Olá, fico feliz de que esteja lendo! Sou escritor de não-ficção e ficção, e estudante de Letras. Meus principais interesses são Literatura Medieval, Religião, Teologia, Linguística e Filologia no geral. De certa forma, aplico um pouco do que eu sei no que escrevo, então espero que meu trabalho seja agradável a quem estiver me conhecendo, enquanto eu descubro as obras do curioso Tachibana, se é que me entendem. Histórias 1
Capítulos 23
Palavras 56,9 K
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por Tachibana Eichi (立花詠知) — “Querido avô, “Nunca tive o prazer de conhecê-lo melhor em vida, pois você morreu antes que eu nascesse. Que desprazer foi não tê-lo visto e vivido antes junto a você! Por sua causa, nunca mais fiquei com os olhos virados sobre os livros e as escrituras antigas apenas para descobrir o que estava dentro de seu espírito. "Como eu queria entendê-lo melhor! Na verdade, há muitas coisas que não entendo mesmo com tanta dedicação para estudá-las. Eu queria muito entender o mundo na palma… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — Muitas vezes os filhos não ficavam menos perdidos que o próprio pai naquelas descrições. No entanto, essa situação deixou seu pai confuso, que puxou as mãos de Itsuki e se preocupou com quaisquer machucados que ele tenha tido, mesmo que não soubesse tratá-los por causa de se diferenciarem até demais de um ferimento comum: não sangram, e danificam o tecido humano como se fosse uma esponja cortante jogada em altíssima velocidade sobre a pele. Isso, Takumi puxou de sua esposa, que sempre a olhava… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — O jantar se iniciava antes do sol se pôr, como um bom costume; diziam que era mais saudável para o próprio corpo não se acostumar com a digestão a essa hora da noite, e também para não interromper o sono. Finalmente, por terem chegado cedo em casa — com vários dias de antecedência — um homem levemente grisalho também comia, usava óculos redondos e tinha um semblante bem fechado e feliz. Ao seu lado, estavam duas crianças, que estavam presas em seus braços, pelas cadeiras ao seu lado,… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — Então, Itsuki assentou-se sobre o resguardo do prédio, e mais uma vez testou a resiliência da corda. Mordeu a língua de nervoso, pelas coisas que enxergava. De todo modo, o cabo estava firme, tal como as amarras no seu cinto, para que ele se apoiasse. Logo em seguida, ele pegou a fivela e puxou o segundo cabo. Ele serviria para retirar o nó e recuperar todo o seu equipamento se necessário. Finalmente, ele ficou em pé sobre o parapeito. Não hesitou fazer quantos testes fossem possíveis durante seu… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — A janela se alinhou com os portões do céu para iluminar o quarto, sempre ao semblante das luzes noturnas do infindável Reino das Formas, dando a ela o tratamento de um teatro. A parede à sua esquerda apoiava um grande mural de madeira, pregada com pequenas garras curvadas servindo como hastes. O mês de janeiro lhe foi uma complicação imensa. Elas foram encarregadas com a tarefa de erguerem as armas de seu dono, com cada par dessas garras segurando duas Wakizashi – uma adaga secundária à… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — O teatro, no entanto, um mestre da comédia também, não os havia inspirado antes. Sua apresentação, porém, com suficiente retidão, lentamente chegou de mãos dadas a seu comandante e capitão. Afinal, ninguém ganharia com uma piada vazia da qual ninguém riria, mas o som das risadas que vinham subindo as escadas fazia valer essa decisão. A atenção para com os detalhes chegava ao mínimo, em cada improviso, assertando que tudo estava ao comando de um grande roteirista, sem como dizer o… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — O Duque os desarmou sem delonga, agarrou cada um dos rifles, retirou-lhes o pente, e puxou o ferrolho para retirar a bala na câmara. Assim o fez com as pistolas de cada um, e então as jogou sobre o chão, assim como chutou os cartuchos para bem longe. Porém, por um tempo encarou aquele homem que seria vítima de um homicídio, e ponderou sobre o que tanto aquele homem fez, se falou a verdade, ou se, no fim, desenhou suas palavras como um homem sagaz, mas pouco importa: o olhar cansado havia gritado mais… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — O jovem se posicionou de lado, escorando-se sobre a cama e então olhou para si, e viu as mãos cobertas por um véu escuro que descia sobre ele, de maneira que flutuasse e quase chegasse ao pescoço. Parecia que ele se sufocava, ao ponto de obrigar-se a fechar os olhos. Quando a névoa parecia sufocá-lo até a boca, seu telefone estava logo abaixo em sua mão, esforçando-se para então vencer todo o peso carregado às mãos. Assim, quando ela foi derrubada por inteiro, outra vez desceu-lhe a… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — Quando o veterano, sem ciência do que acontecia, estava para se virar, sentiu um movimento suspeito vindo daquele colega, e por alguns instantes considerou suas escolhas, ao longo de tudo o que vira. Porém, para sua sorte, uma agulha foi atirada com força sobre o pescoço de seu companheiro, como um pequeno dardo, de frente para sua goela. Fixou-se sobre o pescoço e agiu rapidamente: o homem até puxou sua arma e tentou apertar o gatilho, mas seus braços se paralisaram brutalmente e ele caiu com uma… 56,9 K Palavras • Ongoing

por Tachibana Eichi (立花詠知) — Dizem que não houve estrondo maior, tão desesperado e apavorado quanto aquele dia, que viu tudo o que havia de comum tornar-se fatídico e doloroso. Enquanto os minutos desfilavam em liberdade, a cidade inteira se ribombou no ritmo de uma turbina de um avião, fazendo de si e seu acólito silêncio inquietos arautos do terror. Não era pouca a ansiedade de encontrar ali o seu pão, o tempo que tanto almejava, tudo somente para alimentar-se à beça do medo alheio, como se carregasse consigo o destino de… 56,9 K Palavras • Ongoing