H3nry

    Histórias 1
    Capítulos 14
    Palavras 26,8 K
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    Tempo de Leitura 1 hora, 29 minutos1 hr, 29 m
    • Capítulo 4 - O Mundo Começa a Rachar

      Capítulo 4 - O Mundo Começa a Rachar Capa
      por H3nry O portal surgiu atrás de Noah sem fazer ruído. Não houve explosão, nem luz ofuscante — apenas um rasgo silencioso no ar, como se o próprio mundo tivesse sido cortado por uma lâmina invisível. O interior dele pulsava em azul profundo, girando lentamente como um redemoinho que não obedecia às leis da realidade. Noah respirou fundo. O cheiro da masmorra ainda estava em suas narinas: ferro queimado, cinzas e sangue seco. Ele deu um passo para trás… e atravessou. No instante em que…
    • Capítulo 3 - A Porta Que Não Deveria Existir

      Capítulo 3 - A Porta Que Não Deveria Existir Capa
      por H3nry Noah voltou para casa com passos leves. Não havia mais aquele peso constante nos ombros.O ar parecia diferente.O mundo parecia menor. Ele se sentia… vivo. E forte. Muito forte. Assim que fechou a porta, a primeira coisa que fez foi falar: — Sistema… quais são meus atributos? As letras surgiram lentamente, como se o próprio sistema estivesse saboreando o momento. 《STATUS ATUAL》 Força: 126Agilidade: 126Vitalidade: 128Mana: 122Sorte: 12Classe: Necromante Rank:…
    • Capítulo 2 - O Mundo Que Começa a Pertencer a Ele

      Capítulo 2 - O Mundo Que Começa a Pertencer a Ele Capa
      por H3nry A floresta ainda estava silenciosa. O corpo do goblin permanecia caído entre as raízes retorcidas, o sangue escurecendo lentamente o solo. A névoa rastejava entre os troncos altos, e o cheiro metálico ainda pairava no ar. Noah Kraus permanecia de pé. O peito ainda subia e descia com a respiração pesada. Ele não conseguia tirar da mente as memórias que não eram dele.Os gritos.Os rostos.A sensação de caçar. Ele apertou os punhos. O sistema então se manifestou. As letras…
    • Capítulo 1 - A Primeira Herança

      Capítulo 1 - A Primeira Herança Capa
      por H3nry O cheiro vinha antes de tudo. Noah Kraus sentia aquele odor todos os dias, impregnado em sua pele, em suas roupas, em seus pulmões. Era uma mistura de lixo fermentado, plástico queimado e restos de comida podre. Não importava quantas vezes esfregasse as mãos, o cheiro não saía. Ele empurrava um carrinho metálico cheio de sacos pretos por um beco estreito de Berlim. As rodas rangiam como se também estivessem cansadas de existir. — Anda logo, Kraus — rosnou o supervisor atrás dele. —…
    Nota