Histórias 1
Capítulos 217
Palavras 346,0 K
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por Max Sthainy — — Venham comigo! — disse o soldado, e agarrou Jéssica pelo pulso. A garota, sem nem pensar, dobrou seu joelho e, antes que o homem tivesse chance de perceber o ataque, ela atingiu uma joelhada nas partes íntimas dele. — Uh! — ele gemeu de dor. E Mical pulou em suas costas, passando o braço direito pelo pescoço e travando-o com a mão esquerda, num mata-leão forte e apertado. O soldado engasgou com o aperto em sua garganta e, se movendo freneticamente, segurou o braço de… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — — Inferno, doce Inferno! — Clara contemplou a paisagem em volta, antes de pousar no pátio do castelo. Recolheu as asas. Renato pousou ao seu lado. — Isso aqui fica mais fedido a cada nova visita! — disse o garoto, com uma careta. Claro deu de ombros, achando a questão de pouca importância. — Não é tão ruim assim. — Ei, vocês! — gritou um general demoníaco. Usava uma armadura completa e sua mão estava sobre o cabo da espada, ainda na cintura. Um grupo de demônios o… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Naquele mesmo dia, mais cedo, Abigor tinha despertado antes de seu confrade demoníaco. Ele e Belfegor tinham enganado o Cavaleiro da Morte com um plano simples: um Elixir de Semi Morte, feito à base de Cicuta Infernalis e Cianeto. Forte o bastante para reduzir os batimentos cardíacos de um demônio a ponto dele parecer morto; mas não o bastante para matá-lo de verdade. Injetam um pouco de poder mágico e voilá! Pareciam mortos sem de fato estarem. Ele se levantou. Lançou para o Belfegor… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — O cadáver do anjo começou a se mexer, primeiro com leves tremores, mas os movimentos foram ficando mais intensos. Até que um braço se moveu por debaixo dele, finalmente removendo-o, e tirando-o de cima de Abigor. O demônio se levantou. Ainda parecia meio tonto, por causa do Elixir de Semi Morte. Seus batimentos, aos poucos, retomavam o ritmo normal. Ele chutou o cadáver do anjo para longe. — Arg! Que nojo! Esse alado do Senhor caiu em cima de mim! E, de uma pilha de três anjos… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — O cadáver apodrecido de Hiro ficou alguns segundos caído no chão, até que começou a se desmanchar, como gelatina, tornando-se líquido. E esse líquido escuro, tão ácido que corroía os pedaços quebrados de asfalto, enquanto escorria por eles, até ser sugado pela terra e desaparecer. — O quê…? — Renato franziu o cenho, confuso. — A alma… — gemeu Clara, com dificuldade, ainda caída no chão —, voltou para… — tossiu — os ceifeiros. — Clara! — Renato foi até… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Com as asas de sombras nas costas, Renato voou alto. Atravessou as nuvens feito um míssil, seguindo aquele rastro. Não foi difícil. Hiro deixava para trás um rastro com o odor da morte. Finalmente, Renato aterrissou sobre o asfalto. Com a velocidade e a força do impacto, o asfalto se partiu. Diante dele, caída no chão, desmaiada, estava Clara Lilithu. A alguns metros adiante, os portões do prédio dela estavam abertos. Parado, de pé, olhando a súcubo, estava o Hiro… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Determinado a chegar até Mical, Renato começou a diminuir a distância entre eles, atravessando o campo de batalha. Os Rejeitados pela Sepultura eram um obstáculo que Renato lidava com sua espada e sua fúria. Cada golpe de sua lâmina reduzia um soldado Putrefato em pedaços. Mas eles não paravam de chegar. E Peste, à distância, continuava disparando suas flechas. O garoto desviava ou as bloqueava, conforme avançava. Um Rejeitado se pôs na sua frente. Segurava uma longa alabarda… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Renato abriu as asas e voou em direção a Peste. Com a espada em punho e o olhar determinado no rosto. Era pura fúria. Os olhos do cavaleiro se enegreceram de ódio, e de sua sombra, uma nuvem de insetos saiu voando. Moscas, mosquitos, vespas. Vermes rastajaram, deixando um rastro úmido no chão. E a nuvem de insetos atingiu Renato e o cobriu totalmente. — Mas nem ferrando! — rosnou Renato, e o fogo brilhou. Era seu principal elemento, afinal, e sempre que o garoto se enchia de fúria e… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — — Conseguimos — disse Renato, ao ver o corpo decapitado de Peste no chão. A voz do garoto saiu baixa, quase um sussurro. Estava cansado, recuperando o fôlego. Os milhares de Rejeitados pela Sepultura tinham parado de lutar e apenas ficaram estáticos, congelados feito estátua. Ainda de pé, mas a vida tinha lhes deixado, aparentemente. — Não vos enganeis — respondeu Raziel. — Não somos aliados. Apenas… — Sim, sim, eu sei! — O garoto deu de ombros, sem paciência para… 346,0 K Palavras • Ongoing

por Max Sthainy — Assim que Tâmara pulou nas costas do Cavaleiro da Guerra, ainda com a faca peixeira na mão, ela não hesitou em golpear. A armadura do cavaleiro era toda formada por placas metálicas, que cobriam seu corpo quase inteiro. Alguns pontos de seu corpo, porém, não estavam totalmente protegidos, devido a necessidade de movimentos ágeis. Essas eram áreas de articulações, que ficavam cobertos apenas por uma cota de malha. O pescoço era uma dessas áreas. E foi ali que Tâmara enfiou sua… 346,0 K Palavras • Ongoing