram a elas a opção de se manifestarem” Respondeu Sagi. Foi-me então explicado como a religião do…
    • Capítulo VI: Preparação.

      Capítulo VI: Preparação. Capa
      por Blyd Três dias se passaram. Foram dias ótimos, Cleonice e eu planejávamos nossa fuga. Ela me mostrava a cidade, pontos históricos e lojas; também becos e atalhos para usarmos no dia predestinado. Apesar da seriedade de nossos planos, ela não perdia o bom humor, e contava piadas e brincadeiras. As quais eu ria, e tentava dar resposta tão engraçada quanto, mas não tinha dom para a coisa. Sagi, me repreendia constantemente. O pesar do fardo que carregava me fazia ter apertos no peito, e palpitações…
    • Capítulo IV: Cidade de Galvênia.

      Capítulo IV: Cidade de Galvênia. Capa
      por Blyd Após alguns dias no Reino das Fadas, finalmente pudemos sair e continuar rumo ao norte. Porém, o Condado de Galtivus é repleto por planícies e áreas desmatadas e, sendo um procurado, caminhar por áreas tão abertas pode dificultar minha viagem. Por isso preciso de um cavalo. À sudoeste do bosque, há a Cidade de Galvênia, e também capital deste condado. Essa é uma grande cidade construída de forma que desviaram o rio apenas para passar em torno da cidade, e fortificaram com grandes muros para…
    • Capítulo III: O Lar das Fadas.

      Capítulo III: O Lar das Fadas. Capa
      por Blyd Abri os olhos, estava deitado em uma cama de flores no pé de uma árvore. O espírito estava materializado à minha frente, e não estava mais fragmentado. Fechei meus olhos, vi o rosto do demônio, lembrei de estar caído e morrendo. O susto me fez acordar de vez. O espírito, pedia para que eu levantasse e agradecesse minha salvadora. Não vi razões para discordar, e assim o fiz. Enquanto seguia as fadas — que mais pareciam com pequenas pessoas nuas e de orelhas pontudas —, fui conversando com…
    • Capítulo II: Bosque dos Espíritos perdidos.

      Capítulo II: Bosque dos Espíritos perdidos. Capa
      por Blyd Corri, só não durou muito. Estava com dor, sede e fome. Parei próximo ao rio para beber um pouco de água, mas ouvi barulho de homens e cães vindo atrás de mim. O susto me fez pular na água e nadar até o outro lado. Foi desgastante, a correnteza era forte, e cascalhos levados por ela me acertaram em todas as partes do corpo. Por milagre atravessei, mas sob um custo enorme. Andei até anoitecer, e não poderia parar tão cedo. Não enquanto escutava a marcha da minha morte, os cães que comeriam…
    • Capítulo I: Exorcismo.

      Capítulo I: Exorcismo. Capa
      por Blyd O clérigo se aproximou, meu corpo se encolheu. Agarrei a cadeira com força, mas não foi consciente, me pareceu instinto. O senhor viu meu temor, pôs sua mão sobre a minha, me pediu para ficar de pé, ofereceu-se para entrar em minha doca, exigiu aos soldados que o acompanhava para que ficassem na área externa. Então entrou, observou e elogiou meu lar. Conversou um pouco comigo, perguntou meu nome. — Me chamam de Piscis senhor... — Bom nome, combina com um pescador — Gargalhou, uma…
    Nota