Max Sthainy

    Histórias 1
    Capítulos 217
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    Tempo de Leitura 19 horas, 13 minutos19 hrs, 13 m
    • Capítulo 160: O pássaro de pele e ossos.

      Capítulo 160: O pássaro de pele e ossos. Capa
      por Max Sthainy Baalat estava agachada, de cócoras, inclinada sobre o cadáver mutilado de Phenex. Seus olhos eram duros, carregados de ressentimento. Era a primeira vez que Angélica a via desse jeito. — Senhorita Baalat… — Satanakia tentou se aproximar. — Fique longe de mim! — Ela se levantou. — Melhor: vá buscar uma garrafa de vinho! Satanakia a encarou por um tempo. Não sabia o que dizer. Ele não era alguém que deveria ser tratado como um empregado, mas quando a primeira princesa dava…
    • Capítulo 159: O Apocalipse desce ao Inferno

      Capítulo 159: O Apocalipse desce ao Inferno Capa
      por Max Sthainy Lírica estava no meio de um ataque. Suas garras afiadas afundariam no meio do rosto de Clara, bem entre os olhos. A súcubo bateu sua lâmina contra as garras da demi-humana, bloqueando o ataque. Em seguida, as duas pararam. Se entreolharam por um momento, confusas. — Por que a gente… ? — Por causa dele — Clara olhou diretamente para Guerra. O cavaleiro era imponente e aterrorizante. Emanava uma aura de violência pura que contaminava o ambiente em volta. Sua armadura pesada…
    • Capítulo 158: Guerra em Família

      Capítulo 158: Guerra em Família Capa
      por Max Sthainy Assim que Guerra chegou, o próprio ar tremeu, como se sentisse a pressão devastadora do poder daquela criatura. Rachaduras se formaram no chão, nas paredes e no teto. A própria estrutura do local estava sucumbindo. Um peso se abateu sobre todos. A intenção assassina era quase tangível. O cavaleiro abriu um sorriso sádico. O cavalo vermelho ergueu as duas patas dianteiras, empinando e relinchando. — Pobres demônios arrogantes! Não têm ideia do que fizeram! Vou sorrir quando se…
    • Capítulo 157: Os punhos machucados de Irina

      Capítulo 157: Os punhos machucados de Irina Capa
      por Max Sthainy Ao ver Kath ali, caída no chão, nua e encolhida de terror, com queimaduras  e cicatrizes pelo corpo, o cérebro de Renato foi tomado por uma inundação de emoções conflitantes e bagunçadas. A raiva e o ódio se entrelaçaram com o nojo, e esmagaram seu peito. Sentiu o corpo formigar. Renato cerrou os punhos e apertou os dentes. — Ora, mas que mundo pequeno! — A voz sarcástica de Clara cortou seus pensamentos. A súcubo olhava aquela humana miserável, com uma expressão que…
    • Capítulo 156: Uma alma fresquinha!

      Capítulo 156: Uma alma fresquinha! Capa
      por Max Sthainy — Vamos precisar de uma pessoa que tenha afinidade com o elemento Terra — disse Phenex. — A pessoa precisa estar viva? — perguntou Baalat. — Não temos muitos humanos vivos por aqui. Ela deu uma olhada sombria para Renato, Silas e Isa, se perguntando se não valeria a pena matar pelo menos um deles pelo bem do feitiço. — Não, pode ser alguém num Corpo Renascido de Miséria, mas o espírito precisa estar fresco. Quanto mais recente, melhor. — Elemento Terra, morto recentemente,…
    • Capítulo 155: Indefinição 

      Capítulo 155: Indefinição  Capa
      por Max Sthainy Um buraco se abriu no chão. A bocarra aberta da Terra vomitava fumaça e brasa. E Renato foi sugado por aquilo. E mergulhou no túnel de escuridão e silêncio. Era como estar submerso em águas profundas. De vez em quando, via vultos disformes, rastejando naquelas trevas densas, sussurrando coisas inaudíveis. Durou apenas alguns segundos, até que viu um ponto de luz. E a luz foi crescendo em sua visão, girando com violência feito um pulsar, engolindo o escuro com ferocidade. E então…
    • Capítulo 154: Batatinhas do Armagedom - parte III

      Capítulo 154: Batatinhas do Armagedom - parte III Capa
      por Max Sthainy As pessoas na lanchonete, que antes estavam tomadas por um torpor violento e pela fome insaciável e autodestrutiva, pararam subitamente tudo o que estavam fazendo. Gritos de dor e de agonia reverberaram por todo o salão. Bolhas erupcionavam nas peles; sangue escorria dos olhos, nariz e boca. Alguns, tomados por loucura, batiam a cabeça na parede, numa tentativa desesperada de fazer aquela dor desaparecer. Mas não adiantava. No ar, um intenso cheiro azedo, semelhante a de comida estragada,…
    • Capítulo 153: Batatinhas do Armagedom - parte II

      Capítulo 153: Batatinhas do Armagedom - parte II Capa
      por Max Sthainy O ar ficou mais pesado. O estômago de Renato roncou. Não importava quantas batatinhas comesse, sua fome não passava. E o grito do cozinheiro ecoou pela lanchonete. Ele se levantou e correu até o cozinheiro.  — Pare com isso! Você está ficando maluco?! Renato tentou segurar a mão do homem, mas sua mão atravessou o braço dele sem nenhuma resistência. Era como tentar tocar um holograma. — Não adianta — disse Emannuel Messias, sem nem olhar para ele. Bebia sua coca-cola…
    • Capítulo 152: Batatinhas do Armagedom - parte I

      Capítulo 152: Batatinhas do Armagedom - parte I Capa
      por Max Sthainy O chão começou a afundar num ponto, formando um tipo de redemoinho que sugava as pedras e a terra. E o vento era puxado para dentro do buraco. Fumaça negra circulava em volta dele, formando um espiral escuro. Uma labareda se ergueu como um pilar brilhante. O silêncio confuso de todos foi cortado pelo grito de agonia de Renato. E todos viram, com olhares confusos, o garoto ser arrastado por uma força invisível em direção ao buraco. Irina, apesar de ser a pessoa mais fraca do local, foi a…
    • Capítulo 151: Um grão de areia no buraco negro

      Capítulo 151: Um grão de areia no buraco negro Capa
      por Max Sthainy Estavam numa grande câmara subterrânea, no centro de um grande labirinto formado por túneis que se entrelaçavam, se bifurcavam e davam muitas voltas no subsolo. As paredes eram formadas por algum tipo de rocha semelhante a calcário, levemente amareladas por causa da presença de enxofre. O cheiro era de ovos podres, carregados por um sopro constante que vinha do interior do complexo de cavernas. A câmara era espaçosa. Um grande salão esculpido na rocha. De vez em quando, ouviam um som…
    Nota