Tachibana Eichi (立花詠知)

    Olá, fico feliz de que esteja lendo! Sou escritor de não-ficção e ficção, e estudante de Letras. Meus principais interesses são Literatura Medieval, Religião, Teologia, Linguística e Filologia no geral. De certa forma, aplico um pouco do que eu sei no que escrevo, então espero que meu trabalho seja agradável a quem estiver me conhecendo, enquanto eu descubro as obras do curioso Tachibana, se é que me entendem.
    Histórias 1
    Capítulos 25
    Palavras 64,0 K
    Comentários 5
    Tempo de Leitura 3 horas, 33 minutos3 hrs, 33 m
    • Capítulo 22: Himavanta de Muitos Segredos

      Capítulo 22: Himavanta de Muitos Segredos Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Passou-se pouco tempo, meros minutos quando a linha se encerrou. Ele havia vestido seu capacete e seus equipamentos de corrida. Não bastou que esse tempo fosse somente acelerado, mas também apreciado como se fosse uma grande corrida contra o tempo. Na clínica, vinha atormentada a lembrança de que deveria cuidar das panelas do fogão, antes que ela fosse sucedida por um rugido alto, tomado por estampidos agudos, estalos explosivos a anunciar uma chegada brusca. Um motor barulhento descia a avenida a…
    • Capítulo 20: "Eu sei cuidar de mim, pateta"

      Capítulo 20: "Eu sei cuidar de mim, pateta" Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) O jovem se posicionou de lado, escorando-se sobre a cama e então olhou para si, e viu as mãos cobertas por um véu escuro que descia sobre ele, de maneira que flutuasse e quase chegasse ao pescoço. Parecia que ele se sufocava, ao ponto de obrigar-se a fechar os olhos.  Quando a névoa parecia sufocá-lo até a boca, seu telefone estava logo abaixo em sua mão, esforçando-se para então vencer todo o peso carregado às mãos. Assim, quando ela foi derrubada por inteiro, outra vez desceu-lhe a…
    • Capítulo 17: Clemência

      Capítulo 17: Clemência Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Quando o veterano, sem ciência do que acontecia, estava para se virar, sentiu um movimento suspeito vindo daquele colega, e por alguns instantes considerou suas escolhas, ao longo de tudo o que vira. Porém, para sua sorte, uma agulha foi atirada com força sobre o pescoço de seu companheiro, como um pequeno dardo, de frente para sua goela. Fixou-se sobre o pescoço e agiu rapidamente: o homem até puxou sua arma e tentou apertar o gatilho, mas seus braços se paralisaram brutalmente e ele caiu com uma…
    • Capítulo 16: A Libertação

      Capítulo 16: A Libertação Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Sempre há de chegar a hora da tempestade retornar de volta a seu antigo lugar depois da calmaria. De igual modo acontece com as coisas que retornam a seu devido lugar, passivamente. Perante ao jovem, ergueu-se o desafio de infiltrar-se em um prédio de grandes proporções. Mas não foi rápido para se dispôr com estratégia, sem faltar no preparo de seu movimento com os pés e mãos. Todo instante parecia cutucar mais perto de um machucado, embora não se saiba se seria para curá-lo, ou para…
    • Capítulo 10: O Contragolpe

      Capítulo 10: O Contragolpe Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Chuviscou sobre os prédios mais altos da cidade, mais do que se previa para aquela noite. O cair de cada gota agora não era mais ensurdecido pelo trânsito, como se uma arena recebesse, depois de tanto tempo, cada uma delas com toda a alegria de lhes prestar condolência, pois antes não tinham voz para superar a cidade. O bairro de Toshima foi travado por todas as partes, assim como os metrôs, também paralisados; parecia que o mundo queria descansar de sua rotina incessante e exaustiva, que de…
    • Capítulo 7: A Prisão de Mil Faces

      Capítulo 7: A Prisão de Mil Faces Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) No alto da cúpula que cobria a estação, caso seja olhado embaixo, estavam as sessenta vítimas deitadas ao chão. Dois trens estavam parados, com as portas abertas, servindo de cobertura para a visão dos prédios e das janelas, já que é um espaço aberto, com uma cobertura sobre a área de espera.  Um dos homens trazia uma caixa de munição, preenchida de estojos de calibre alto, em tiras distendidas, e então batia sobre o ombro de um outro colega que estava deitado sobre o balastro.…
    • Capítulo 6: Preces Surdas

      Capítulo 6: Preces Surdas Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Não pensaram ou disseram mais outra palavra. O Inspetor havia quebrado toda a sua face perante a eles; não que isso lhe fosse uma decepção, mas se acreditava muito que falar seria o demarcador para sua presença, para seu futuro dentro da própria instituição. Mas não era desconfiança, nem raiva. Cambaleavam entre um sequestro ou uma traição por não haver noção nenhuma da responsabilidade que assumiram; nem para dizer que o fizeram por sua conta, já que ninguém escolheu estar naquele…
    • Capítulo 5: Irresolução

      Capítulo 5: Irresolução Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) A descrença dele parecia cobrá-lo e enforcá-lo de pouco a pouco. Não fazia sentido dar justificativa à solidão, nem o mais positivo saberia dizer outra coisa. Quando a cabeça quebra em desconfiança, o pessimismo, às vezes, vai reto até a verdade, a mesma que perguntavam e procuravam tanto, para saber o que fizeram para merecer essa prisão. O sargento compreendeu seu parceiro e nele creu de todas as maneiras. Logo, desafiou-o de frente, contra a corrente de seu agonizante tempo. “Dane-se…
    • Capítulo 4: O Cerco Sufocante

      Capítulo 4: O Cerco Sufocante Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Cedo veio a noite para a delegacia, inundada pelo isolamento, enquanto permitia a estranheza dilapidar, de pouco a pouco, a coragem contra a escuridão. O ar se abafava num ritmo de tambores, como se estivesse mais vívido e gracioso agora, desleixado para esconder sua poeira, que flutuava pacificamente de um lado para o outro. As lanternas vibravam, numa caça aos cantos do teto, como um espetáculo de luzes, e acompanhavam o ritmo, embora não quisessem, ao incessante ruído da ventilação. Havia…
    • Capítulo 3: Intensa Imperícia

      Capítulo 3: Intensa Imperícia Capa
      por Tachibana Eichi (立花詠知) Seu relógio bateu, sem preceder a nada, e ao tempo certo, como tanto prezava seu dono. Já eram 19h00 bem medidas, que cronometravam o tempo ideal para o início do procedimento. Ao exigir de um cronômetro essa exatidão, não foi diferente para seus subordinados antes de chegar lá, pois os criminosos, usufruindo da melhor astúcia, entraram, separados por cada saída da estação, por todas as aberturas possíveis, mesmo que não houvesse oposição. Essa perícia cuidadosa ocorreu durante toda a…
    Nota