Histórias 1
Capítulos 480
Palavras 1,2 M
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por Stuart Graciano — Em um salão austero, iluminado por tochas que lançavam sombras dançantes nas paredes de pedra, Colin e Anton se encontravam. A mesa de carvalho maciço, polida pelo tempo e pelo uso, separava-os. Anton suspirou, olhando para o chão gasto sob seus pés. — Eu preferiria falar com a deusa Brighid — disse ele, sua voz carregada de desespero. — Os fiéis precisam de direção, Colin. Eles não sabem o que fazer. Colin inclinou a cabeça, estudando Anton. — Brighid está ocupada —… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — O rei de Runyra, orgulhoso em sua postura, estava prostrado, cabisbaixo, sentado em sua mesa, o olhar fixo no nada. A sala de reuniões estava silenciosa, exceto pelo leve crepitar das chamas na lareira próxima. Dois pergaminhos abertos repousavam à sua frente, carregando notícias devastadoras. Ele passou os dedos pelos papéis, sentindo o peso das palavras que continham. A primeira carta relatava a queda de Closgant, o rei dos gigantes, nas mãos dos guerreiros da ilha das brumas. As muralhas… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — Brighid estava ajoelhada e concentrada, as mãos trêmulas emanando uma luz esverdeada sobre o corpo de um homem idoso. Seus olhos pesados, com olheiras vívidas, denunciavam a exaustão que a dominava. Ela terminou o feitiço de cura e suspirou profundamente, sentindo cada fibra do seu corpo implorar por descanso. Havia dias que ela passara do seu limite, mas os necessitados continuavam a aparecer, e a praga atrasava todos os seus compromissos. — Por favor, faça algo! — A voz raivosa de um… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — O quarto era inundado por gemidos altos, quase berros a cada vez que as virilhas se encontravam. Ayla segurava os lençóis com violência, a mente enebriada pelo prazer e a intensidade do momento. As mãos de Colin apertavam sua cintura com força, seus dedos firmemente cravados em sua pele. A respiração dele era pesada, entrecortada, enquanto ele se movia com uma urgência selvagem. Ayla estava extasiada, cada onda de prazer fazendo seu corpo estremecer. O suor escorria por sua pele, os cabelos… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — O que antes era um vilarejo pacato, onde o aroma de carne assada pairava no ar e os murmúrios dos aldeões se misturavam ao crepitar das fogueiras, agora se transformara em um pandemônio de guerra. As chamas, outrora amigáveis, agora dançavam com fúria, lambendo o céu noturno e lançando faíscas como estrelas cadentes. Ting! Ting! Ting! O calor era agressivo, e o crepitar das labaredas ecoava como um coro infernal. Os telhados de palha, outrora abrigos acolhedores, agora eram presas das… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — A trombeta ressoou pelo ar gélido, um som profundo e reverberante que ecoou pelas vastas extensões da fortaleza de gelo dos gigantes. As muralhas imponentes começaram a se abrir lentamente, revelando o portão de gelo maciço que era a última defesa contra os invasores das Ilhas das Brumas. Lá fora, os guerreiros das Ilhas, em suas armaduras rúnicas, aguardavam com olhos fixos na abertura iminente. O portão finalmente se abriu, e os gigantes avançaram em uma marcha determinada. Flechas… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — Colin estava sentado na imponente sala de reunião, as paredes cobertas por tapeçarias que contavam a história de Runyra. À sua frente, Adris, o Rei dos Elfos do Mar, estava sentado com uma expressão séria. — Eu já esperava que eles não nos ajudassem — disse Colin, a voz firme. — Você fez um bom trabalho. Adris abaixou a cabeça, lamentando. — Gostaria de poder fazer mais. — Você fez mais que o suficiente — respondeu Colin, com um leve aceno. Adris levantou os olhos para… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — O garoto estava ajoelhado à beira do rio, as mãos pequenas e ágeis segurando um balde de madeira enquanto o enchia com a água límpida. Ele observou seu reflexo tremulando na superfície, os olhos grandes e curiosos fixos nas ondulações. Com o balde cheio, levantou-se e seguiu em direção à pequena cabana onde vivia com sua mãe. Ao chegar em casa, ele acendeu o fogo a lenha com habilidade e cuidado. Despejou a água do balde em uma panela sobre as chamas, esperando pacientemente a água… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — Na penumbra de uma câmara subterrânea, os Elfos Negros se reuniam. A sala era esculpida em pedra negra, com tochas tremeluzindo nas paredes. Os capuzes sombrios ocultavam seus rostos, mas seus olhos brilhavam escondendo mistérios e segredos. Um deles, batia impaciente o pé no chão frio. — Milveg demora demais — resmungou. — O que ele está fazendo? Mas antes que a impaciência pudesse se transformar em raiva, a porta se abriu. Um homem alto, vestido de negro, entrou. Os Elfos se… 1,2 M Palavras • Ongoing

por Stuart Graciano — Na torre mais alta do castelo de Runyra, escondida atrás de portas de carvalho maciço, encontrava-se a biblioteca. Era um santuário do conhecimento do reino, um labirinto de estantes altas e prateleiras repletas de livros antigos. As páginas, amareladas pelo tempo, exalavam o aroma de séculos passados. Bill e Gerrard estavam sentados em uma pequena mesa de madeira. O livro aberto à sua frente era um tesouro: capa de couro gasto, letras douradas entalhadas. Eles passavam as páginas com dedos… 1,2 M Palavras • Ongoing