David C.O.
Ou apenas um avatar de Elum, como preferir, é o autor por trás de diversas obras da literatura nacional. Entre seus títulos mais reconhecidos estão "A Ordem Espiritual" e "ECO", além de contos e poemas que transitam entre o sombrio e o sublime. Apaixonado por fantasia sombria, dramas além da compreensão humana e ação intensa, é movido por narrativas que misturam tudo isso em uma cadência única — uma verdadeira sinfonia caótica de emoções e ideias. Atualmente, seu foco está em concluir a primeira parte do universo de A Ordem Espiritual e iniciar o planejamento da sequência. Paralelamente, dedica-se à ambiciosa meta de levar ECO até, no mínimo, seus mil capítulos. Mas seus planos não param por aí. Projetos como "Esmeralda" e "O Apóstolo, a Raposa e o Sabiá" já espreitam nas gavetas — alguns com volumes inteiros prontos, outros ainda em forma de one-shots, aguardando o momento certo para ganhar vida. Histórias 3
Capítulos 437
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por David C.O — Gabriel abre a porta com firmeza, mas ao dar o primeiro passo no quarto, se depara com uma cena que o faz hesitar por um momento. As duas figuras diante dele, cada uma em sua maca, parecem desgastadas, suas expressões carregadas de cansaço e desânimo. A luz fluorescente fria destaca o estado deplorável de Satoshi e Sofie, ambos visivelmente abalados, tanto física quanto emocionalmente. — É… quanto tempo, garotos — Gabriel quebra o silêncio, sua voz soando mais leve do que a situação… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Horas se arrastam, como um pesadelo sem fim. As ondas do oceano, antes serenas, agora se elevam como muralhas de água, esmagando qualquer esperança que ele ainda possa ter… se ainda a tivesse. Quando finalmente emerge das águas em uma pequena ilha, o cenário não traz alívio, mas desespero absoluto. Em seus braços, o corpo inerte de sua amada pesa, afundando sua alma ainda mais nas trevas. Ele a resgata das profundezas, após um mergulho do qual nenhum humano comum sairia vivo. Ela… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — De volta ao principado, a atmosfera do grandioso salão, dedicado aos jantares da corte, está densa, carregada por um silêncio perturbador. Iluminado apenas pelo brilho rubro de velas negras derretendo em candelabros de ossos humanos, o ambiente exala um cheiro metálico de sangue que se mistura ao odor pútrido da carne em decomposição. A mesa, comprida como uma estrada, onde cabem cem convidados, acomoda as criaturas. Demônios que, outrora plateias do julgamento, devoram restos mortais humanos… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Passando por Mahmoud, que se dirige apressadamente para a saída, Arthur entra na Ordem com um semblante carregado de cansaço e frustração. Através do salão de recepção, ele observa o incessante vai e vem dos exorcistas e de outros membros da organização. Ele murmura para si, num tom baixo e amargurado: — Não importa se uma, dez ou trinta pessoas morreram… ninguém parece se importar. A verdade, dura e fria, ecoa em sua mente. O mundo está repleto de números e… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — — Então você nos atraiu? — pergunta o rapaz, dando alguns passos para trás enquanto a energia opressora do demônio preenche o ambiente. O ambiente se torna cada vez mais sufocante e claustrofóbico. As lâmpadas estouram em explosões de vidro, e qualquer fonte de luz se apaga, mergulhando o local em uma escuridão opressiva. A presença daquela entidade exala uma aura de calamidade iminente. — Um dia nublado… deve ser fácil ser demônio, não é? — comenta ele, tentando aliviar a… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Conjurando com as trevas que o envolve, a entidade brandia duas armas de aparência sinistra: uma espada de lâmina ondulada na mão esquerda e um machado de trevas endurecidas na direita. Com esse gesto sombrio, ele eleva o nível do embate, seu poder abrasador reverberando. Entre todos os demônios que enfrentaram, ele se destaca como um desafio fora da curva, uma ameaça que desafia todas as expectativas e exige um nível de combate além do comum. — Em homenagem aos povos de Zephyria! —… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Vinte minutos após o início da reunião, Kyotaka se encontra novamente na austera sala, sentado novamente diante de Shinzo Abe. A atmosfera é opressiva, e cada detalhe amplifica a tensão. Entre os dois, um homem idoso, de expressão fria e impassível, digita com precisão quase mecânica cada palavra dita, o som das teclas reverberando suavemente no ambiente abafado. O ar é denso, quase sufocante, carregado com uma sensação de opressão, como se as paredes estivessem se fechando lentamente ao redor… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Em outra dimensão, onde a escuridão predomina e o lamento dos condenados ecoa incessantemente, Leviel desperta de um torpor profundo. A neblina opaca de um pesadelo distorcido ainda paira sobre sua mente, enquanto a sensação de seu corpo parcialmente restaurado se manifesta, fruto de sua voracidade insaciável inata por inveja, uma força que se espalha como uma praga insidiosa pelo mundo e serve como seu principal catalisador de força e vitalidade. Ele se encontra agora em uma cama digna de um… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — — Que ironia… palácios erguidos sobre cavernas e cercados pelo deserto e envolto da luz… — comenta Mael, acompanhando o príncipe que adentra uma das inúmeras cavernas subterrâneas. A escuridão ao redor parece quase viva, como se os próprios recessos da terra tentassem sussurrar segredos ancestrais aos seus visitantes… Afinal, é neste deserto que Alum se arma da morte e tenta usurpar o Trono Inalcançável de seu pai, o Criador. — Somos, de fato, a cópia perfeita dos humanos! —… 469,0 K Palavras • Ongoing

por David C.O — Ao passarem pela entrada, chegam ao salão, o coração do principado, onde as questões de “política” e “justiça” são tratadas entre os demônios. — Ora, se não é o lobo negro Mael e o assassino de sua família, Gallael! — A voz ecoa pela câmara sombria, vinda do demônio que se ergue imponente diante de sua tribuna. A atmosfera é densa e sufocante, vibrando com a tensão de um tribunal, como se fossem condenados. As paredes de pedra negra estão marcadas por símbolos arcaicos,… 469,0 K Palavras • Ongoing