Olá, leitores! Eu sou Vintreun. Embora minha rotina seja dividida entre a engenharia mecânica, minha empresa e a fazenda, a escrita sempre foi minha verdadeira paixão. Escrevo textos e poemas há muito tempo, mas este é meu primeiro livro. A grande "culpada" por esta história existir é minha esposa, minha maior incentivadora. Este livro é, acima de tudo, uma carta de amor para ela — uma carta particular, talvez estranha e perturbada, que carrega minhas filosofias de vida. Como autor de primeira viagem, adoraria saber o que acharam. Críticas construtivas são bem-vindas e me ajudarão imensamente a evoluir. Obrigado pela leitura! Histórias 1
Capítulos 28
Palavras 37,9 K
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Tempo de Leitura 2 horas, 6 minutos2 hrs, 6 m

por VINTREUN — O universo de Jax reduziu-se ao retângulo de cristal blindado do seu visor. Lá fora, o corredor principal do Pavilhão de Adel era um inferno silencioso, uma catedral gótica profanada por uma carnificina que não fazia barulho. As luzes de emergência vermelhas pulsavam num ritmo hipnótico, banhando o metal retorcido e os corpos quebrados de seus companheiros num brilho intermitente e sangrento. O vácuo devorava os gritos, mas no canal de comunicação da unidade, o pandemônio era… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — "Eles estão nos flancos! Atravessaram o perímetro! Estamos sendo massacrados! Recuar! Recuar para...!", gritou a voz do Tenente Cornelio pelo canal de comando geral, antes de ser abruptamente cortada por um chiado agudo de estática final. Silêncio. O canal de comando geral era agora um pandemônio inútil, uma cacofonia de gritos, orações desesperadas à Deusa-Imperatriz ou Adel, sons de vômito dentro de capacetes e o som agudo de estática final à medida que mais e mais sinais vitais… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — Como se conjurados pelas palavras aterrorizadas de Anya, portais dimensionais instáveis, não mais feridas estáticas e abertas na realidade, mas rasgos rápidos, silenciosos e cirúrgicos no tecido do espaço, começaram a se abrir e fechar erraticamente atrás e dentro das linhas defensivas da Hegemonia. "Deusa-Imperadora, eles estão dentro da formação! Atrás de nós! Setor Gama, eles..." A voz no canal geral foi cortada por um som úmido e final. E deles, emergiram os Messores. Eram… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — "A distorção falha por um microssegundo após ele atacar!", respondeu Anya instantaneamente das vigas. "Ele tem de baixar o escudo para usar a foice! Há uma janela de vulnerabilidade!". "Jax, provoca-o! Força-o a atacar!", ordenou Zeon, o seu 'Espectro' já a mover-se para uma posição de flanqueamento. "Com prazer! Anda cá, seu lixo esquelético! Herege do caralho!", gritou Jax, avançando e usando o seu canhão de plasma a queima-roupa, forçando o Declinationes a erguer a sua foice púrpura… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — A fúria da batalha irrompeu no corredor principal do Pavilhão, transformando a arquitetura gótica e silenciosa num inferno de luzes piscantes, ecos ensurdecedores de disparos e o cheiro acre de ozônio e metal vaporizado. A formação 'Tartaruga de Aço', embora montada às pressas por unidades assustadas e desmoralizadas, mantinha-se firme por enquanto. A disciplina implacável da Hegemonia, gravada a fogo em cada soldado, erguia-se como uma barreira frágil contra o avanço silencioso e alienígena… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — O grito do metal foi a primeira coisa que Zeon ouviu através da interface neural. Não o som limpo de uma explosão externa, mas o gemido prolongado e agonizante de vigas de sustentação internas, com um quilômetro de comprimento, se torcendo sob uma força inimaginável para a qual não foram projetadas. A fortaleza inteira tremeu violentamente, e o chão maciço do Pavilhão de Adel moveu-se sob os pés pesados de seu Kation como o convés de um navio apanhado numa tempestade cósmica. Poeira… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — A fúria impotente queimava na garganta de Zeon enquanto ele observava as últimas naves de extração desaparecerem no negrume pontilhado de estrelas distantes. Traído. Abandonado. As palavras ecoavam em sua mente com a finalidade de uma sentença de morte. Ele se reuniu apressadamente com os outros líderes de unidade na vasta câmara principal da fortaleza, perto dos portões colossais recém-arrombados. Os destroços retorcidos das juntas explodidas ainda fumegavam silenciosamente no vácuo… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — O silêncio era tão denso que parecia pressionar fisicamente os sensores auditivos dos Kations, abafando até mesmo o zumbido interno de seus próprios sistemas. Cada rangido ocasional da estrutura antiga da fortaleza sob alguma tensão invisível, cada murmúrio distante de sistemas auxiliares ainda lutando teimosamente para funcionar nas profundezas da estação, soava como um grito agudo na quietude sepulcral. Avançando lentamente pelo corredor principal — um cânion artificial flanqueado por… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — O hangar principal da Nasus era uma sinfonia controlada de caos industrial. Guindastes magnéticos gigantes moviam mísseis do tamanho de caças estelares, técnicos em macacões manchados de graxa corriam freneticamente entre as pernas colossais de gigantes de metal adormecidos, e o ar vibrava com o cheiro de propelente químico, metal superaquecido e a ansiedade palpável de uma força prestes a entrar em combate. A unidade DK-78B02 se preparava apressadamente em seu próprio nicho de lançamento… 37,9 K Palavras • Ongoing

por VINTREUN — Ano 10.346, 24 de Mensis Sacrificium, EBT. A Nasus saiu do Dobramento com um solavanco violento que fez as placas do casco rangerem como ossos velhos a quebrar. A quietude súbita que se seguiu foi mais perturbadora do que o zumbido constante e enlouquecedor da viagem sub-real. Zeon já estava na ponte de comando, a disciplina férrea do soldado superando a exaustão profunda de seu corpo e alma após a noite anterior. Anya estava ao seu lado, seu braço protético recém-calibrado conectado diretamente… 37,9 K Palavras • Ongoing