Um pequeno escritor com somente uma história :] Histórias 1
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Palavras 215,9 K
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por Maik — Sufocante, como se a existência daquelas estrelas roubasse todo o ar para si, não por ganância ou malícia, mas por cuidado e carinho com quem estava ao seu lado. Tudo ao redor parecia não existir diante daquele olhar universal; era como se o chão se ausentasse e a escuridão tomasse conta do vento. Cada um dos luminares presentes em seu olhar parecia contar uma história diferente. Aquele garoto não dava a impressão de observar, parecia que ele sabia o que estava diante de si. Sem que ela… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — Aqueles olhos, escuros como a noite, estavam completamente estáticos e fixos no chão. Era como olhar para um céu que não tinha nuvens e tampouco um sol. Havia outro destaque quase que impossível de não reparar: abaixo dos olhos, um tom avermelhado era claro como uma água filtrada, entregando suas dores como um troféu. O mais curioso de tudo é que não havia lágrima alguma, tampouco ações desesperadas, apenas o silêncio, algo que todos experimentaram pelo menos uma vez. Acontece quando… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — A flor, outrora gentil, tornou-se a tempestade que traz a própria chuva, não por amor, mas ódio eterno ao injusto: um inocente que quase foi ferido. A mesma mão que apaziguou as gramas em gentileza, fechou-se em desprezo, segurando o próprio coração, que se tornara um vulcão, para que não entrasse em erupção. Os lábios, que sussurraram misericórdia, cerraram-se contra a própria vontade para que não houvesse risco de desejar quaisquer maldições contra quem quer que seja. O gentil e… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — Uma sensação incômoda começou a subir por todo o corpo. Era como se infinitas abelhas picassem cada pequena fibra que existisse em seu ser. O vazio, fundindo-se com essa estranheza, começou a ficar mais presente, mas não de modo figurativo; tudo parecia estar mais leve. Os pés pareciam deixar de existir e, as mãos? Flutuavam, como se sua alma fosse abduzida, abandonando o corpo físico em um ritmo lento. Assim que o pescoço inclinou para cima, pôde ver algumas partículas escuras voando,… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — A medida que aqueles seres atravessavam o portal, seus números, assim como a aparência, ficavam cada vez mais evidentes para quem os observava. Nem um, nem dois, três ou quatro, eram cinco. Uma mulher, um homem e três garotos. Os rostos e corpos ainda eram ocultos pela escuridão do transportador, mas as características eram visíveis. Ônix abriu levemente os olhos, repousando levemente a mão sobre o peito. Em seguida, suspirou profundamente ao ver que sua preocupação era… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — O vento ausentava seus movimentos, entregando-se à curiosidade que sentiu, silenciando até mesmo os seus sussurros para que pudesse ter total atenção. O coração fazia o papel de tambor. Mesmo que estivesse em um ritmo aparentemente calmo, a força de seus batimentos não escondia as incertezas. O universo que morava naqueles olhos tentava mostrar neutralidade diante do imprevisível, mas cada uma daquelas estrelas sabia da verdade. Conseguia ser mais desconfortável do que andar de olhos… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — Os olhos, que antes se maquiavam com o vermelho da dor, estavam limpos, como se estivessem acabado de ser concebidos pela graça de uma boa noite de sono. A angústia, que nascia no peito e se reproduzia na mente, teve seu fim assim que encontrou mais um motivo para viver, esquecendo do desejo da morte. O vento parecia dar voltas em si, como uma criança correndo ao redor de seu pai, com suas gargalhadas sendo tão claras quanto o dia. A grama sob seus pés dançava, sempre o lembrando que a… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — Depois de alguns segundos, as gramas não sussurravam para todos os cantos que alguém havia a pisoteado, tão pouco o vento murmurava sua sutil presença. Não havia coruja, muito menos o som dos galhos se movimentando enquanto as folhas secas se quebravam em sua delicadeza, entregando-se ao vazio. Perante esse cenário, lá estavam a dupla do Norte estagnadas, um olhando para uma visão contrária, como se evitassem contato visual a todo custo. O silêncio descrito anteriormente tornou-se um… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — Aquela noite foi longa, mas imersiva. A lua se negava a se ausentar do céu, mas não era ruim, muito pelo contrário, era tão bom quanto respirar pela primeira vez. Cada segundo da música criava um evento memorável diferente. Todos sorriam, sem prestar atenção na felicidade que estavam sentindo. Minutos depois, a música estava a segundos de acabar. Todos os garotos se distanciaram, observando o casal como quem presencia um casamento. Luna e Douglas cessaram suas danças, ficando um diante… 215,9 K Palavras • Ongoing

por Maik — Nada mais foi dito após essa frase por alguns segundos. Era como se o silêncio se estabelecesse como o único dono legítimo que aquele lugar tinha a oferecer. Ônix olhava a escuridão que habitava naquele capuz com um olhar de quem já havia perdido tudo. Nada no mundo parecia importar perante aquele olhar que se mostrou morto. A criatura encapuzada fixou-se neles. Mesmo que seu pensamento não fosse exposto, era claro como o dia o que ele estava pensando perante essa situação. Não havia… 215,9 K Palavras • Ongoing