Um pequeno escritor com somente uma história :] Histórias 1
Capítulos 117
Palavras 214,5 K
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Tempo de Leitura 11 horas, 54 minutos11 hrs, 54 m

por Maik — Seu cabelo, tão grande quanto cacheado, entregava-se à brisa do vento. Ele, com sopros sutis, sussurrava sutilmente que estava presente. O objetivo era impedi-la de pensar que estava sozinha, mas tudo era em vão. Cada passo dado chegava aos ouvidos, mas era a mesma coisa que nada. A rua era cheia de gente, não importava onde via, no entanto, no estado monótono que se encontrava, ter ou não pessoas por perto não faria diferença. Seus olhos conseguiam enxergar as pessoas, mas estavam opacos… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — O ar frio caminhava em direção ao seu peito. Quando estava prestes a atingi-lo, espalhou-se pelo corpo e o rodeou, mas ele nada sentiu. As estrelas dos olhos universais giravam cada vez mais devagar. Entre todas as pessoas que poderia enfrentar, tinha que ser justamente ela? Seu rosto baixou-se levemente. A recompensa que o aguardava de tudo o que esteve fazendo até agora seria o progresso da sua história e desejo, mas... "Será que... isso é certo mesmo?" #blur-1 #centro Tap... Tap...… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — — Obrigada, S9. Sua voz desinteressada ecoou ao horizonte. As pupilas caminhavam com calma, observando cada um dos oito participantes ali presentes. Para ela, não havia muito o que destacar, apenas duas coisas lhe chamou a atenção, e uma delas foram os olhos universais do garoto. Era tão estranho quanto único, como ver um unicórnio pela primeira vez. Ainda que observasse mais do que queria, não conseguiu encontrar um fio de hostilidade. E assim foi com os outros seis olhares. Não… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — Uma breve confusão pousou em seu olhar. Era tão palpável que deixava as indagações óbvias que ele fez a si mesmo, como: “Será que deixei passar alguma coisa?” No entanto, não pensou tanto sobre, apenas agiu. Dessa forma, sentou-se ao seu lado, olhando-a nos olhos, esperando o que ela tinha para dizer. — Sabe, depois de tudo o que aconteceu, eu comecei a me atrair por você, mesmo que eu te conheça pouco. De pouco a pouco as peças se encaixavam. Preocupação excessiva, as lágrinas… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — Zumbido. Eis isso tudo o que Carlos pôde ouvir. Suas orelhas tremiam sozinhas. Sangue era tudo o que elas podiam oferecer ao portador. Tudo, ao seu redor, era escuro. O bastante para fazê-lo questionar se seus olhos estavam realmente abertos; no entanto, não tinha energia para concluir seu raciocínio. Um de seus dedos tremeu, mas isso era tudo o que podia fazer. Tentar levantar nesse cenário era impossível, suas costas pareciam pesadas demais. Por um momento, pensou que estava morto. Não… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — Partículas prateadas sobrevoavam a arena. Em um ritmo individual, todas elas repousavam sobre os destroços do recinto para consertá-los. Quando um concreto era devidamente recuperado, também era carregado para a parte em que descolou, e assim foi até o reparo ser concluído. A Nona Sistema observava de cima. Seu olhar estava firme o bastante para fazê-lo brilhar sutilmente. Um suspiro discreto escapou assim que seu trabalho foi concluído. Logo em seguida, buscou saber onde a Segunda Sistema… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — O vento caminhou em suas orelhas e lá se acomodou. Depois, sussurrou bem de perto para fazê-lo notar a sua presença, mas era como se ele não estivesse lá. Seu coração batia, mas sem som algum. O ar andou pelo peito e saiu pacientemente pelas narinas; ainda assim, nada o puxava para o presente. Na mente, o passado surgia sem pausa, desde as memórias dele lutando junto com Morfius até o assassinato recente em que ele participou. A guarda se desfez, o pescoço ergueu-se ao céu e as… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — #centro Foosh… centro# O vento caminha pelo horizonte como se estivesse no velho oeste. Na arena, duas pessoas retornavam para a arquibancada. Seus olhos eram tão secos quanto desconfortáveis. A vitória nem parecia os rodear. Mais presente do que eles era o silêncio. Nada vinha de canto algum. Graças a isso, seus passos podiam ser ouvidos sem dificuldades. Estavam frente à parede pouco tempo depois. As mãos encostaram nela, e isso bastou; o corpo começou a se dissipar feito… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — Respirar naquele ambiente era o mesmo que tentar engolir chamas. Foi apenas um ataque no tórax, e isso foi o suficiente para fazê-lo repensar nas suas escolhas. Havia alguma possibilidade de vitória perante aquele ser à sua frente? Um que disse adeus à piedade para abraçar a vingança? “Merda… Não tenho tempo pra pensar nessas coisas.” Os dedos trêmulos ergueram-se aos lábios e limparam o sangue que escapou. Seu olhar, aparentemente determinado, ocultava a covardia que habitava na… 214,5 K Palavras • Ongoing

por Maik — #centro Bump, Bump, Bump, Bump, Bump… centro# Grita o coração da presa. Carlos((@Maik: Um detalhe importante: lembram que, no capítulo anterior, escrevi que ele se levantou sem o seu consentimento? Isso significa que, ao consumir o item especial, não é ele quem controla o próprio corpo.))sente o calor do fogo vir de dentro para fora. Aos seus ouvidos, nada existia, senão o som da sua própria respiração ofegante. Pouco depois, faíscas escuras começaram a surgir em ambas as… 214,5 K Palavras • Ongoing