Tamo traduzindo tamo traduzindo. Histórias 1
Capítulos 176
Palavras 212,3 K
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por J - O Leitor — — Aqui está você, Mestre Inala. — Gudora ergueu a cabeça e encarou Inala com calma. — Onde esteve esse tempo todo? — Estou esperando aqui desde manhã. — Eu... — Inala lançou um olhar para Asaeya, percebendo de imediato que faltava uma das Bombas de Prana embutidas no bracelete. Isso não deveria ter acontecido, mas, graças à sua atenção aos detalhes, notou uma lasca de madeira minúscula, quase invisível a olho nu, próxima aos pés dela. Pela localização, ficou evidente… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — Gerenciar uma grande população era mais fácil na teoria do que na prática, especialmente no que tange à alimentação. Se buscassem refúgio, a demanda por comida seria astronômica. Pouco importava o volume estocado, as reservas secariam rapidamente. Confrontado com tal conclusão, o Caracol Carniceiro deu a ordem à sua Tribo Molusco, induzindo os Membros da Tribo a um suicídio coletivo, matando uns aos outros. Poupou apenas o garoto e a garota mais evoluídos, pois eram os frutos de seus… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — O amanhecer já despontava quando Inala voltou para casa e desabou na cama para descansar. Estivera constantemente ocupado com inúmeras tarefas, muitas vezes a ponto de sacrificar o próprio sono. "Eu só quero cultivar e vagar por Sumatra em paz", pensou, fechando os olhos e adormecendo imediatamente. Para seu azar, um Batedor Zinger Empíreo em sua forma miniatura surgiu ao lado da cama, emergindo de uma entrada de túnel próxima. A criatura abriu a boca e soltou um guincho curto. Os olhos de… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — Cidade Comercial de Ellora! A via adjacente à estrada principal, rebatizada de Rua do Teatro, borbulhava de atividade, um contraste gritante com três anos atrás, quando era uma viela estreita com quase nenhuma movimentação humana. Carruagens luxuosas chegavam à Rua do Teatro enquanto homens e mulheres trajados com elegância desembarcavam um após o outro. Havia uma fila de jovens uniformizados, os funcionários do local. Eles ofereciam serviços de manobrista, levando-as para o pátio de… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — — Quem descobriu essa informação? — perguntou Raaha. — Inala — respondeu Orakha. — Atualmente, ele vive em uma região bloqueada do resto de Sumatra pelos poderes de um Gotejador de Lodo. — Um Gotejador de Lodo? — Raaha ficou pasmo. — Ainda existe um Gotejador de Lodo em Sumatra? — Sim. — Orakha assentiu. — Na região que ele criou, existem quatro outras Bestas Prânicas de Grau Prata: Rocatriz, Caracol Carniceiro, Amêijoa Enraizada((O termo original é "Clam", traduzido… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — — Como... o que acabou de acontecer? — O Rei Javali ficou agitado ao ver a Natureza do Tentáculo Empíreo de Ferro desaparecer de seu Mapa Astral. "Ele está prestes a reviver?" — Aconteceu alguma coisa? — Yarsha Zahara perguntou, preocupada. — Perdi o poder do Tentáculo Empíreo de Ferro — explicou o Rei Javali. — Eu o estava guardando para impedir o nascimento do Tentáculo Empíreo Místico. Mas, de alguma forma, ele sumiu do meu Mapa Astral. Enquanto a dupla preocupada… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — — Arf… arf… — Orakha ofegou, buscando ar após ser revivido pela segunda vez. Encarou a figura de Raaha parada diante dele e curvou-se em resposta: — Minhas saudações ao Chefe do Clã Mamute! — Você me conhece? — Foi a vez de Raaha se surpreender. — Não creio que já tenhamos nos encontrado antes. — Sim, é verdade. — Orakha lançou um olhar sutil para a árvore carnívora ao seu lado e fez sinal para conversarem mais longe. Como a planta estava em processo de desenvolver uma… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — — O que você pretende fazer, Yennda? — Orakha perguntou, assim que foi revivido pela terceira vez. — Eu... não sei — Yennda respondeu, abatido pela tristeza. — Todos os meus planos falharam. Agora, sou apenas um escravo de Blola. Não tenho futuro. — Entendo. — Murmurando isso, Orakha se afastou. Ao se posicionar atrás de um grande pedregulho, observou uma barreira de energia se erguer ao redor deles e disse: — Chefe, contanto que o corpo dele absorva sangue suficiente de uma Presa… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — Nenhuma vida podia existir nas Planícies Ennoudu por causa das ações dos Tentáculos Místicos. Não se sabia há quanto tempo eles existiam. Algumas pistas indicavam que eles estavam lá desde o nascimento do Continente de Sumatra. Desde o início, eles já haviam desbloqueado o caminho para o Grau Místico. Cada era no Continente de Sumatra dava à luz um Tentáculo Místico. Depois de algumas eras, o Tentáculo Místico da época decidiu criar um novo poder para sua raça. Durante sua pesquisa,… 212,3 K Palavras • Ongoing

por J - O Leitor — Enquanto o Clã Wean era estabelecido, a manada de 104 Presas Empíreas saiu do Cânion Dieng, prosseguindo em sua nova rota. Em Crônicas de Sumatra, o foco estava apenas na manada menor, de 43 Presas Empíreas. Mas agora, após a fusão, elas passaram de cem. Assim que isso aconteceu, a manada começou a liberar uma pressão disforme em seus arredores, fazendo com que quaisquer Bestas Prânicas que se aproximassem enfraquecessem em resposta. Enquanto a manada deixava o Cânion Dieng, uma figura… 212,3 K Palavras • Ongoing