Histórias 1
Capítulos 217
Palavras 346,0 K
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por Max Sthainy — As pernas de Renato, tremendo, estavam quase cedendo. Ele, com os braços meio levantados, suportava todo aquele peso sobre os ombros. Os joelhos estalavam e rangiam feito maçaneta velha. Respirando pesadamente, ele percebia a visão escurecendo aos poucos; em contraste, alguns pontinhos de luz brilhavam à sua vista. Estava vendo estrelas. Suas forças estavam no limite. Uma das pernas, não suportando a pressão, se dobrou, e Renato caiu com um joelho sobre o cascalho. O domo de fogo se aproximou… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — A fenda no chão cresceu em direção ao círculo mágico que mantinha Uriel preso. — Se o círculo for rompido, o anjo vai conseguir escapar! — disse Mical. O vento forte agitava seus cabelos. Um redemoinho de vento e fogo se erguia e agredia as nuvens. Renato sacou sua espada de ódio, que cintilava entre uma névoa negra, e enterrou a lâmina gelada no chão, bem em frente da fenda que se abria. — A Terra também brilhou aquele dia! — gritou. E a fenda parou de aumentar e de… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Assim que o anjo caiu no chão, morto, Renato cambaleou e também caiu. Fez uma careta de dor e se levantou com dificuldade. — Tô todo dolorido… Clara riu. — Eu não. Eu tô de boa. — Sei… Olhou na direção onde Jéssica e Mical tinham caído, e o que viu foi algo digno de um pesadelo. Mesmo depois de tantos horrores, coisas como essa ainda o chocavam. Ele correu até elas. As duas irmãs estavam flutuando. Seus pés não tocavam o chão, mas deslizava no ar a uns dez… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Jéssica e Mical caíram num tipo de caverna subterrânea gigantesca. Estalactites no teto e estalagmites no chão se projetavam feito lanças ameaçadoras. Às costas delas, uma cachoeira de água e areia descia da superfície e caía rumo ao centro da terra. Um brilho alaranjado rasgou o escuro. E as garotas viram o anjo. Estava preso por correntes que saíam de dentro das rochas. Suas asas, sem plumas, eram apenas uma projeção de nervos, cartilagens e pele enrugada preso às costas. Ele se… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — O corpo do alquimista Flamel ainda estava no mesmo lugar, caído sobre o chão, com a cabeça esmagada e a marca do sapato de Clara carimbada nos miolos. Algumas moscas sobrevoavam, farejando a carne morta onde pudessem pôr seus ovos. No térreo, havia vários corpos de policiais, com as partes íntimas estouradas e vazando sangue. Um deles ainda estava vivo e se arrastava no sangue, tentando chegar à saída. Mas não teve forças, então apenas pegou o comunicador da cintura e falou com voz… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Tâmara, assim que viu Renato, se jogou sobre ele, abraçando-o com força. — Ah, Renato! Quando você saiu daquele jeito, eu fiquei com tanto medo! Tive medo de não te ver mais! Ah! Como é bom te ver! Mical, que tinha ficado junto de sua irmã a alguns metros de distância, e que estava apoiando aquela pesada bazuca sobre seu ombro, roçou o dedo no gatilho. — Quem é essa prostituta da babilônia abraçando o Renato? Vou explodir ela em pedacinhos! — Os olhinhos verdes tinham um brilho… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Assim que aquela família de luto terminou as últimas despedidas, foram embora, relutantes. A senhora continuava inconsolável e tiveram que ajudá-la na hora de entrar no carro. Poucos minutos depois, o cemitério retornou ao silêncio costumeiro. O único som que se ouvia era o cântico melancólico de um grilo, num cricrilar constante. A lua, quase completamente cheia, brilhava soberana no céu com seu séquito brilhante de estrelas. Estava gigantesca, talvez maior do que deveria. Alguma coisa tinha… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — O Corolla de Clara estava parado no estacionamento em frente à delegacia, e o Jetta rosa estava logo ao lado. Era alta madrugada, com a lua reinando no céu, e uma brisa refrescante agitando as folhas das árvores próximas. Renato pôs o pequeno quartzo no bolso e segurou o slime em suas mãos. Olhou mais uma vez o prédio adiante: era grande, se estendendo para cima e para os lados. A parede da frente era toda espelhada; e havia o letreiro com o nome e símbolo da Polícia Judiciária… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — — Se você se soltar de mim, eles vão te ver. Precisamos ir depressa, mas com cuidado — explicou Renato. O professor, que não estava entendendo mais nada, apenas assentiu. No corredor, passaram pelo colega de cela agonizando no chão, após levar dois tiros, enquanto o policial, ao seu lado, falava no rádio comunicador. Tiveram que passar por cima dele, erguendo bem a perna para não tocá-lo. O professor, no entanto, pisou em seu sangue, e uma pegada foi sendo formada conforme ele andava. O… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Assim que voltaram ao predinho de Clara, não perderam tempo. Tinham mais uma coisa para fazer. Deixaram o Corolla estacionado num dos cantos do estacionamento que existia no térreo e, enquanto Renato foi buscar Lírica, Clara foi pegar o novo carro que usariam dali em diante. Enquanto aquecia o motor do JAC T8, a súcubo deu uma rápida olhada em seu estacionamento e, notando o quanto estava vazio, se comparado a antes, ela xingou Lukin Ivanov em pensamento. Por culpa dele, vários de seus carros… 346,0 K Palavras • Ongoing