David C.O.
Ou apenas um avatar de Elum, como preferir, é o autor por trás de diversas obras da literatura nacional. Entre seus títulos mais reconhecidos estão "A Ordem Espiritual" e "ECO", além de contos e poemas que transitam entre o sombrio e o sublime. Apaixonado por fantasia sombria, dramas além da compreensão humana e ação intensa, é movido por narrativas que misturam tudo isso em uma cadência única — uma verdadeira sinfonia caótica de emoções e ideias. Atualmente, seu foco está em concluir a primeira parte do universo de A Ordem Espiritual e iniciar o planejamento da sequência. Paralelamente, dedica-se à ambiciosa meta de levar ECO até, no mínimo, seus mil capítulos. Mas seus planos não param por aí. Projetos como "Esmeralda" e "O Apóstolo, a Raposa e o Sabiá" já espreitam nas gavetas — alguns com volumes inteiros prontos, outros ainda em forma de one-shots, aguardando o momento certo para ganhar vida. Histórias 3
Capítulos 437
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por David C.O — Arthur soltou um suspiro e, com uma expressão de frustração, abaixou os ombros antes de pegar a taça e dar mais um gole. — Eh… eu diria que você está louco! E que é impossível! — disse, com um sorriso tímido após a declaração. — Maluco? Talvez… — respondeu, rindo. — Mas sou um maluco que tem razão. Veja, Arthur, o mundo é um grande esgoto, e aqueles que se deleitam vivendo nele são ratos que não desejam mudanças! — afirmou com convicção. Enquanto falava, olhou para a… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Seus testículos explodiram. Fragmentos de carne, pele e sangue despencaram ao redor, tingindo o chão com a brutalidade do momento. O som agonizante do membro se retorcendo lentamente, consumido pela espiral, mesclou-se ao estalo seco da porcelana se partindo ao atingir a escadaria — e seus restos, assim como os seus, foram tragados pela escuridão. Foi como se o fio de sua vida se rompesse junto… — Então é assim! A matéria se desfaz em um impasse, sem a necessidade de medir força ou… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — O passado, até que ponto ele moldou quem você é? Essa era a pergunta que ecoava na mente de um tolo enquanto caminhava pelas terras desoladas, dominadas pelos fantasmas que sua mente inquieta não conseguia apagar. Com os dedos tocando as grades enferrujadas de um terreno abandonado pelo tempo, ele pôde ver e perceber as marcas deixadas pelas mazelas de um passado nada glorioso. Ali, diante de seus olhos, estavam as ruínas do antigo Jardim das Flores Douradas, um bordel outrora famoso nos arredores do… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Ela esperou, ouvindo ruídos do outro lado da linha… até que tomou coragem para cutucar o monstro. — Por que você está zangado? Tem a ver com a gente? — questionou, enquanto caminhava pela calçada, acompanhada pelos altos muros que separavam o terreno da rua. Segurando o smartphone com firmeza, enquanto os pequenos adereços e figurinhas de animação (um gato branco de vestido rosa) na capa rosê balançavam suavemente ao ritmo do vento. Deu para sentir sua voz transbordando de animação… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — A algumas quadras do hospital, um jovem emergiu da multidão, sua expressão tão cadavérica quanto a de um zumbi, impondo-se no meio da calçada. Caminhava com os olhares presos em si, imerso em pensamentos, enquanto as olheiras profundas denunciavam sua falta de sono. Seus lábios secos pareciam sussurrar murmúrios, e seu surgimento interrompeu o frenesi do vai-e-vem das pessoas, todas ainda assombradas pelos eventos recentes. Corriam em direção a um futuro incerto, sem saber como terminaria mais um… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Respirava como se sufocava. Seu peito subia e descia em ritmo vacilante, como se o próprio corpo questionasse se deveria estar vivo. O ar tinha gosto estranho, metálico, denso. Seus olhos se abriram para a escuridão ao redor, um breu espesso que se recusava a dissipar. A janela ao lado era apenas um contorno opaco contra o exterior silencioso. Após dias imerso na escuridão, finalmente via o que restou de seu antigo lar — mas apenas o suficiente para desejar não ter visto. Quem era ele? Aquele que… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Mas… o tempo não para, e enquanto Megumi estava sendo consumido pela exaustão de seu treinamento, Yami e Amai atravessavam os escombros do que um dia foi um parque. Um lugar que carregava lembranças, agora irreconhecível. Dias atrás, estiveram ali. E agora, retornavam. A missão era simples em conceito, mas cruel na prática: encontrar sobreviventes. Eram a única equipe de resgate do grupo de resistência RMM. Outros que se opunham à nova ordem, mas buscavam estabelecer um novo estado, reunindo os… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Quando acessou os primeiros vestígios de sua aura, foi um misto de assombro e vertigem. O mundo ao seu redor se desfez em véus translúcidos, como se estivesse espreitando através de um vidro distorcido. Tudo vibrava, pulsava em ritmos invisíveis, e cada fagulha de energia se tornava uma ilha isolada no vasto oceano da existência. Sua visão — agora algo além do físico — se alargou como uma lupa transcendental, capturando detalhes impossíveis. O calor abrasador se misturava ao frio cortante, um… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — No dia seguinte… Acordou com o rosto pressionado contra o chão, a garganta seca e o estômago revirando de fome. O gosto metálico do sangue ainda persistia em sua boca, resquício de uma pequena hemorragia causada pelo esforço extremo sobre seu âmago. Seu corpo parecia pesado, como se tivesse passado dias mergulhado em exaustão profunda. Piscou algumas vezes, tentando ajustar a visão turva ao ambiente abafado. A madeira do piso rangeu sob seu peso enquanto se levantava, apoiando-se na bancada… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Ao passar do prazo, Megumi lançou-se de cadeira em cadeira, lamentando a vida, afundando-se em uma espiral de desespero e revolta. Seus olhos, antes carregados de melancolia, agora ardiam com um fogo sombrio — um ardor que não era mais tristeza, mas algo mais profundo, mais visceral. Ele não apenas aceitara seu destino; ele o abraçara, mas de uma forma distorcida, talvez realista demais. — Eu… aceitarei — murmurou, a voz trêmula, não de medo, mas de fúria. Ergueu o olhar, encarando a… 469,0 K Palavras • Ongoing