David C.O.
Ou apenas um avatar de Elum, como preferir, é o autor por trás de diversas obras da literatura nacional. Entre seus títulos mais reconhecidos estão "A Ordem Espiritual" e "ECO", além de contos e poemas que transitam entre o sombrio e o sublime. Apaixonado por fantasia sombria, dramas além da compreensão humana e ação intensa, é movido por narrativas que misturam tudo isso em uma cadência única — uma verdadeira sinfonia caótica de emoções e ideias. Atualmente, seu foco está em concluir a primeira parte do universo de A Ordem Espiritual e iniciar o planejamento da sequência. Paralelamente, dedica-se à ambiciosa meta de levar ECO até, no mínimo, seus mil capítulos. Mas seus planos não param por aí. Projetos como "Esmeralda" e "O Apóstolo, a Raposa e o Sabiá" já espreitam nas gavetas — alguns com volumes inteiros prontos, outros ainda em forma de one-shots, aguardando o momento certo para ganhar vida. Histórias 3
Capítulos 437
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por David C.O — Quando Milk enfim chegou ao seu destino, desceu do táxi. Era uma zona residencial no bairro de Hiragana, a poucos minutos da Academia, onde Yamasaki havia cumprido sua última missão solo. O lugar era composto apenas por casas, a maioria abandonadas, e situava-se na ponta do distrito. Ao lado da estrada que separava as casas da floresta, havia um córrego há anos poluído, cuja água negra e estagnada exalava um cheiro de podridão que alcançava as narinas do jovem, já farto de… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Novamente, horas antes. No mesmo instante em que Leviel tomava posse, Mael se sentava à mesa de um senhor — calvo, porém elegante, com ternos bem cortados e relógio caro demais para esconder o quanto era feio. — Vejo que tem bom gosto... — disse a entidade. Em meio a tantas pessoas, apenas ele podia vê-la. O homem cuspiu o que comia. Sua feição mudou — raiva. — Que diabos é isso? É um daqueles jovens fazendo cosplay?! — tossiu, bebendo água. Todos ao redor olharam, cochichando.… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — (POV Erdwahn) Dor. Angústia. Frustração. É tudo isso que sinto ao afundar minha mão nas paredes do vazio. O concreto frio se esfarela como cinza diante do toque da minha Caos, mas dentro de mim — nada muda. — Merda… merda! Meus dentes rangem. Mesmo tentando… eu não consigo entender. Por quê? Por que não sentir medo me tornou tão fraco? Se eu tivesse me acovardado, se tivesse tremido como os outros, talvez teria sido mais justo. Talvez alguém me poupasse um olhar de respeito — ou… 65,7 K Palavras • Ongoing

por David C.O — — Gradus Máximo: Vulturatio, Crimen Deicidium! — bradou a entidade, a voz rugindo como trombetas em um massacre celestial. E então, de suas costas abertas como portões do abismo, irromperam dezenas de aves negras. Corvos demoníacos, abutres com olhos vazios. Cada batida de asa cortava o ar com a fome de ciclos trancados, e o enxame voou em uníssono, como um trovão de trevas, direto em direção ao jovem. Mahmoud não recuou. Inspirou profundamente. E mesmo que seu manto dourado trêmulasse… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Entre o terceiro e o quarto distrito, na Zona Comercial, destaca-se o imponente prédio da corporação Kurogane Seisaku. O imponente edifício exala poder e corrupção através de suas colunas de concreto, com seus vidros refletindo não apenas autoridade de uma das principais líderes na produção de armamentos para o exército do Império, mas também o evidente e ao mesmo tempo oculto comércio clandestino de armas para facções obscuras, ávidas por espalhar o caos, o sangue e a guerra. O… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — — Esse é... o poder dos meus antepassados... e de suas crenças! Bradou Mahmoud, a voz vibrando com a força das gerações esquecidas. Seus olhos ardiam como brasas ancestrais tomadas por um dourado. Num movimento seco, seus pés rasgaram o solo. O ar vibrou. Ele avançou — como um trovão antecipado pela luz. Agarrando o próprio ar com os lábios como se mordesse o invisível, girou o corpo, e desferiu um golpe direto no tórax da criatura. Enquanto Clavifer estivesse com ele, não haveria… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Algumas horas antes... O beco estava úmido. Escuro. Impregnado pelo cheiro de óleo velho e abandono. Ali entrou o detetive mais famoso de Nova Tóquio — o único com coragem de investigar os desaparecimentos. Quase todos eram crianças. Idades entre sete e nove anos. Predadores. Tráfico humano. A podridão que o governo tradicionalista fingia não existir. Mas o azar dele… é que justiça e bondade não definem o destino. Passos o levaram até os fundos de uma antiga fábrica. Um prédio… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — No meio da luz radiante de Aurora, um homem de cabelos loiros — longos, caindo até as costas — e pele bronzeada repousava em uma cadeira de praia sob a sombra de um guarda-sol. Os ombros caídos alcançavam quase os joelhos, enquanto ele fitava Milk com a expressão típica de um bêbado que despertara cercado por latas de cerveja vazias. Naquele dia, o rapaz estava sozinho. Acordara cedo, decidido a concluir suas tarefas. Em seus pensamentos, traçava planos para encontrar os outros dois após… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Faces. Inúmeras. Persistem mesmo quando os olhos se negam a vê-las. Silhuetas, memórias, delírios — tanto faz. Se alguém parte ou não, pouco importa… Pois há sempre um e se que permanece. Um sussurro pútrido enterrado na raiz da mente, que se repete como uma prece. E rasteja por trás das pálpebras, arranhando a razão, soprando promessas de um futuro que nunca foi, assombrando cada alma... ignorante. Ou inteligente demais para escapar. Pensar no que nunca aconteceu… ruminar o irreal…… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — (Pov Cael) E quando eu finalmente ia entrar no meu quarto — sem culpa, plano, só o peso honesto de uma possível transa no olhar — adivinha? ALARME. Um puta alarme. Soando em cada esquina maldita do oitavo distrito. E dos outros quatorze também, porque claro, o caos tem plano de dados ilimitado. — Ah, tava demorando… Soltei, bufando pela alma. Ananit virou-se pra mim com aquele sorriso... Deus me livre. Ou melhor, não me livre. Ela tinha a expressão de quem goza ouvindo sirenes. —… 65,7 K Palavras • Ongoing