Lidec

    Histórias 3
    Capítulos 104
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    Tempo de Leitura 7 horas, 11 minutos7 hrs, 11 m
    • Capítulo 3: Assassino de Branco, parte 3

      Capítulo 3: Assassino de Branco, parte 3 Capa
      por Lidec Mudança de ponto de vista forçada. Ele milagrosamente havia escapado com o amigo através dos fundos do prédio. Após algum tempo de caminhada, roubou uma moto e foi para um prédio gigante no centro da cidade. Subiu ao último andar, este que não possuía nenhum residente além dele, e jogou seu amigo no sofá. Encarando Doorugami Touma, ele sorriu pensando no corajoso Ventura. — Heh, dessa vez ele quem terá o protagonismo. Só que… eu até gostaria de deixá-lo tomar a frente desse…
    • Capítulo 2: Assassino de Magos, parte 2.

      Capítulo 2: Assassino de Magos, parte 2. Capa
      por Lidec O cheiro do ar ao meu redor era doce, ainda que isso não escondesse o fato de ser oriundo de um produto industrial. O freecor de lavanda não combinava nem um pouco com o choque entre nós e ele. Faíscas invisíveis saíam dos olhos do sequestrador e Nathan. — Leva o Zé ruela do Touma pra algum lugar seguro — falei pra ele. — Lugar seguro? E tu vai fazer o quê, lutar contra esse cara? Ao menos sabe quem ele é, idiota?! — Eu não sei e nem preciso saber — rebati, e logo em seguida…
    • Capítulo 1: Assassino de Magos, parte 1.

      Capítulo 1: Assassino de Magos, parte 1. Capa
      por Lidec — É… É dinheiro que você quer? "Puta que pariu… inferno! Inferno, inferno, inferno!" — Não — a voz do sequestrador engrossou, de repente —, para ser honesto, nenhum dinheiro que você tenha valeria de alguma coisa. Você não é dessas crianças de família rica. — Co… como você sabe? — Se é amigo de Doorugami Touma, meu alvo, certamente não é alguém de classe alta — falou com certeza em sua voz, esse filho da puta. — Então o que você quer? Hein?! — Não…
    • Capítulo 0: Apenas uma segunda-feira.

      Capítulo 0: Apenas uma segunda-feira. Capa
      por Lidec O aeroporto estava a cinco quilômetros de onde estávamos. Depois de resolver as situações na Inglaterra, eu e meu amigo voltaríamos ao nosso amado país-arquipélago. Mas… …Cacete! Nem em Dokoka as coisas são assim! — Como diabos esses cornos hackearam a merda de um carro?! — reclamou meu amigo. O veículo em que nos encontrávamos era um tanto espaçoso, então não deveria ser tão ruim ficar preso nele.  O problema era o calor! — Esses filhos da puta… eles tão…
    Nota