Max Sthainy

    Histórias 1
    Capítulos 217
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    Tempo de Leitura 19 horas, 13 minutos19 hrs, 13 m
    • Capítulo 121: A dualidade de Mical

      Capítulo 121: A dualidade de Mical Capa
      por Max Sthainy — O lugar parece uma fortaleza — disse Tâmara, com um monóculo num dos olhos, que possibilitava ver melhor à distância. Estavam no alto de um prédio, observando o prédio vizinho que, de acordo com os pensamentos de Andrei, seria onde Kath estaria escondida. A estrutura se erguia em muitos andares. Um muro alto delimitava as fronteiras da propriedade. No interior, muitos homens armados circulavam. Usavam ternos pretos e tinham, nos ouvidos, dispositivos de comunicação. Uma barreira circundava…
    • Capitulo 122: Olhos roxos

      Capitulo 122: Olhos roxos Capa
      por Max Sthainy Portas de aço desciam, lacrando as entradas do prédio, enquanto o alarme soava. A maioria dos guardas já estava fora de combate. Tâmara e Clara tinham jogado alguns deles sobre as minas no chão, para explodi-las. Mical, Jéssica e Renato optaram por detonar as bombas atirando nelas. Lírica as ignorava, apenas pulava pelo campo de batalha, evitando-as. Precisavam correr, para entrar no prédio antes das portas fecharem-se completamente. Mas algo aconteceu. Um estrondo. O chão tremeu. E…
    • Capítulo 123: Reflexo nos cacos

      Capítulo 123: Reflexo nos cacos Capa
      por Max Sthainy Kath estava no último andar do prédio.  Por toda propriedade havia inúmeras micro câmeras de segurança escondidas que transmitiam as imagens por uma conexão protegida de internet via satélite. A garota acompanhava os acontecimentos, assistindo tudo pelo celular. Ela acreditara que o mago, junto dos seguranças, dariam conta, mas se enganou. Começou a ter dúvidas se o vampiro venceria. Mas uma boa notícia: o garoto foi o único que conseguiu entrar. As paredes e portas são seladas…
    • Capítulo 124: O âmago da Joia

      Capítulo 124: O âmago da Joia Capa
      por Max Sthainy — Essa coisa é… forte demais! — disse Tâmara, limpando o sangue da boca. Estava ferida. Sua pele ardia por causa das queimaduras causadas pelo choque elétrico. — Tem que ter uma fraqueza! — retrucou Jéssica. Clara estava do outro lado do campo de batalha. Se erguia da cratera no chão. Mal teve tempo de se levantar, e foi atingida pela pata do bakeneko novamente. A força do ataque fez Clara ser jogada contra uma árvore próxima que, ao ser atingida, explodiu em pedaços, e a…
    • Capítulo 125: Sombras e Lâminas

      Capítulo 125: Sombras e Lâminas Capa
      por Max Sthainy  Após ser ferido, o gato-monstro recuou, com um salto, ganhando distância das garotas. Tal qual um gato acuado e assustado, mostrava os dentes e rugia. Então, sua forma começou a mudar. Um clarão cegou a visão de todos, e quando a luz se dissipou, uma garota japonesa estava no lugar do monstro. Estava nua. Seus cabelos negros, com uma mecha branca na lateral, descia até o meio das costas. E o ferimento à espada subia de seu peito até o ombro. Tinha um olhar assustado. Suas mãos…
    • Capítulo 101: A estrada até aqui

      Capítulo 101: A estrada até aqui Capa
      por Max Sthainy “O que é o mal?  Uma vez eu li um trecho da bíblia que dizia ‘o Diabo está ao redor, bramando como leão, procurando alguém para devorar’ ou algo assim. Não lembro as palavras ao certo, mas era próximo disso. Me faz lembrar que o mal está em todo lugar, em volta, procurando uma brecha, uma abertura para nos atacar. Talvez esteja até dentro de nós. É aquele sussurro, aquela voz suave, adocicada, nos dizendo o que não queremos ouvir. O mal não é uma coisa viva, mas um modo de…
    • Capítulo 102: O lar das crianças

      Capítulo 102: O lar das crianças Capa
      por Max Sthainy A van estacionou em frente ao orfanato. A fachada não era nada luxuosa e não tinha adornos. O portão era velho, enferrujado, do tipo sem grades, que não permitia ver nada dentro do terreno; e o reboco do muro estava rachado. — Chegamos — disse Renato, com um suspiro. Parecia algo entre o alívio e a preocupação. Ele ajeitou Mical e Jéssica em seus assentos, para garantir que permanecessem confortáveis, apesar de estarem desacordadas, em seguida ajeitou Lírica, a demi-humana. Se…
    • Capítulo 103: Desejo e Violência

      Capítulo 103: Desejo e Violência Capa
      por Max Sthainy Renato olhou para as crianças que devoravam os cachorros quentes e bebiam suco de acerola. Eram das mais variadas idades. Os mais novos, por volta dos 6 a 9 anos; e os mais velhos eram adolescentes. Cerca de 20 ao todo. E Dulce e Clarisse cuidavam de todos eles. Era um trabalho exaustivo, obviamente, e elas tinham rugas que provavam isso, além de atestar a idade. Eram senhoras simples, que não estudaram muito. Amorosas no cuidado e cheias de afeto. Do colo quentinho e aconchegante. Renato amava…
    • Capítulo 104: O cavaleiro da guerra

      Capítulo 104: O cavaleiro da guerra Capa
      por Max Sthainy A última coisa de que Abigor se lembrava era de ter sido sugado através de um buraco no chão. Depois tudo ficou escuro, gelado e úmido. Quando abriu os olhos, estava numa sala muito bem decorada, com uma mesa redonda no centro. Ele conhecia o lugar. Já esteve ali algumas vezes exercendo sua influência sobre as pessoas. Até já ajudou a passar algumas leis e barrar outras. Estava na torre do senado federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Pendurado por uma corda presa ao teto, tinha…
    • Capítulo 105: Kamaitachi

      Capítulo 105: Kamaitachi Capa
      por Max Sthainy À meia luz do quanto, Renato observava as meninas dormindo. Tinha um olhar preocupado.  Estavam as três na mesma cama. Jéssica e Mical que estavam inconscientes desde a hora em que desmaiaram no Priorado; e a demi-humana que não abria os olhos desde que pisara na Terra pela primeira vez. A Pedra Fundacional estava pousada sobre a barriga dela, na região do Chakra Umbilical. Renato não tinha capacidade sensorial para perceber o efeito da pedra, mas quando olhava para ela tempo demais,…
    Nota