David C.O

    David C.O. Ou apenas um avatar de Elum, como preferir, é o autor por trás de diversas obras da literatura nacional. Entre seus títulos mais reconhecidos estão "A Ordem Espiritual" e "ECO", além de contos e poemas que transitam entre o sombrio e o sublime. Apaixonado por fantasia sombria, dramas além da compreensão humana e ação intensa, é movido por narrativas que misturam tudo isso em uma cadência única — uma verdadeira sinfonia caótica de emoções e ideias. Atualmente, seu foco está em concluir a primeira parte do universo de A Ordem Espiritual e iniciar o planejamento da sequência. Paralelamente, dedica-se à ambiciosa meta de levar ECO até, no mínimo, seus mil capítulos. Mas seus planos não param por aí. Projetos como "Esmeralda" e "O Apóstolo, a Raposa e o Sabiá" já espreitam nas gavetas — alguns com volumes inteiros prontos, outros ainda em forma de one-shots, aguardando o momento certo para ganhar vida.
    Histórias 3
    Capítulos 437
    Palavras 543,5 K
    Comentários 257
    Tempo de Leitura 1 dia, 6 horas1 d, 6 hrs
    • Capítulo 325.1 - Fato

      Capítulo 325.1 - Fato Capa
      por David C.O — Hm… Masaru encarava as próprias mãos. Os dedos tremiam, sentindo algo que nunca ousara nomear antes. Na verdade… algo que sempre estivera ali, mas que só agora — palavras e anseios — se condensava num ato, num fato. Olhou para a esquerda: vácuo. Para a direita: vácuo. — COMO EU SAIO DAQUI, CARALHO?! O berro se espalhou mas ninguém o ouviria. Mesmo que sua aura o deixasse ecoar… mesmo no vazio do espaço. E então, de repente, algo atingiu sua mente. Ahn? …O que… Algo não…
    • Capítulo 325 - Beijo a três

      Capítulo 325 - Beijo a três Capa
      por David C.O Novamente, aqui, novamente… em Maladomus. Mas agora, entre as ruínas úmidas do que um dia fora seu palácio. As paredes, outrora erguidas para conter o mundo lá fora, agora cediam à invasão silenciosa das raízes. A árvore devorava não apenas pedra e a fundação, mas também uma porção do mundo imaterial — abrindo lacunas para alimentar sua essência corrosiva. O chão estava coalhado de escombros, flores negras brotavam das rachaduras, respirando um vapor doentio que tingia o ar de um leve…
    • Capítulo 31 - Die Frostmauer

      Capítulo 31 - Die Frostmauer Capa
      por David C.O Seus passos faziam o gelo estalar. Era pesado. Não como uma baleia — ou a porca gorda que você não para de engordar. Sim, falo literalmente do animal e não de qualquer pessoa da sua família, caso precise de um desenho. Ao redor, tudo parecia se contrair. Sua Chaoswirt, Zwangsleere, já se derramava como uma exalação tóxica, impossível de conter. Como uma Smoke no TR, espalhando um perfume levemente demoníaco só para lembrar que até o ar ali parecia conspirar contra a sanidade. E ali,…
    • Capítulo 323.1 - Finalmente apareceu

      Capítulo 323.1 - Finalmente apareceu Capa
      por David C.O — Que saco! Yami se cansou. Levantou-se num impulso e socou a distorção bem diante dos olhos. Sua mão atravessou… e ardeu. Ardeu o suficiente para trazê-lo de volta. — Ehr… — Garoto… Olhou para a própria mão, esperando vê-la queimada ou ferida. Mas no lugar disso — uma boca cheia de dentes se abriu. E a voz soou como a de Azaael. — Resolveu aparecer, finalmente? — Eu estou aqui desde sempre… — Então por que não me respondia? — Talvez… eu estivesse de luto? —…
    • Capítulo 324 - Rostos do passado

      Capítulo 324 - Rostos do passado Capa
      por David C.O Assim que a árvore surgiu… O chão tremia, como se o próprio coração da terra estivesse batendo de novo — e errado. Um pulso irregular, doente, reverberava pelas pedras rachadas que um dia compuseram o cenário, fazendo o ar vibrar, quase inaudível, mas impossível de ignorar. Raízes negras se espalharam como veias corrompidas, grossas, pulsantes, subindo pelas estruturas quebradas, rasgando, infiltrando-se. A cada toque, absorviam o apodrecido, o esquecido, corpos soterrados. E onde…
    • Capítulo 323 - A árvore

      Capítulo 323 - A árvore Capa
      por David C.O Faltam duas sombras. No topo dos céus, elas se revelam. Onde as cordas negras — que um dia ataram os destinos — enfim se desfizeram em poeira… e em silêncio. Não o silêncio do fim, mas do início. Do derradeiro ato. Sob uma árvore que não pertence a nenhum mundo, cujas raízes mergulham no limbo, e galhos rasgam o firmamento. Foi semeada com o sangue de três desastres... E nasceu ali, no Instante. No instante em que sete demônios foram selados… E a eternidade, por um breve momento,…
    • Capítulo 44 - A máquina

      Capítulo 44 - A máquina Capa
      por David C.O “A máquina não para, mesmo que a maioria de seus passageiros perca suas vidas; ela só cessa quando quem a controla perece. — Um fatalista do destino. Ou Diego Romero — um nome que ressoava pelos confins do deserto, não como o de um herói ou vilão revolucionário, mas como o de um sobrevivente marcado pelo peso implacável da guerra, que havia sido reacendida. Cada passo, outrora firme quando emergira das brasas da morte, arrastava-se agora, como se carregasse o fardo insuportável…
    • Capítulo 20.1 - Psiquê

      Capítulo 20.1 - Psiquê Capa
      por David C.O O que é sua filha? Uma boneca. Não dessas que se compram em lojas. Uma boneca feita de projeções, de rachaduras internas revestidas por sorrisos costurados. Nela se escondem todas as inseguranças que uma pessoa segura precisa carregar só pra manter a pose. Uma espécie de espelho — só que um que devolve a imagem distorcida, aumentada, distendida até que se torne insuportável. Somos fortes porque fingimos ser… ou fingimos por já termos sido fortes demais e cansamos? Ou será que há…
    • Capítulo 20 - Surpresas da vida

      Capítulo 20 - Surpresas da vida Capa
      por David C.O Subindo a escadaria à esquerda da bancada onde fora atendida, observa o corredor diante de seus olhos, que se estende como parte de um grande hotel adornado com ornamentos de madeira nobre e vasos de ouro puro provenientes das terras de Aija. A arquitetura centenária destaca-se por um piso de pistache lustroso, exalando um aroma familiar de jacarandá que acompanha seus passos, passando por algumas portas até alcançar seu destino. Quando finalmente chega à sala onde formalizará o registro de sua…
    • Capítulo 30 - Eisdom

      Capítulo 30 - Eisdom Capa
      por David C.O — Yadelohim… — murmurou Ananit, os olhos arregalados refletindo a estrutura colossal — Não achei que viveria pra ver isso... ao vivo e em cores. E convenhamos… nem era pra ninguém. Aquela aberração não dava as caras fazia milênios. Literalmente. Ainda assim, lá estava — firme, insolente, com a arrogância de quem jamais soube o que é mofo, ferrugem, ou mesmo o singelo conceito de deterioração. Imune. Eterno. Quase a encarnação física da mente que o pariu. Resplandecente… Quase…
    Nota