Max Sthainy

    Histórias 1
    Capítulos 217
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    Tempo de Leitura 19 horas, 13 minutos19 hrs, 13 m
    • Capítulo 81: Gatas e Ladras

      Capítulo 81: Gatas e Ladras Capa
      por Max Sthainy — Wooooa! Tem até vinho aqui! — disse Mical, segurando a jarra de barro. Sobre a mesinha, estava a bandeja com tigelas de comida: tinha mandioca cozida e temperada com ervas aromáticas, salada de legumes e carne de porco assada. Também tinha algumas amoras maduras, vermelhinhas e de aparência apetitosa. Jéssica comeu uma delas. — É tão docinha! — Ah, que saudade deste vinho! — disse Mical, com as bochechas coradas, enquanto devolvia o copo à bandeja. Jéssica riu. —…
    • Capítulo 83: O exorcismo

      Capítulo 83: O exorcismo Capa
      por Max Sthainy Jéssica e Mical foram levadas por Asafe e os outros acólitos até o pátio central, onde várias cadeiras estavam dispostas de modo a formar uma plateia. O Prior Regente estava em pé, diante das pessoas curiosas, bem ao lado do poste de punições.  Os camponeses, que eram a maioria, pessoas adultas, marcadas pelo trabalho pesado nas colheitas sob o sol, estavam sentados com seus filhos na parte de trás da plateia. Membros do clero estavam mais ao centro, bebendo de seu vinho feito com uvas e…
    • Capitulo 84: Interrogatório do general

      Capitulo 84: Interrogatório do general Capa
      por Max Sthainy Enquanto Jéssica e Mical eram levadas pelos Cruzados em direção ao templo, notaram o olhar das noviças sobre elas. Sabiam porque estavam sendo levadas naquela direção. O templo não era apenas um local de culto e estudo da palavra de Deus, mas também o quartel general de toda a força militar do Priorado. Era lá que Vigias e Cruzados se reuniam e traçavam estratégias, e também era lá que conduziam audiências de julgamento, interrogatórios e discutiam toda sorte de questões…
    • Capítulo 85: O maribundo não endemoniado

      Capítulo 85: O maribundo não endemoniado Capa
      por Max Sthainy Renato estava entediado, sentado numa pedra à beira de um riacho límpido. Observava um grupo de peixinhos nadando como se deslizassem sobre a areia macia e submersa. O canto dos pássaros, em diferentes tons e timbres, enchia a natureza à sua volta com uma melodia suave. Ele jogou uma pedra na água e observou as ondulações circulares com olhos entediados. — Ah! Eu queria muito saber como elas estão agora! Mas Clara, que estava próxima, não o ouviu. Sua atenção estava totalmente…
    • Capítulo 49: Finalmente o Paraíso (ou não)

      Capítulo 49: Finalmente o Paraíso (ou não) Capa
      por Max Sthainy — Parabéns, Renato. Você fez merda. — Mas… droga! Eu só queria… — Eu sei. Só queria ajudar — Clara suspirou, enquanto olhava para a demi-humana se contorcendo no chão e gritando. — Mas não importa. Essa coitada continua sentindo uma dor excruciante. Vários curiosos se aproximaram, formando um círculo. “O que aconteceu?” e “Alguém chama o SAMU” foram frases que puderam ser ouvidas. — Será… será que dá pra fazer alguma coisa? — disse Renato, se aproximando…
    • Capítulo 50: A declaração

      Capítulo 50: A declaração Capa
      por Max Sthainy — Também espero ser a mesma pessoa — disse Renato, caminhando de volta para a cama. Jéssica o deteve, segurando-o pelo braço. — Renato… é que… Ela estava hesitante. — O quê? — Droga! Eu pensei bastante tempo nisso, tá legal? Mas não é tão fácil dizer. — Jéssica, pode me contar qualquer coisa. — Sim, eu sei! É só que… sabe, a Mical gosta muito de você. Percebeu isso, não percebeu? Renato sorriu. — Eu gosto muito dela também. — Só…
    • Capítulo 51 - Verdade ou desafio?

      Capítulo 51 - Verdade ou desafio? Capa
      por Max Sthainy — Definitivamente eu saí do Inferno e vim direto pro Paraíso! — disse Renato para si mesmo. Clara deu um soquinho em seu braço. — Seu bobo! Onde é que já se viu um demônio no Paraíso? Isso aqui tá mais pra “do jeito que o Diabo gosta”. — Er… hum… — Jéssica tinha as bochechas coradas —, e agora? O que a gente faz agora? — O que a gente faz agora? — Clara sorriu maliciosa. — Tá doidinha pra fazer coisas com o Renato, né? — E-eu não! Eu só tô…
    • Capítulo 52 - Consequencias terríveis

      Capítulo 52 - Consequencias terríveis Capa
      por Max Sthainy — Verdade ou desafio? — indagou Clara. Jéssica, que já tinha bebido alguns goles de cachaça, estava se sentindo bastante confiante. — Desafio — respondeu, e na hora fez uma careta enquanto tentava conter um soluço que beliscava sua garganta. A voz estava meio mole. — Muito bem, Jessiquinha! Então eu te desafio a dar um beijo na boca do Renato! — Eh? — Não tem coragem? Jéssica tomou essas últimas palavras como um insulto à sua honra. Se levantou, bateu no peito e…
    • Capítulo 53: A Lírica dos lirios

      Capítulo 53: A Lírica dos lirios Capa
      por Max Sthainy Antes de sair para se encontrar com Hiro, Renato passou no quarto onde a demi-humana estava dormindo. Era um tipo de sono induzido pela magia de Clara. Renato notou seus hematomas. Alguns no rosto, em volta dos olhos ou próximos à boca. Outros estavam espalhados pelo corpo. Tinha uma marca roxa, meio azulada, num dos braços. Ela tinha sido escrava de Belfegor e, mesmo que ela não pudesse falar, seus machucados falavam por ela. Mesmo agora, se acordasse, seria vítima de uma dor extrema e…
    • Capítulo 54: Um velho amigo

      Capítulo 54: Um velho amigo Capa
      por Max Sthainy — O plano é simples — disse Hiro, enquanto terminava de mastigar as últimas batatinhas fritas da porção que pediram — O professor tá dando aula num cursinho toda tarde desde que as aulas na escola foram interrompidas. A gente vai esperar ele sair, entrar na casa dele e procurar alguma pista. Ele pegou seu copo de coca da mesa e levou à boca pra ajudar as batatinhas descerem. Renato aproveitou pra falar: — Isso tem uma cara de que vai dar ruim. — É um plano ruim, mas é o único…
    Nota