Histórias 1
Capítulos 138
Palavras 279,2 K
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por Dellos — Ítalo acordou com a voz de Marcelo avisando que o sol estava prestes a se pôr. Ele se levantou, batendo em suas roupas para tirar o pó dela e cuspindo a areia que entrara em sua boca enquanto dormia. Os outros faziam o mesmo. Mesmo se refugiando entre os corredores daquela imensa estrutura geológica, eles ainda eram acertados pelo vento e pela areia que ele soprava. Parecia estar ficando mais forte a cada de dia. Sua cabeça estava turva. Tinha tido sonhos estranhos, quase alucinógenos,… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Zaya acordou com as vozes dos cultivadores que se arrastavam pelas vielas em direção os campos de criação. “Pobres almas miseráveis”, pensou ela. Cultivadores não tinham permissão para sair da vila livremente. Viam o sol apenas quando iam aos campos. Sua única rotina após acordar era ir até lá, e trabalhar entre os cactos sobre o olhar atento dos guardas, e voltar para comer e dormir e repetir tudo no dia seguinte. Apenas os hóspedes abençoados com a confiança do anfitrião tinham… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — O sol se pôs, tornando a paisagem antes dourada em uma enorme vastidão escura. Ítalo o observou desaparecer entre os montes de areia no horizonte. Na verdade, eram dunas, mas isso não importava. Era apenas a sua mente tentando o distrair. Não havia muito o que fazer naquele momento além de andar. Mesmo apôs serem atacados por ladrões, as coisas não mudaram tanto. Continuavam viajando de noite e dormindo durante o dia, com a diferença de que agora um ficava acordado em vigia enquanto o resto… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Dois dos monstros se jogaram contra eles, pulando em uma velocidade que Jonas não acreditava ser possível. Por puro reflexo, ou sorte, ele desviou se jogando no chão, a tempo de escapar do abraço da criatura, que atravessou a ponte, caindo no outro lado. Túlio, no entanto, não foi tão rápido. O monstro o agarrou, e eles caíram na água. Antes que Jonas tivesse tempo de se preocupar com o amigo, outros monstros que continuavam na água abriram suas bocas, e tentáculos se projetaram… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — A manhã veio, e com ela a marcha. Jonas se forçou a andar, arrastando os pés enquanto seguia no final do grupo. Até Graça andava mais rápido do que ele. Sua mente estava turva, seus olhos ardiam, cada passo seu era mais pesado que o outro. A noite fora longa e exaustiva. Tudo o que conseguira pensar foi nas imagens no quarto dela, nas horas que passou a confortando, no rosto confuso dela quando ele a perguntou, em sua voz quando lhe negou. Quanto tempo conseguira dormir? Duas, três horas? Não… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Jonas afundou um galho no lamacento chão vermelho a frente, onde a trilha de terra amarela terminava. O galho aparentava ter mais de um metro de comprimento, tendo a grossura de seu braço. Fora retirado por Leandro de uma árvore pequena por ordem do cavaleiro. — É um engolidor — disse Orland apontando para o chão a sua frente —, se pisarmos, seremos engolidos pela terra. O cavaleiro trajava sua armadura suja de terra, com o qual o haviam encontrado. — Então é… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Já era noite quando os reforços chegaram. Algumas dezenas de soldados, acompanhados pelo senhor do vilarejo, Eduardo não lembrava seu nome, devia ser Dony ou algo do tipo. Eles se dirigiram até a grande tenda, armada no centro do acampamento improvisado. Muitos homens haviam sido feridos durante o ataque, e estavam sendo cuidados lá. Paul estava entre eles, tendo tido metade de um dos braços arrancada pelo primeiro urso. Era dito entre os homens, no entanto que ele devolvera o favor a criatura,… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Ele respirou fundo, acertando outra machadada na fenda aberta do tronco. Seus braços gemiam de dor, seu peito tamborilava, suas mãos mal conseguiam segurar o machado, mesmo assim, ele continuava batendo repetidamente. De alguma forma sentia prazer naquilo. Por quê? Não sabia. Deu outra batida, com mais força que as demais e então a árvore pendeu. Ele se afastou, deixando o tronco tombar no chão. Não precisava se preocupar em acertar alguém, os grupos de lenhadores tomavam distância uns dos… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Eduardo acordou com o braço de Caio por cima de seu rosto. Ele o empurrou para o lado e sentou-se na cama. Apesar de dormir feito uma pedra, o cara era inquieto mesmo estando inconsciente. Olhou para cima, onde feixes de luz saiam por entre as brechas do telhado, indicando que o sol já nascera. Eduardo se levantou e esticou os braços, espreguiçando-se. Sentia dores vindas do “treinamento” noturno que fazia com Caio. Apôs o rio, ele perguntava constantemente sobre como Eduardo lutara daquela forma.… 279,2 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Júlia esfregou as mãos, tentando se aquecer. A noite naquele mundo parecia ser mais fria do que o que estava acostumada. Também parecia vir mais rápido também. Em um instante e antes que percebesse a luz alaranjada do crepúsculo tinha desaparecido no horizonte. Dando lugar a imensa tapeçaria de estrelas que era o belo céu noturno acima de sua cabeça, coroado com uma bela lua azul brilhando em seu topo. Não havia nuvens, o que fazia a noite mais clara. Abaixo ela via pontos brilhantes… 279,2 K Palavras • Ongoing