lokyroque

    Histórias 1
    Capítulos 14
    Palavras 24,5 K
    Comentários 14
    Tempo de Leitura 1 hora, 21 minutos1 hr, 21 m
    • Capítulo IV- Poder

      Capítulo IV- Poder Capa
      por lokyroque Depois das nada animadoras notícias, voltei ao meu quarto e passei algumas horas pensando no que fazer. As dores de cabeça que eu já sentia haviam aumentado; eu sabia que vinham do meu espectro, mas não eram fortes o bastante para me impedir de pensar. Eram apenas um incômodo constante, como um ruído ao fundo. No fim, decidi ignorá-las por enquanto e tomei minha decisão: eu deveria ir atrás do Gui. Precisava falar com ele sobre tudo o que estava acontecendo. Tomei um pouco de coragem e peguei…
    • Capítulo II- Revolta

      Capítulo II- Revolta Capa
      por lokyroque A voz ecoava na minha cabeça. No meu braço esquerdo, uma longa tatuagem de serpente apareceu. Dela, uma pequena cobra branca de olhos esmeralda surgiu no meu ombro, aumentando de tamanho até se enrolar por toda a lança. A cada movimento da serpente, eu sentia uma dor intensa e um cansaço profundo tomarem meu corpo. Meus grunhidos de dor escapavam sem que eu conseguisse conter. Era como se a própria lança estivesse perfurando meu braço. Ashley observava, ao mesmo tempo admirada e assustada. Era…
    • Capítulo III- Símbolos

      Capítulo III- Símbolos Capa
      por lokyroque Enquanto o corpo de Roberto jazia no chão, eu podia ver o olhar de Gui. Seus olhos, que antes eram sempre tão serenos, agora pareciam tomados por ódio. — Ei, Miguel… — ele perguntou, com um tom sério. — Oi, Gui — respondi, ainda caído no chão. — O quanto você viu? — Seu olhar se voltou para mim de forma ameaçadora. Quando tentei começar a falar, ele me interrompeu. — Você estava aqui o tempo todo, não é? Você viu ela chegando. Você poderia ter impedido ela… Me…
    • Capítulo I- Quem?

      Capítulo I- Quem? Capa
      por lokyroque O ar gelado daquele lugar enchia meus pulmões e parecia rasgá-los por dentro. Cada ferida latejava; minhas cicatrizes pareciam queimar mesmo com o frio. Segurava firme minha lança, ajustando a postura mais uma vez. À minha frente, alguém que um dia chamei de amigo me encarava. Não precisava dizer nada; a gente sabia o que vinha a seguir. Ele segurava a espada e avançava. Por um segundo, tudo pareceu parar, até que ele levantou a lâmina… Pa! Caí da cama. Ainda meio lento, meio zonzo por…
    Nota