Histórias 2
Capítulos 142
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por Nyck — Reino Unido, 1992. Os enormes edifícios em Londres brilhavam enquanto a escuridão cinza-ferro se infiltrava no ar e na paisagem urbana abaixo. De sua mesa, o olhar cansado de Joseph Russell acompanhava a linha do horizonte dos andares mais altos da empresa. Seus olhos refletiam a dura arquitetura ariana da cidade, marcada por dez anos de encarceramento corporativo. A cidade abaixo, com suas grandes avenidas e arranha-céus imponentes, representava o controle férreo da autoridade. As… por Nyck — A respiração de Emilly engatou, um grito estrangulado subindo por sua garganta. A agente cautelosa que ela era momentos atrás se foi. A exaustão de liberar seu poder era uma dor surda em seus ossos, um lembrete inegável de suas reservas esgotadas. Mas a rendição não era uma opção. Anos enfrentando esses monstros honraram um instinto de sobrevivência que ardia dentro de si. Sem perder o fôlego, Emilly girou nos calcanhares, a adrenalina inundando seu sistema. O… por Nyck — — Meu amor, não é o que você pensa. — Não é o que eu penso? Haha. — A risada de Joseph foi amarga. — Então me esclareça, Natalie. O que devo pensar quando vir o nome dele no seu telefone? — E-ele é apenas um amigo. — disse rapidamente, com a voz trêmula. — Trabalhamos juntos no projeto de caridade, você sabe disso. — Só um amigo? — repetiu, seu tom zombeteiro. — Então por que sinto que sou o último a saber de tudo que está acontecendo entre vocês dois? —… por Nyck — O silêncio na Sala de Tintagem foi quebrado apenas pelo suave rabisco de um lápis. Emilly, sentada em um banquinho ao lado de Nicholas, estava riscando um papel. Inclinou-se, os olhos arregalados com uma mistura de medo e ansiedade. Sobre a mesa estava o tablet no qual ele contava a história do Wonderheart Studio em formato de storyboard. Nicholas moveu o dedo pela tela do tablet. A cada painel, sua surpresa se transformava em desconforto. Ele recostou-se e disse: — Parece que acabou. O rosto… por Nyck — BAM! O barulho da porta batendo separou Nicholas de Emilly com uma finalidade que refletia o pavor gelado que subia por sua espinha. — Mas que porra?! Por um instante, Nicholas permaneceu congelado, com um quadro de indecisão gravado em seu rosto. Deveria tentar abrir a porta ou perseguir a figura de Mephisto em retirada? Na frente dele estava aquela coisa. A criatura, um amálgama infame de sombra e malícia, zombava da situação desesperadora de Nicholas. Sua audácia em ousar arrancar… por Nyck — Uma pressão sufocante pressionou Nicholas, prendendo-o ao chão úmido da floresta. Desorientado, ele lutou para abrir os olhos, as pálpebras pesadas como pesos de chumbo. O seu mundo se transformou em uma confusão rodopiante de verdes e marrons, os restos de um pesadelo agarrados à sua consciência. Ele se levantou com os braços trêmulos, estremecendo com a dor surda que irradiava por todo o seu corpo. Memórias fragmentadas voltaram – o clarão ofuscante de luz, a criatura monstruosa… por Nyck — Trinn O som estridente de uma campainha tocou, sinalizando o início do desafio. Emilly e Dylan se olharam nervosos, enquanto as luzes piscavam em um tom vermelho-sangue. Clipes de desenhos animados começaram a passar nas telas diante deles. O primeiro clipe mostrava um coelho branco de olhos vermelhos e arregalados sendo perseguido por uma matilha de cães. O coelho tropeçou e os cães o alcançaram. Eles morderam e arrancaram pedaços de seu corpo. As risadas ao fundo eram histéricas,… por Nyck — — O macaco não está aqui. Nicholas afastou um denso emaranhado de galhos, sentindo as folhas roçarem em seu braço enquanto vasculhava a vegetação rasteira. A floresta ao redor era densa, o ar carregado com o aroma de terra úmida e folhas decompostas. — Não está em lugar algum. — falou, deixando os galhos voltarem a sua posição original. Zoe, que estava alguns passos atrás, agachou-se junto a um tronco coberto de musgo, seus dedos percorrendo as sutis marcas na terra macia.… por Nyck — Dylan e Emilly foram engolidos pelas entranhas daquela fenda, caindo em um abismo interminável. O tempo perdeu sua linearidade, distorcendo-se como um elástico. Com cada segundo que passava, a sensação de queda aumentava, um peso esmagador que os puxava para as profundezas do desconhecido. A escuridão ao redor era total, um vazio que consumia tudo e todos. Não existia som, odor ou qualquer outro estímulo sensorial. Era apenas o vazio, um abismo sem fim que parecia se alargar mais e mais,… por Nyck — Nicholas acordou subitamente, com o coração martelando em seu peito. Ele se viu deitado no sofá da sala de estar, diante da televisão piscando com imagens de um filme de terror que ele mal conseguia acompanhar. A paisagem à sua frente, com alguma sombra da cena sombria na tela, misturava-se à perturbação momentânea dela. Era possível que fosse tão difícil distinguir onde terminava o pesadelo e começava a realidade? Ele realmente não conseguia descobrir em que direção…