David C.O.
Ou apenas um avatar de Elum, como preferir, é o autor por trás de diversas obras da literatura nacional. Entre seus títulos mais reconhecidos estão "A Ordem Espiritual" e "ECO", além de contos e poemas que transitam entre o sombrio e o sublime. Apaixonado por fantasia sombria, dramas além da compreensão humana e ação intensa, é movido por narrativas que misturam tudo isso em uma cadência única — uma verdadeira sinfonia caótica de emoções e ideias. Atualmente, seu foco está em concluir a primeira parte do universo de A Ordem Espiritual e iniciar o planejamento da sequência. Paralelamente, dedica-se à ambiciosa meta de levar ECO até, no mínimo, seus mil capítulos. Mas seus planos não param por aí. Projetos como "Esmeralda" e "O Apóstolo, a Raposa e o Sabiá" já espreitam nas gavetas — alguns com volumes inteiros prontos, outros ainda em forma de one-shots, aguardando o momento certo para ganhar vida. Histórias 3
Capítulos 437
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por David C.O — As memórias finais de sua jornada, permeadas por sombras e perda, o guiam de volta às terras ocres. Ele estava em meio ao vasto deserto de Shamo, onde a luz abrasadora de Aurora queima o firmamento, Kwawe caminha perdido com um semblante marcado pela exaustão e dor, sem rumo após a morte. A densa cortina de poeira, alimentada pelas incessantes tempestades de areia, envolve e cerca o homem como um manto. Cada rajada de vento que bate em suas costas e face faz com que o passado e o presente se… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Após alguns instantes após entrar no portal, Rasen está em um tempo em que Halyna, ainda viva, enfrenta Masaru… — Que merda está acontecendo? — exclama, com a voz reverberando pelo hall do palácio infernal. O chão, imenso e brilhante como ouro polido, reflete a luz sinistra que emana das sombras. À sua frente, Luciel ocupa seu trono de morte, um assento que parece absorver toda a escuridão ao redor. O sorriso de satisfação no rosto do imperador das trevas é tão perturbador quanto o… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — No presente… Masaru e Jarves estão posicionados sob um piso de madeira antiga e deteriorada, cujas tábuas rangem ominosamente, como se clamassem por ajuda. O ambiente ao redor é um vazio absoluto, mergulhado em uma escuridão impenetrável que parece se estender infinitamente além da percepção. Jarves, ainda atordoado pela violenta expansão de energia e a repentina perda da visão, cai para trás, o impacto de sua queda abafado pela camada de poeira que cobre a madeira. Confusão e surpresa… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — O tempo avança implacável, sem pausas… E a morte? Ela conta com precisão os visitantes e amantes de sua foice. Jarves, seu último visitante, se encontra agora em um abismo de completa ausência, onde razão e sentimento se desfazem como névoa ao amanhecer. Ele está no meio de uma floresta negra, um destino cruel para aqueles que vagam sem propósito. Ele sabe que esse dia chegaria, que não desfrutaria dos prazeres do paraíso após nadar nas chamas eternas. Despertando do choque da morte,… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Mas… o que faz de Masaru um ser tão implacável? A resposta está na sua origem! Quando ainda nem sequer tinha nascido, quando era apenas um feto no ventre de sua mãe, uma jovem irresponsável que tramava seu fim desde que descobriu sua existência. A ideia de carregá-lo a repelia, pois a criança surgiu sem pai, um mistério profundo que desafiava a lógica e as convenções da realidade. Masaru foi concebido de uma maneira sobrenatural, um verdadeiro milagre forjado por forças além… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Solidão… muitas vezes, não escolhemos, mas ela nos escolhe. Estar sozinho pode ser um castigo mais aterrador do que qualquer tortura física. O ser humano, por essência, é sociável, mas essa necessidade se manifesta de formas cruéis e distorcidas. Ela, com seu peso opressivo, fecha nossa garganta e transforma a ausência de companhia em uma pressão insuportável, uma asfixia lenta e constante que consome a alma. Alguns se acostumam tanto à falta de companhia que a ausência de ar se torna,… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — — Quanto tempo, não? — Romero recua um passo, o olhar fixo em Masaru, uma figura que emana o calor de sua aura com tanto fervor que é arrepiante e amedrontador estar perto. — Naquela época, você tinha essa cara de doido, mas não de assassino! O temendo, sua voz carrega o peso das vidas que o exorcista ceifou, o lamento de cada um dos cinco que agora jazem sem vida ao chão, seus corpos ensanguentados e dispostos de maneira brutal, como uma sinistra pintura de horror, a arte das trevas em que… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Ciclos… A vida humana é repleta deles, mas onde se encaixa o ciclo da morte? Não, a morte inevitável da velhice, mas a consequência de viver em um mundo caótico. Esse ciclo seria destino ou maldição? Essa é a questão que atormenta Alexander até mesmo após seu último suspiro. Ele que passou a vida inteira tentando escapar desse mundo, onde a morte espreita a cada passo, como uma sombra. Estava mais uma vez, naquele lugar, despertando em meio à biblioteca da mansão que um dia… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — A última porta, onde o fim parece se revelar… Na penumbra da sala de aula, um dia que promete ser comum torna-se um preâmbulo para o desconhecido. Romero, perdido em seus próprios pensamentos, mal nota a presença do amigo ao seu lado, alguém que, com o tempo, se tornará sua âncora em um mundo mergulhado nas sombras. — Romero? O chamado corta o torpor em que está imerso. Seus olhos, antes opacos, piscam lentamente, como se lutassem para retomar o foco. Seus braços repousam pesadamente… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Após subir a escadaria de seus lamentos, onde cada degrau parece um eco de sua ansiedade, Gabriel murmura: — Você chegou até o fim… Ele está ajoelhado ao lado do corpo sem vida de seu antigo amigo e irmão. Suas mãos tremem enquanto a chuva começa a cair, misturando-se com as lágrimas do céu. E ergue o olhar para o firmamento, onde nuvens escuras se acumulam. As gotas de chuva se misturam com as lágrimas que ele não consegue derramar. — Claro, você fez sua escolha. Mas eu… 469,0 K Palavras • Ongoing