David C.O.
Ou apenas um avatar de Elum, como preferir, é o autor por trás de diversas obras da literatura nacional. Entre seus títulos mais reconhecidos estão "A Ordem Espiritual" e "ECO", além de contos e poemas que transitam entre o sombrio e o sublime. Apaixonado por fantasia sombria, dramas além da compreensão humana e ação intensa, é movido por narrativas que misturam tudo isso em uma cadência única — uma verdadeira sinfonia caótica de emoções e ideias. Atualmente, seu foco está em concluir a primeira parte do universo de A Ordem Espiritual e iniciar o planejamento da sequência. Paralelamente, dedica-se à ambiciosa meta de levar ECO até, no mínimo, seus mil capítulos. Mas seus planos não param por aí. Projetos como "Esmeralda" e "O Apóstolo, a Raposa e o Sabiá" já espreitam nas gavetas — alguns com volumes inteiros prontos, outros ainda em forma de one-shots, aguardando o momento certo para ganhar vida. Histórias 3
Capítulos 437
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por David C.O — À beira do corredor interminável, iluminado por luzes brancas ofuscantes no teto, o messias avança implacável. Dos corredores laterais surgem dois outros exorcistas à sua frente, tentando detê-lo. “Mais plateia…” Rasen pensa enquanto conjura uma tormenta de ar poderosa o suficiente para gerar um ciclone vertical com sua mão esquerda. Os ventos furiosos se transformam em uma broca destruidora, forçando os exorcistas que surgiram das laterais a erguerem barreiras rapidamente, mal… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Enquanto Rasen encara a entrada do outro lado da rua, com seus muros altos e imponentes que desafiam qualquer catástrofe, ele move os dedos inquieto. A escuridão da noite traz um frio vigilante, presente a cada milésimo de segundo , e ele permanece à espreita de um sinal. Não se passa uma hora ali quando seu smartphone vibra, fazendo seus olhos se estreitarem e seus punhos se cerrarem. A rua está movimentada, e dos alto-falantes grudados aos postes, uma voz sombria ecoa: “FIQUEM EM CASA,… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — O último andar que Rasen passará finalmente chegando ao 17. Os passos dos exorcistas ecoam sinistramente pelos corredores acima, cada batida uma ameaça que se aproxima. E focando a frente, ele se depara com um corredor vazio, onde caminha lentamente, espreitando cada detalhe com o revirar dos olhos, consciente de que a situação não será fácil. O ar está pesado, impregnado de dúvida sobre os obstáculos que ainda enfrentará. Quando chega ao fim, vira para um dos corredores laterais. À… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Em breves minutos, Zuri chega à entrada do prédio, sentindo o peso do olhar curioso e assustado das pessoas do outro lado da calçada. Elas observavam com uma mistura de fascínio e medo, incapazes de compreender totalmente o que se desenrolava além do véu do mundo físico. Os murmúrios nervosos ecoavam no ar tenso da noite, amplificando a sensação de desconforto. E Gabriel e Zahira chegaram logo depois, seu carro estacionado apressadamente. Ele saltou para fora, ajustando o crucifixo… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Kwawe avança como uma força da natureza, lançando-se contra Masaru com a fúria de uma tempestade descontrolada. O grandão, quase o dobro do tamanho de seu alvo, investe com uma brutalidade que faz o ar vibrar, e cada soco tenta esmagar o rosto do exorcista, quebrando barreiras ao redor com a pressão titânica de sua força. Cada passo é uma tentativa que sempre termina no mesmo resultado. O chão treme violentamente sob o peso devastador, e as estruturas ao redor se contorcem e estalam,… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Expectativa. Será que realmente existe algo assim? Até que ponto é possível ser cego a ponto de criar expectativas para um momento que ainda não se vive? É um paradoxo cruel: imaginar o futuro com tanto fervor, mesmo quando não há garantia de que ele se concretizará. O destino não é um território que se possa mapear com certeza, e o que nos resta, então, é uma mente atormentada pela ansiedade e pelo anseio. Lamentamos por um futuro incerto, mesmo quando a única certeza que… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — A primeira a desafiar é Halyna, exausta de suas provocações. Ela salta do décimo andar com uma fúria indomável, esmagando o solo já despido de concreto pelos inúmeros embates anteriores. Seus olhos brilham com a selvageria de uma fera, e ela lança um soco com uma força devastadora. Ele, no entanto, esquiva-se habilmente, arqueando as costas para trás enquanto sente o vento do golpe balançar suas vestes. — Boa… Antes que ele possa terminar, ela desaparece em um borrão de velocidade.… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Dando o primeiro passo, o loiro estende a mão direita em um movimento rápido e firme, tentando agarrar o exorcista. Simultaneamente, na mão esquerda, um foco de luz pura brilha intensamente, pronto para ser liberado como um golpe fatal. No entanto, no instante em que a mão quase o toca, ele desaparece. A velocidade é tamanha que o loiro não consegue compreender o que aconteceu. Masaru, nesse movimento peculiar e quase impossível, se lança de costas em alta velocidade. Seu freio é preciso e… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Masaru tenta de todas as formas. Seus feitiços não alcançam o grandão com a força necessária para detê-lo. Ele é uma fúria da natureza em carne viva, liberando seu ódio em cada golpe devastador. Nem as brasas, ventanias furiosas, ou jatos d'água impetuosos conseguem pará-lo. E o exorcista? Não se rende! Pelo contrário. Ele sorri, com a expressão de desafio persistindo em sua face. Kwawe, com a pele marcada por cortes profundos e queimaduras, sente cada ferida. Mas nenhuma dessas dores é… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — As memórias finais de sua jornada, permeadas por sombras e perda, o guiam de volta às terras ocres. Ele estava em meio ao vasto deserto de Shamo, onde a luz abrasadora de Aurora queima o firmamento, Kwawe caminha perdido com um semblante marcado pela exaustão e dor, sem rumo após a morte. A densa cortina de poeira, alimentada pelas incessantes tempestades de areia, envolve e cerca o homem como um manto. Cada rajada de vento que bate em suas costas e face faz com que o passado e o presente se… 469,0 K Palavras • Ongoing