Histórias 1
Capítulos 133
Palavras 270,0 K
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por Dellos — Jonas afundou um galho no lamacento chão vermelho a frente, onde a trilha de terra amarela terminava. O galho aparentava ter mais de um metro de comprimento, tendo a grossura de seu braço. Fora retirado por Leandro de uma árvore pequena por ordem do cavaleiro. — É um engolidor — disse Orland apontando para o chão a sua frente —, se pisarmos, seremos engolidos pela terra. O cavaleiro trajava sua armadura suja de terra, com o qual o haviam encontrado. — Então é… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Já era noite quando os reforços chegaram. Algumas dezenas de soldados, acompanhados pelo senhor do vilarejo, Eduardo não lembrava seu nome, devia ser Dony ou algo do tipo. Eles se dirigiram até a grande tenda, armada no centro do acampamento improvisado. Muitos homens haviam sido feridos durante o ataque, e estavam sendo cuidados lá. Paul estava entre eles, tendo tido metade de um dos braços arrancada pelo primeiro urso. Era dito entre os homens, no entanto que ele devolvera o favor a criatura,… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Ele respirou fundo, acertando outra machadada na fenda aberta do tronco. Seus braços gemiam de dor, seu peito tamborilava, suas mãos mal conseguiam segurar o machado, mesmo assim, ele continuava batendo repetidamente. De alguma forma sentia prazer naquilo. Por quê? Não sabia. Deu outra batida, com mais força que as demais e então a árvore pendeu. Ele se afastou, deixando o tronco tombar no chão. Não precisava se preocupar em acertar alguém, os grupos de lenhadores tomavam distância uns dos… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Eduardo acordou com o braço de Caio por cima de seu rosto. Ele o empurrou para o lado e sentou-se na cama. Apesar de dormir feito uma pedra, o cara era inquieto mesmo estando inconsciente. Olhou para cima, onde feixes de luz saiam por entre as brechas do telhado, indicando que o sol já nascera. Eduardo se levantou e esticou os braços, espreguiçando-se. Sentia dores vindas do “treinamento” noturno que fazia com Caio. Apôs o rio, ele perguntava constantemente sobre como Eduardo lutara daquela forma.… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Júlia esfregou as mãos, tentando se aquecer. A noite naquele mundo parecia ser mais fria do que o que estava acostumada. Também parecia vir mais rápido também. Em um instante e antes que percebesse a luz alaranjada do crepúsculo tinha desaparecido no horizonte. Dando lugar a imensa tapeçaria de estrelas que era o belo céu noturno acima de sua cabeça, coroado com uma bela lua azul brilhando em seu topo. Não havia nuvens, o que fazia a noite mais clara. Abaixo ela via pontos brilhantes… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Júlia afundou as roupas na bacia cheia de água, as esfregou, e então espremeu, derramando a água suja na terra, pondo-as em outro balde depois. Ela se inclinou para trás, olhando para cima. Bocejou, enchendo-se de ar pela quinta vez naquele dia. Sentia os braços doloridos, seu peito inflava e se encolhia de forma irregular. Se perguntava quanto tempo levaria para terminar, olhando desanimada para a pilha de roupas ainda sujas ao seu lado. — Já cansou Jú? — perguntou Leticia com um… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — O vento do deserto soprou sobre o rosto de Zaya. Ela olhou para o horizonte, onde o sol há muito tempo submergira por detrás dos infindáveis montes dourados que compunham o mundo em que vivia. Ouvira histórias de outros mundos, muito diferentes daquele. Seu pai lhe contara sobre lugares além da areia. Um mundo azul conhecido como mar, feito inteiramente de água, onde viviam estranhos seres conhecidos como peixes. E um verde, repleto de árvores, em que a comida era abundante. Era difícil… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — A mão saiu da capa, e, um segundo depois, os olhos de Ítalo arderam. Ele os tapou com suas mãos, gritando. Sentiu um peso contra o seu corpo que o empurrou para trás, contra a dura parede rochosa. O mundo a sua volta se tornou uma confusão embaçada por um momento, até que sua visão voltasse ao normal. Ele olhou para o seu redor, tentando entender o que estava acontecendo. Marcelo estava em cima do homem que caíra antes. Mesmo com o seu braço incapacitado ele segurava seu… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — — Que merda de calor infernal é esse? Sinto que estou cozinhando — Marcelo resmungou. Sua cara estava vermelha e suada. Apesar dos avisos de Pamela e Ítalo, o homem, com notória falta de cabelos, teimou em continuar vestindo sua calça jeans clara, e camisa abotoada. Ítalo imaginava quão quente a careca do homem deveria estar. — Como exatamente deveríamos dormir assim? — reclamou, remexendo-se sobre o chão de pedra. — Falando de cinco em cinco minutos, é que… 270,0 K Palavras • Ongoing

por Dellos — Eles se moviam o mais rapidamente que podiam através dos lamacentos brejos. E das grossas raízes, que se espalhavam como cabelos caídos pelo chão. Mais de uma vez, Jonas tropeçou nelas, ou afundou seus pés até os joelhos no solo traiçoeiro do pântano. Leandro e Túlio ajudavam graça a caminhar. A senhora já parecia ter chegado ao seu limite a muito tempo. Tendo imensa dificuldade em se mover pelo difícil terreno. Várias vezes ela pediu para que parassem. Mesmo assim eles não pararam. Não… 270,0 K Palavras • Ongoing