Histórias 1
Capítulos 136
Palavras 206,9 K
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por Vila — A floresta se encaminha cada vez mais ao anoitecer. O sol, cada vez mais próximo de desaparecer no horizonte, tinge as árvores de laranja. Rubi olha para a raposa desacordada em suas mãos com um semblante incomodado. “Foi a mesma coisa que aconteceu com o Brok”, ela afirma. “Ela não reagiu bem ao impacto do acordo no corpo dela”, Byron pontua. “Percebi…”, diz a diaba, suspirando frustrada ao final. “Achei que isso só pudesse acontecer com algo mais drástico, como… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — “Que… tipo de acordo seria esse?”, Yrah questiona, hesitante, medindo cada palavra. Byron se inclina para mais perto antes de responder. “Somos demônios, imagino que saiba que a senhorita está se referindo a um acordo mágico, por assim dizer.” A raposa murmura receosa. “Eu já ouvi falar…”, comenta ela, como se já soubesse a resposta, mas não quisesse escutá-la. E não foram coisas agradáveis, Yrah pensa. A diaba, segurando a pequena raposa, a encara com um… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — Rubi e Byron olham para a raposa suspensa com surpresa. “Você fala?!”, a diaba questiona. “Por favor, não me comam”, a criatura branca repete, com o timbre vibrando em apreensão. A suave voz dela ecoa como uma brisa vinda do ar, com as palavras não sendo ditas pela sua boca. Achei que fosse impressão, mas parece quase uma telepatia, Rubi pensa. Byron leva a mão ao queixo e observa as marcas avermelhadas no corpo branco da raposa. “Pelo aspecto disso, deve ser… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — Aquele trecho movimentado se acalma enquanto o corpo, praticamente sem cabeça, da ave cinzenta dá seus últimos espasmos no chão. O diabo a encara, até ter certeza de que tudo está acabado. Quando ela para de se mover completamente, o corpo do demônio musculoso se envolve em chamas. Tão rápido quanto apareceram, as labaredas cessam e delas emerge Byron em sua forma humanoide, cravando a espada no chão e ajeitando seus trajes negros sobre o corpo. Afastada dali e escondida em uma moita, a… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — O sol que banha os céus com luz começa a rumar no horizonte. A floresta permanece serena acima das árvores, mas, abaixo delas, uma movimentação se desenrola. Entre troncos e arbustos, ouve-se o som de passos desenfreados, causados por um ser oculto que passa entre as folhas. Cadê ele?, a criatura se questiona, com aflição tomando seus pensamentos. Uma dezena de metros atrás, é possível escutar o som contínuo de mais folhas se mexendo e de galhos estalando, denunciando… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — O ambiente quieto e calmo da floresta que ruma ao entardecer contrasta com o clima quente entre Byron e a ave cinzenta. A criatura encara o demônio sem se mover, com bico fechado e olhar centrado. As penas eriçadas e as garras fixas no chão aguardam a próxima ação como armadilhas prontas para disparar. Byron sente a ferida no peito latejar com a mão repousando acima. Um brilho de euforia reside nas pupilas que, ao mesmo tempo, refletem seu inimigo. Aquele ataque… não foi igual ao dos… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — No meio da mata, onde tudo se encontra em paz, duas garras-brancas comem pedaços de uma presa fresca, com sangue ainda escorrendo no chão. Elas estão sentadas, com as pernas dobradas, uma ao lado da outra, com pedaços de um animal diante delas. As folhas acima barram totalmente a luz do sol, deixando-as sob uma sombra. Seus bicos amarelos e parte das penas da região superior estão manchados de vermelho. Conforme elas engolem os pedaços sem pressa alguma, seus pescoços se dilatam,… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — A floresta fica calma. A luz do sol que se encaminha ao entardecer começa a alaranjar-se, passando com dificuldade sobre as copas que cobrem Byron e Rubi. Moscas aproximam-se do corpo da garra-branca próximo a eles. Pousando sobre a carne exposta e o sangue. Os demônios encaram a mata à frente. Ambos com olhos atentos, examinando tudo do chão ao topo das árvores, buscando entre as plantas por qualquer indício suspeito. “A senhorita notou algo de diferente pela sua magia?”, Byron… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — Os diabos partem, deixando os corpos sem vida das garras-brancas para trás. Byron segue pela mata com passos calmos, mas constantes, como um guarda em ronda. Há alguns metros de distância, Rubi o acompanha com um semblante leve e descontraído, carregando o arco em mãos. A floresta bem fechada que os cerca fica cada vez mais silenciosa e o sol deixa seu ápice e ruma ao entardecer. A cada passo, a cauda da succubus serpenteia sob o casaco, ora se ocultando, ora se revelando num… 206,9 K Palavras • Ongoing

por Vila — Na floresta, Byron voa abaixo das copas, contornando os troncos e os galhos com facilidade. A cada batida de asas, deixa para trás uma leve trilha de cinzas, como rastros de um incêndio contido. A floresta canta naturalmente, com pássaros, insetos e folhas tocadas pelo vento. Atrás, já não se vê Rubi. À frente, apenas a floresta, estranhamente calma, o aguarda. Ele ainda segue a direção indicada por Rubi, mas se mostra incerto de seu destino. Devem estar por aqui, ele pensa, correndo o… 206,9 K Palavras • Ongoing