Histórias 2
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por Velho Hassini — Dante permaneceu no centro da Cuba, observando o fluxo incessante de pessoas ao seu redor. O lugar vibrava com a energia dos recém-chegados, que se esforçavam para organizar seus poucos pertences nos quartos designados. Cada novo residente recebia uma lamparina a óleo, cuidadosamente distribuída por Gerhman, que mantinha-se atento enquanto as pessoas se aproximavam, uma a uma, para pegar o item. O cheiro de querosene pairava no ar, misturado ao leve murmúrio das conversas abafadas pelo ambiente… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — Dante atravessou a entrada principal da Cuba, sentindo o cheiro de ferrugem e madeira nova misturados no ar. O eco dos martelos e o arrastar de barris preenchiam o ambiente, um som constante de reconstrução. As portas de metal, agora fixadas de ambos os lados, balançavam levemente ao vento, rangendo sob o peso das dobradiças gélidas. Acima dele, um corredor de metal se estendia a quatro metros do solo, uma ponte improvisada ligando diferentes setores da estrutura. Ele parou por um momento, os olhos… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — Foi somente no terceiro dia depois de GreamHachi ter ficado em pedaços que metade dos moradores que ainda habitavam os portões começaram a se espalhar pela cidade de Kappz. Mesmo com o inverno e a tempestade açoitando, eles perderam a admiração e o respeito de verem exatamente o que a cidade representava. A líder do Aquário tinha usado a própria cidade para alimentar sua própria raiva para destruir tudo ao redor. E quando viram que ela não terminaria ali, também compreenderam que o poder… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — — O seu inimigo sempre vai querer que você demonstre a fraqueza — disse Render, a voz ecoando na mente de Dante como uma lembrança distante, mas firme. — Claro que eles querem ver suas falhas. Eles querem o garoto que habita o seu coração, filho. Alimentam o que não deve ser nutrido para que você erre. Dante continuava seu caminho pela rodovia desolada de Kappz. Cada passo ressoava no concreto frio e rachado, enquanto a tempestade ao seu redor soprava com fúria, chicoteando seu rosto e… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — Leonardo teve sua cintura enroscada pelas correntes de Heian, que o puxou para trás quando praticamente as esferas se libertaram em filamentos menores. Ele usou a espada para bloquear dois ataques, e se jogou no ar, caindo e escapando de outro golpe que acertou o Arco de Vidro. Da outra ponta, Heian se lançava para cima e pra baixo, escapando das miniaturas velozes, e encarando Maethe brandindo seus braços e movendo tudo ao seu redor contra eles. — Não vai dar certo desse jeito. Desde que… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — Clara se colocou diante de Dante, o coração martelando contra as costelas. Com cuidado, segurou seu rosto, os dedos trêmulos percorrendo sua pele fria, tentando erguer sua cabeça. Mas seus olhos... os olhos dele estavam tomados por uma névoa branca que oscilava, indo e vindo como uma maré fantasmagórica. Nunca tinha visto nada parecido. O pânico se enroscou ao redor de sua garganta, mas usaria sua habilidade? Não. Tirar dele tudo o que construiu ao longo dos anos só para garantir uma chance… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — — Dante. — A voz de Clara era um sussurro entrecortado pelo desespero. Ela tentou dar um passo à frente, mas suas pernas fraquejaram, recusando-se a sustentá-la. O chão subiu ao seu encontro em um impacto seco. Seu olhar disparou para o lado, onde o velho homem lutava para respirar, os dedos crispados ao redor da própria garganta. Um líquido espesso e escuro escapava de sua boca, misturando-se ao vermelho vivo do sangue. — Leonardo... me leve até ele! O espadachim permaneceu imóvel por um… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — Dante piscou, confuso. O vento morno balançava as folhas das árvores, e o cheiro de terra úmida o envolvia como um cobertor familiar. Mas algo estava errado. Tudo parecia... certo demais. A grama sob seus dedos, a textura da madeira da varanda, até mesmo a brisa carregando o aroma de pão fresco vindo da cozinha. Ele não devia estar ali. — Desde quando estou aqui? — murmurou para si mesmo. A última coisa de que se lembrava era o rosto de uma mulher, inchado, marcado pela dor. Clara? O nome… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — Dante desceu a mão. O ar pareceu se rasgar com o peso da força bruta. O impacto viria como um trovão, um golpe capaz de quebrar ossos e apagar vidas. Mas, no instante antes de seus dedos tocarem a pele de Clara, algo se enroscou em seu pulso. Fino como seda, mas forte como aço. Um fio azulado, cintilante sob a luz pálida, serpenteou ao redor de sua mão e o puxou para o lado. Seu golpe desviou do alvo e encontrou outro — o peito do primeiro guarda, que sequer teve tempo de gritar. O corpo foi… 740,9 K Palavras • Ongoing

por Velho Hassini — Dante encarou a mulher, não apenas por sua presença imponente, mas pela arrogância que escorria de cada gesto, de cada palavra não dita. Maethe se deleitava com o momento, com o jogo que ela mesma havia arquitetado. Quando as portas enfim foram empurradas para trás, rangendo contra os trilhos metálicos, o rosto que ele tanto procurava se revelou. Clara. O alívio de vê-la viva durou menos de um segundo antes de a raiva se instalar em seu peito como brasas em um fole. Ela parecia exausta, os… 740,9 K Palavras • Ongoing