Melqui-Zedequi

    Histórias 1
    Capítulos 169
    Palavras 389,3 K
    Comentários 484
    Tempo de Leitura 21 horas, 37 minutos21 hrs, 37 m
    • Capítulo 79: Emoções humanas.

      Capítulo 79: Emoções humanas. Capa
      por Melqui-Zedequi Após o acontecimento recente, todos continuaram sua viagem para a cidade de Cristenold. Mas por causa das balas perdidas causadas pela batalha de dois magos de alta classe, uma única carruagem havia sobrado e nem todos poderiam andar nela. A carruagem carregava suas mercadorias e mais quatro pessoas, e nestes estavam a mulher e a filha do cocheiro da primeira carruagem, Mina que teve a perna quebrada após ter sido salva pelo Ken, e Erik, o comerciante, que conduzia. Como foram os braços de…
    • Capítulo 78: Salvos.

      Capítulo 78: Salvos. Capa
      por Melqui-Zedequi No dia seguinte as carroças já estavam de volta nas estradas, rumo em direção à cidade. As estradas estavam mais difíceis, com buracos e pedras no caminho que dificultavam a rolagem das rodas, por isso as carruagens haviam se distanciado muito das outras. As posições continuavam as mesmas, com Erik no meio e Joseph como último. A única coisa que havia mudado era que agora era a maga, Liv, quem estava na última carroça e a Mina na primeira, porque ela não se sentia confortável estando na…
    • Capítulo 77: Dormindo o dia todo

      Capítulo 77: Dormindo o dia todo Capa
      por Melqui-Zedequi Três carruagens partiam para a cidade de Cristenold, suas enormes rodas de madeira rolando pela estrada difícil, fazendo as carruagens que transportavam mercadorias balançarem. As três carruagens tinham coberturas de lona e outra de couro, para proteger as pessoas e as mercadorias de intempéries. (Nota: As intempéries referem-se às condições climáticas adversas, como chuvas fortes, ventos intensos, neve, tempestades ou calor extremo, que podem causar danos ou dificuldades.) Erik era um…
    • Capítulo 76: Um novo dia. (Parte 2)

      Capítulo 76: Um novo dia. (Parte 2) Capa
      por Melqui-Zedequi Ken começou a andar pela rua movimentada da cidade, tendo decidido seu próximo destino. Graças ao capuz escondendo seu rosto, a mesma situação que aconteceu na pousada não estava se repetindo. As pessoas estranhavam sobre sua altura colossal de dois metros, mas isto era tudo e então retomavam em suas rotinas. O nome desta cidade é Jotunvik, a cidade mais próxima da capital do reino, Valhalla, um lugar onde os guerreiros mais fortes do reino se reúnem. Depois de alguns minutos, Ken chegou…
    • Capítulo 75: Um novo dia.

      Capítulo 75: Um novo dia. Capa
      por Melqui-Zedequi Ouvindo as batidas na porta, Ken fechou as cortinas para não incomodar as mulheres dormindo e em silêncio andou até a porta. Quando abriu, encontrou uma jovem do outro lado que parecia ter uns quinze anos ou mais. “Olá, eu-Heek?” Mas assim que ela viu Ken na porta, grunhiu. Seu corpo enorme sobre a escuridão do quarto a parecia ter assustado, com cicatrizes por todo o lado e uma marca de shuriken de três lâminas em seu peito esquerdo, parecendo uma tatuagem. Mas ao invés de…
    • Capítulo 74: Um vazio no peito

      Capítulo 74: Um vazio no peito Capa
      por Melqui-Zedequi O dispositivo que Ken havia utilizado por cima da roupa era um dispositivo mágico que lava e seca qualquer objeto no raio de seu alcance. Ela é muito utilizado por aventureiros, ou nobres quando percorrem longas distâncias. O motivo de Ken ter dado passos para trás quando apertou o botão, era porque o dispositivo não funcionaria perto de seu corpo por causa da habilidade anti propriedades. Mas mesmo depois de utilizar o dispositivo, Ken ainda podia sentir o cheiro de sangue e dos resíduos do…
    • Capítulo 73: O regresso de Ken 

      Capítulo 73: O regresso de Ken  Capa
      por Melqui-Zedequi Depois de o juiz da morte ter deixado mais uma das filiais do culto demoníaco devastada, agora se encontrava andando no interior de uma escura e vasta floresta. Quando ele deixou o esconderijo, o sol ainda brilhava no alto céu, mas agora eram o brilho dos luares se revelando. Com a noite caída e as estrelas cintilando no céu, a floresta tornou-se ainda mais escura, escondendo o vestígio de toda presença hostil que ela habitava.  “Huf...huf…” O juiz da morte andava com passos…
    • Capítulo 72: Juiz da morte. (Parte 5)

      Capítulo 72: Juiz da morte. (Parte 5) Capa
      por Melqui-Zedequi “O quê? Onde ele…!?” O Líder da filial ficou confuso com o desaparecimento do juiz da morte. Mas então ele subitamente apareceu bem na sua frente, com raios brancos cintilando de seu corpo. ‘...Raios bran?-!’ Mas antes que seus pensamentos terminassem, ele sentiu uma forte dor aguda na sua barriga. *Pow.* “Ghack!?” O juiz da morte o socou com força no estômago, jogando-o fortemente contra a parede. Graças as runas de proteção a parede não derrubou, mas ainda criou…
    • Capítulo 71: Juiz da morte. (Parte 4)

      Capítulo 71: Juiz da morte. (Parte 4) Capa
      por Melqui-Zedequi O alívio tomou conta dele assim que conseguiu avistar o portão do salão que estava em apenas alguns passos. Ele acelerou ainda mais até que finalmente conseguiu passar para o enorme salão. “Haa…” O ar dentro do salão principal que entrava em suas narinas parecia mais limpo, dando-lhe um conforto refrescante. Ele se certificou de ficar a vários metros de distância da entrada para o salão antes de se virar e ficar de prontidão com sua espada, segurando-a fortemente com as duas…
    • Capítulo 68: Juiz da morte. (Parte 2)

      Capítulo 68: Juiz da morte. (Parte 2) Capa
      por Melqui-Zedequi “E se for o juiz da morte?” O líder da 1ª filial do culto parou de andar assim que ouvir aquelas palavras, como se tivesse ativado um gatilho, ficando de costas. Sabendo que pegou em um ponto sensível, o homem dentro da cela não perdeu a chance e continuou. “Mesmo que vocês estejam se escondendo como ratos, acredito que já tenham ouvido falar dele. Cedo ou tarde ele também encontrará esta filial e matará  todos você-Gahck!?” Ele não conseguiu terminar suas palavras…
    Nota