Vila

    Histórias 1
    Capítulos 136
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    Tempo de Leitura 11 horas, 29 minutos11 hrs, 29 m
    • Capítulo 74 - Na toca do inimigo

      Capítulo 74 - Na toca do inimigo Capa
      por Vila Rósno solta seu porrete de madeira ao chão e ergue as mãos, em um ato de rendição. “Estoratora… não está lá dentro”, ele diz, com os dedos tremendo e o olhar arregalado fixo em Brok. O orc sério exala uma respiração profunda que carrega consigo um som grave vindo da garganta.  “É verdade!”, diz Rósno, insistindo. “Ele não está lá. Estamos… indo embora. Tem poucos da tribo aqui.” Brok aponta seu machado para o enorme portão de madeira. “Abra… que eu resolvo…
    • Capítulo 124 - Teste prático

      Capítulo 124 - Teste prático Capa
      por Vila Antes de prosseguir, Rubi olha para a ponta do galho, onde estão suas coisas, penduradas entre as folhas. “Posso fazer esse exercício com a minha camisa?”, ela pede. “Seria bom eu já me acostumar a voar com as asas passando por debaixo dela, não concorda?” “Como achar melhor”, Byron responde, diligente e calmo. “Quando estiver pronta, apenas se levante.” Yrah, observa tudo, sentada na base do galho, quieta como alguém assistindo a uma peça. Eu quero ver isso, pensa a raposa,…
    • Capítulo 14 - Adeus

      Capítulo 14 - Adeus Capa
      por Vila Enquanto isso. Próximo ao cristal, Joshua se impressiona com a estratégia de seu líder. “Não sabia que esse tipo de magia poderia funcionar contra um diabo”, ele comenta. “As succubus não tem resistência a fogo”, Edric afirma. "Se o senhor continuar assim. Talvez…", Joshua pondera, bastante otimista. "Não me superestime, Joshua", Edric o interrompe, sem se virar, pois está focado na batalha contra a Lorde.  Joshua se abala com a afirmação de Edric. "Senhor?", ele…
    • Capítulo 123 - As asas de um demônio

      Capítulo 123 - As asas de um demônio Capa
      por Vila A diaba leva a mão esquerda às costas, na região da marca próxima à base da cauda, indicada por Byron. Ela toca a região roxa com os dedos. Apesar de pressionar diretamente a marca, não nota diferença de estar tocando sua pele.  “Mas… por que isso aconteceu?”, ela pergunta, curiosa. “E de onde veio isso?” A parte dos efeitos mentais ainda tem sentido com a descrição da coroa da Ganância, mas asas? Não consigo pensar em qual seria a relação delas com o resto, ela…
    • Capítulo 121 - As marcas de um demônio

      Capítulo 121 - As marcas de um demônio Capa
      por Vila O sol da manhã se ergue no céu, banhando toda a floresta com luz. Sobre o galho alto da árvore, Rubi se levanta, exibindo uma feição radiante e orgulhosa.  “Tudo faz sentido agora”, ela afirma, eufórica, fechando punho diante de si, como se agarrasse um prêmio no ar.  Byron, no galho ao lado, a observa com um meio-sorriso. “Então, esse era seu palpite?”, ele pergunta, surpreso com a constatação.  “Sim”, responde a diaba, com a cauda balançando rapidamente para…
    • Capítulo 120 - O Palpite de Rubi

      Capítulo 120 - O Palpite de Rubi Capa
      por Vila Na floresta, os primeiros raios de sol começam a despontar no horizonte. Pássaros alçam voo junto do canto vivo da mata que desperta. No alto de uma árvore, Yrah encara Byron e Rubi com as orelhas e o cenho arregalados. “Três dias?!”, ela questiona, sua voz ecoa alta e surpresa. “Eu dormi por esse tempo todo?!” “Isso mesmo”, Byron confirma. “Foi uma das consequências do pacto em seu corpo.” Ela olha para Byron, seu semblante pesado de preocupação. “Eu… não sabia que…
    • Capítulo 108 - A presa que surge da mata

      Capítulo 108 - A presa que surge da mata Capa
      por Vila Os diabos permanecem em prontidão com as armas empunhadas em mãos.  Rubi está atenta ao som de algo movendo-se entre as árvores à diante. Um eco raso e compassado de estalos, quase imperceptível, mas que ainda se destaca na quietude da floresta.  “Não parece ser mais de uma, mas…”, diz Rubi, um incômodo entoando junto da voz. Apesar de os ruídos virem de frente, a progressão deles não é na direção da dupla. “Parece que não está vindo reto até nós.” “Então,…
    • Capítulo 119 - A noite da raposa

      Capítulo 119 - A noite da raposa Capa
      por Vila À noite, a lua cheia está alta no céu. Abaixo delas, nuvens cobrem parte dela e das estrelas.  Ainda assim, a luz prateada ainda chega na floresta em terra.  No chão, em uma região onde as árvores são espaçadas, com troncos altos e galhos curtos, a calmaria reina.  A floresta repousa quase completamente ausente do som de pássaros noturnos ou grilos. Em meio a essa quietude, uma raposa branca se movimenta, rompendo parte do silêncio com sua corrida.  Ela é grande,…
    • Capítulo 118 - Um breve momento do norte

      Capítulo 118 - Um breve momento do norte Capa
      por Vila A luz pálida da manhã toca uma cidade fria e silenciosa, onde até o vento parece temer os becos. O ambiente ao redor é rochoso, com vegetação majoritariamente baixa e acinzentada, com pontuais árvores esqueléticas de poucas folhas. A cidade em si é grande. Possui construções bem altas feitas em tijolos, ruas largas com o chão forrado de pedras e é circundada por um muro espesso. Os portões são fortemente guardados por soldados em armaduras tão robustas que até seus olhos se perdem no…
    • Capítulo 117 - Um momento para descansar e pensar

      Capítulo 117 - Um momento para descansar e pensar Capa
      por Vila Na região onde Byron e Rubi se encontram, a região abaixo das copas começa a ficar tingida pelas últimas luzes do dia, misturando o laranja do entardecer com a escuridão atrás das folhas e dos troncos. O sangue das garras-brancas e da garra-cinza escorre pelo chão e os corpos delas já estão encobertos de moscas que se banqueteiam com os restos expostos. “Onde a senhorita gostaria de ficar por agora?”, Byron pergunta, retomando a conversa. A diaba, abraçada com a pequena raposa, corre…
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