Histórias 1
Capítulos 172
Palavras 268,3 K
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Tempo de Leitura 14 horas, 54 minutos14 hrs, 54 m

por Israel Ribeiro — Os últimos trezentos metros finais se mostraram mais desafiadores do que o esperado. Manter a camuflagem ativa para distorcer a luz ao redor da cauda exigia um fluxo constante de mana. Uma reserva que ela simplesmente não tinha por causa dos ferimentos e desgaste dos ultimos dias. A cicatriz no braço direito queimava, um aviso físico de que sua energia estava no limite. Ela precisava de uma solução prática e física, não mágica. Precisava esconder o próprio corpo à moda antiga para… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — A trilha ficou mais larga conforme ela seguia para o sul. entrando em um terreno cada vez mais pantanoso. Ela reduziu o ritmo. Quando uma trilha ficava mais larga era porque quem circulava por ali era maior, ou porque havia mais de um andando ao mesmo tempo. O cheiro chegou antes da visão. Cheiro de pelo sujo e sangue seco. Ela parou completamente. Ficou imóvel sob a chuva fina. Esperando. O primeiro apareceu entre as árvores à esquerda. Ela o viu antes que ele a notasse. O… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — O ar fora do refúgio era frio. A névoa das montanhas ainda não havia levantado completamente e o som do vento nas rochas preenchia os intervalos de silêncio com constância irritante. Kael ficou de costas para ela por alguns segundos. Olhando para os morros. Depois virou. — Vou ser direto com você Lys.. Sem preparação. Sem introdução. — Ainda não sei exatamente o que aconteceu em Cervalhion para levar aquele confronto. Lys sustentou o olhar dele. — Foi um… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — Até Helena pareceu entender o desconforto que havia tomado conta do corredor, mas foi Aisha quem primeiro decidiu mudar de assunto: — Eu fico no da Naira. — Certo. Kael apontou para o quarto de Seiryu, algumas portas adiante. — Lucas e Helen ficam no de Seiryu. É o maior. Lucas olhou para a porta aberta. — Tem certeza que nós dois podemos usar aquele? — Pode. Lucas olhou para o batente da porta mais alto que as outras em comparação, depois olhou de canto para Lys… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — A primeira coisa que Maelis fez foi procurar uma vassoura. Ou ao menos tentar. Havia algo que um dia tinha sido uma vassoura encostado próximo à cozinha. O cabo ainda existia. O resto não. Ela ficou alguns segundos encarando aquilo antes de devolver o pedaço de madeira para o canto. — Encontrou alguma coisa? — perguntou Lucas. — Só um cabo que já deve ter sido uma vassoura. Lucas olhou. — Ah. — Exatamente. Atrás deles, Helena já tentava subir novamente para o… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — O problema de gente ambiciosa era simples: quase todas acreditavam que conseguiam controlar a própria queda. E honestamente? Às vezes conseguiam. Talvez fosse exatamente por isso que Thamir ainda continuasse sentado ali em vez de simplesmente matar a garota. O pequeno depósito subterrâneo permanecia abafado pelo cheiro de ervas secas, fumaça e especiarias velhas. Do lado de fora, alarmes ainda ecoavam distantes por Elandor, mas ali dentro o silêncio tinha ficado mais perigoso que o… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — O médico saiu sem fazer barulho. Aura observou a porta fechar e ficou parada ao lado da parede, o pano ainda nas mãos, os olhos em Eldrik que havia ficado quieto demais no centro do quarto desde que o tratamento havia terminado. Aedin estava sentado na cadeira ao lado da cama. Não olhava para o filho. Olhava para as próprias mãos. Aura havia chegado tarde demais para ver a morte de Dan, Mas cedo o suficiente para ver o que a morte dele tinha feito com os dois homens nesse… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — "Narrado por Thamir." Eu tentei segurar. Honestamente tentei. Mas aí a mulher decidiu propor reconstruir o submundo continental na frente da Naira. Da Naira. Foi aí que eu comecei a rir. E caramba... que risada boa. Naira fechou os olhos devagar. — Eu odeio você. — Nem vem — consegui responder entre uma risada e outra. — Você odeia a ironia da situação. A mulher do outro lado da sala claramente não estava entendendo nada. O que só piorou minha crise. —… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — O som das ruas comerciais ainda entrava pelas frestas quando a mulher finalmente recuperou a consciência. A fumaça das ruas comerciais ainda entrava pelas frestas da janela quando a mulher finalmente recuperou a consciência. Primeiro veio a respiração irregular. Depois tensão muscular. Naira percebeu antes mesmo dos olhos abrirem e pressionou a lâmina curta contra a lateral do pescoço dela imediatamente. — Nem tenta. A mulher congelou. Sem impulso… 265,9 K Palavras • Ongoing

por Israel Ribeiro — A sala de conferências dos fundos do Salão de Vidro era menor do que muitos esperavam. O teto continuava alto, sustentado por paredes de rocha esculpida, o vidro servia menos para beleza e mais para iluminação. O ambiente obrigava proximidade. Sem música.Sem dança.Nem distrações. Só luz do grande lustre atravessando os painéis superiores e refletindo sobre a mesa longa no centro da sala. Os comerciantes começaram a ocupar os lugares lentamente. Ninguém conversava alto… 265,9 K Palavras • Ongoing