Histórias 1
Capítulos 132
Palavras 176,4 K
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por aabianconi — Quarto no alto da torre. — Ei Sarah, vem ver. — Shymphony mal consegue tirar os olhos do lado de fora. — O q... — Sarah chega a abrir a boca de leve. — Bonito né? — Um pequeno sorriso surge na face de Shymphony. — Os humanos conseguem fazer tantas coisas incríveis. — É mais antigo do que os relatos contam. — O quê? — Shymphony a indaga enquanto passa a ponta dos dedos na cabeça de Sirin que está em forma de coruja em cima da janela. — Esses balões. No futuro… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — Percorrendo o céu como se fosse uma corrida que vale muito mais que realmente vale, os balões se aventuram em busca de superar seus próprios limites. A maioria encontra seu fim na escuridão infinita do Lago da Redenção. Alguns até conseguem chegar as margens. Os mais resilientes chegam até sentir a areia molhada do deserto. E tem aqueles. Raros. Abençoados pela sorte. Agraciados pelos ventos. Eles se distanciam tanto, que mal dá para se afirmar que realmente vieram de onde… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — No instante seguinte do peixe sumir por baixo daquele manto escuro, Adão já busca descobrir quem foi o autor de tal ousadia. — Você é burro? — Helvetia levanta o remo pronta para golpeá-lo Ele percebe que não vai dar tempo de esquivar e coloca o braço para tentar broquear um golpe que de fato nunca vem. Helvetia respira por um momento e abaixo o remo. — O peixe era venenoso. Se relasse nele, iria agonizar por alguns dias antes de morrer. — Ela explana ao vento olha para ele que… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — — Berequias Aatral, eu já ouvi esse sobrenome antes. — Helvetia está com uma faca longa, fina e extremamente afiada em uma das mãos. Seu chapéu repousa em um canto do cômodo. Ela observa o Carvão de Sangue a sua frente. Ele repousa deitado sobre uma grande mesa de pedra, já com a parte de baixo aberta e sem os órgãos. — Estranho, minha família não é muito de dar as caras por aqui. — O homem loiro de tranças longas responde ao mesmo tempo que seu olhar se perde a cada instante nos… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — Pear Nordeste do anel externo de Atlântis Como de costume, carroças com os mais diversos tipos de cargas vão e vêm. Puxadas pelos mais variados animais. Da frente dos galpões amadeirados, exibindo suas mercadorias em bancadas dos mais diversos tamanhos. Os comerciantes disputam a atenção de quem passa por perto. Seja com a voz mais elevada, ou pelos odores e aparências das mais atrativas. Apelam até mesmo para o mais antigo método de persuasão conhecido. Uma bela mulher como atendente. Uma… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — Nordeste do lago da Redenção Uma canoa de madeira cinzenta se encontra balançando sutilmente com as pequenas ondas formadas pelo vento que sopra moderadamente. Sentada em uma tabua de madeira que atravessa a canoa de um lado para o outro. Helvetia observa a linha do horizonte lá distante. Em sua cabeça um chapéu de bambu avermelhado e pontudo desponta sobre fios negros e lisos que caem sobre os ombros e descansam sobre as costas, alcançando quase a linha da cintura. Uma veste feita do couro… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — Palos aproveita o momento para ir até o estábulo ao fundo de sua enfermaria para acariciar a cabeça de Nero. Que por sua vez aceita de bom grado e até se escora na pequena cerca de madeira para ficar mais confortável enquanto recebe um cafuné. Do lado de fora da porta de entrada da enfermaria, uma placa com a escrita “fechado” talhado na madeira, se apresenta pendurada por um prego. #151# Adão está sentado à mesa com Pollos e Nova. Ambos terminam de explicar para ele todo cuidado que ele… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — Em um estabelecimento não muito longe da arena, onde feridos e pessoas doentes buscam alguma forma de tratamento. Shymphony se vê deitada em uma cama pequena e branca. Ela até levanta a cabeça para tentar observar ao redor, mas a ferida em suas costas a força a voltar para o repouso sobre o travesseiro. — Acho melhor você se acalmar por algumas horas. — Uma voz melódica e com tons masculinos vem do seu lado direito. O que a deixa calma ao ponto de fechar os olhos. — Ele está bem? —… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — Conforme o astro rei vai se levantando imponente. A plateia antes eufórica pelo próximo embate, já começam a se perguntar se realmente alguém terá coragem de enfrenta-la depois dessas exibições. Alguns murmuram e outros cochicham sobre a possibilidade de possíveis desafiantes terem ficado com medo e amarelado. Outros até levam a sério a ideia de que talvez já tenhamos uma vencedora de Atlás já definido antes mesmo que comece de verdade. Sylphie já cansada de esperar ali estagnada no… 176,4 K Palavras • Ongoing

por aabianconi — As folhas escarlates despencam. A plateia antes murmurosa, agora se silencia. Shymphony pode sentir que a corrente de ar mudou subitamente. Do alto, ao olhar atento de Sylphie, nada escapa nem se esconde. Se virando na direção de onde vem tal vento. Uma sombra cobre o corpo de Shymphony. Quando se dá conta de tal situação. Um sorriso genuíno surge em seu rosto. Com seu punho fechado e olhar focado. Ela dispara mais uma onda de vibração para cima na direção de Orpheus. Que por sua vez desvia… 176,4 K Palavras • Ongoing