Histórias 1
Capítulos 27
Palavras 47,1 K
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por Johnny Sat Oliveira — O porto de Gávoia sempre foi muito cheio, nosso comércio muito incentivado com os reinos do continente ocidental. Khoran e Zalíria eram excelentes parceiros comerciais e sei que, no passado, era comum encontrar uma dúzia de navios estrangeiros ali. Depois que a guerra explodiu, isso se tornou impossível. A Ruptura fica no meio do caminho e é pedir para se arriscar muito virem direto para cá. Ainda podem vir pelo norte, no nosso porto de Helicacia ou Irem. E é através desses dois… 47,1 K Palavras • Ongoing

por Johnny Sat Oliveira — — Que tipo de convocação é essa? — Barkot estava segurando a carta Baplin ler, mas estava de cabeça para baixo. E ainda sim, de alguma forma, Baplin estava lendo normalmente. Gakina estava em um mergulho junto com seu familiar e nós dois estávamos sentados em uma rocha, vendo o mar enquanto a esperava. O horizonte se estendia e não era possível enxergar nada além do mar que se encontrava, no infinito, com o céu azul. Nenhuma ilha próxima ou outra terra acessível por… 47,1 K Palavras • Ongoing

por Johnny Sat Oliveira — Quando entrei na academia, vi o garoto com o gato dormindo logo depois da entrada. Levantei uma sobrancelha, cutucando Baplin com o cotovelo para mostrar a cena. Ele estava em um banco, encostado na parede e com o felino usando seus braços cruzados como uma cama que parecia muito confortável. Isso explica porque ele não voltou… O time formado pelo general foi composto por Ralik, que ele colocou como capitão e responsável durante sua ausência, Baplin, Gakina e eu. A princípio esse time parecia… 47,1 K Palavras • Ongoing

por Johnny Sat Oliveira — Kairin, o pássaro-trovão filhote, chegou quando eu completei oito anos de idade, como eu tinha previsto. Despertar o dragão não pareceu ter mudado tanto o acontecimento das coisas como eu achei que aconteceria. Tive medo de, por já estar com Victoria, eu não ser considerada para aquele laço que se formaria com a cria de Percivarez e outro da família ser colocado em meu lugar. Seria justo, não seria? Minha avó parece ter planos diferentes, no entanto. Talvez ela não tenha considerado que minha… 47,1 K Palavras • Ongoing

por Johnny Sat Oliveira — Eu estou caindo e caindo. Eu grito, mas minha boca não parece emitir nenhum tipo de som. Ou emite e ele só não se espalha por aquele vazio. Estico as mãos, tentando alcançar qualquer coisa próxima, mas não encontro nada e continuo a despencar. Algo toca em minha mão e eu agarro firme, mas não vejo nada quando olho naquela direção. E então a queda acaba quando minha bunda bate no chão, me despertando da escuridão para o ambiente ao meu redor. Estou em um quarto. Um quarto muito grande. A… 47,1 K Palavras • Ongoing

por Johnny Sat Oliveira — O sangue de Victoria, minha parceira dragão, fazia um desenho rubro pelo chão de pedra enquanto meu tio, Danibor, andava em minha direção. Suas botas pisavam no líquido e deixavam um rastro para trás conforme ele se aproximava de mim. A espada de nossa família em sua mão direita, pronta para me matar. Somos nahuales. Criaturas ligadas à natureza com uma forte conexão feérica. Isso fica evidente em suas orelhas pontudas, iguais às minhas. A idade nos alcança de forma diferente dos humanos e,… 47,1 K Palavras • Ongoing

por Johnny Sat Oliveira — Quando completei sete anos, dois anos depois que Vic despertou, minha avó me chamou do lado de fora de sua casa. Apesar de morarmos em um castelo, murado e ter até um palácio ali, ela vive em uma pequena casa, com um pequeno jardim. E eu vivo nele com ela, já que meus pais morreram pouco depois que eu nasci. Meu tio, Danibor, era o general dos Veridions e meu pai tentou tomar dele para assumir em seu lugar. Até hoje, penso nessa história esquisita. É estranho estarmos do lado de quem tenta dar o… 47,1 K Palavras • Ongoing