Vila

    Histórias 1
    Capítulos 136
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    Tempo de Leitura 11 horas, 29 minutos11 hrs, 29 m
    • Capítulo 43 - Alma e preço

      Capítulo 43 - Alma e preço Capa
      por Vila Iluminados pela luz da Lua cheia, Rubi e Byron estão sentados em frente a uma fogueira. Acompanhados pelo som de grilos e do canto de aves noturnas distantes. O chão ao redor é constituído de grama verde, ao fundo, é possível ver árvores altas e cheias de folhas banhadas pela luz do luar, indicando que estão longe da colina seca de Byron.  O demônio trajado em preto segura com a mão esquerda um crânio alongado e seco, o formato se assemelha ao de um canino. O tamanho daquele osso dá a…
    • Capítulo 100 - A ascenção da Inveja

      Capítulo 100 - A ascenção da Inveja Capa
      por Vila Uma tocha crepita, iluminando uma sala constituída de tijolos em tom de carmim. O chão é forrado com palha seca, no canto há um buraco, de onde escapa o som de água corrente.  Deitado no centro, um meio-elfo de aparência frágil e feições levemente humanas jaz estirado de bruços, com algumas moscas voando e caminhando acima dele. Ele veste um robe azul, feito de um tecido fino, com detalhes dourados, mas que está rasgado e sujo.  O homem respira lentamente e quieto, com um sorriso…
    • Capítulo 99 - A torre, a capital e a toca

      Capítulo 99 - A torre, a capital e a toca Capa
      por Vila Brok chega diante da alta torre no centro da clareira. Então… esta é a última construção de pé, ele constata, soltando um suspiro de respeito enquanto observa a torre, correndo o olhar pelas rochas que a constituem.  Cada andar do lugar apresenta uma estrutura própria e parece ser feito de materiais diferentes.  O orc foca a atenção no grande buraco que serve como entrada. Deve ser o caminho por onde entraram, ele pensa, enquanto cruza a abertura. Lá dentro, ele encontra um…
    • Capítulo 98 - O presente do demônio

      Capítulo 98 - O presente do demônio Capa
      por Vila Dentro da torre, Byron encontra-se com a sobrancelha arqueada, intrigado com a pequena árvore de onde brotam os ramos que estendem-se clareira afora. Rubi, ao seu lado, também observa a planta com entusiasmo. “Incrível, não é?”, diz a succubus. “Impressionante”, o diabo comenta, fascinado.  “Pensei em deixá-la viva até lidarmos com as garras-brancas.” “Isso facilitará bastante as coisas no curto prazo. Realmente, uma surpresa incrível”, Byron fala, sorrindo com…
    • Capítulo 97 - Um ponto de partida na terra sagrada

      Capítulo 97 - Um ponto de partida na terra sagrada Capa
      por Vila Nas margens da clareira, Byron encara a imensidão verde de armadilhas. “Se não podemos andar por aqui com segurança…”, diz ele. “Talvez devamos usar um meio mais eficiente para chegar ao centro.” Um segundo depois, envolve-se em chamas, iniciando sua transformação para a imponente forma demoníaca. Quando o fogo que o cobre começa a desaparecer, revela-se o grande diabo, com a pele lembrando uma rocha incandescente, rachada por veios de lava viva. Aquela presença faz o ambiente ao…
    • Capítulo 96 - Reunião nas ruínas

      Capítulo 96 -  Reunião nas ruínas Capa
      por Vila Byron e Brok caminham juntos pela mata densa. A luz laranja do sol da tarde, filtrada em feixes pelas copas das árvores, ilumina toda a floresta em torno deles.  O orc segue à frente, guiando o demônio com os olhos semicerrados e os sentidos aguçados aos sinais do ambiente. Em contraste, o diabo atrás caminha despreocupado, com os lábios curvados num sorriso confiante. O som dos passos fica mais claro conforme a vegetação rareia sob seus pés. Algumas dezenas de metros adiante, eles já…
    • Capítulo 95 - O despertar da ira

      Capítulo 95 - O despertar da ira Capa
      por Vila Neve rala cai de nuvens cinzentas sobre uma planície branca, já coberta por gelo. No horizonte, montanhas altas circundam a região e no chão, árvores similares a pinheiros altos e escuros decoram pontualmente a paisagem.  No meio do vasto tapete gelado, uma mancha vermelha quebra a monotonia. Estalos e estalidos secos cortam o silêncio. Metade de uma carroça de madeira queima, cercada por seus próprios destroços misturados aos de várias outras. Caixas quebradas e objetos variados…
    • Capítulo 94 - Os sombrios sinais da mudança

      Capítulo 94 - Os sombrios sinais da mudança Capa
      por Vila Em uma sala circular, com paredes feitas de madeira e teto de palha, está um velho homem-fera com traços de um tigre. Ele se encontra sentado em uma cadeira de madeira, fumando um cachimbo curvo que exala fumaça branca. O velho homem é magro, usa um robe em volta de seu corpo, com a parte superior sendo verde musgo e as calças em azul escuro. Sua pelagem carrega cores laranja, preta e branca, porém já desbotadas. Além disso, possui longos bigodes caídos, e suas orelhas altas exibem marcas de…
    • Capítulo 93 - Os presentes do dragão

      Capítulo 93 - Os presentes do dragão Capa
      por Vila Dentro da torre, Rubi está de pé na margem do buraco. Os olhos dela brilham, refletindo o tesouro a uma dezena de metros abaixo. Cada peça brilha com o reflexo pálido da luz da torre. Tem muita coisa ali, a diaba constata, ansiosa, sentindo os dedos formigando em antecipação para verificar o que a aguarda. Ela passa a mão na bolsa na lateral da cintura, tateando de leve o exterior. Os frascos lá dentro tilintam com o toque enquanto ela murmura pensativa.  Seria bom ter trazido a corda…
    • Capítulo 92 - O que ele deixou para mim

      Capítulo 92 - O que ele deixou para mim Capa
      por Vila Em meio à clareira, Rubi ainda encontra-se na borda da cratera onde está o corpo de Naganadeliumos, encarando as vinhas verdes com um olhar preocupado. Essas coisas não vão me atacar, vão?, ela se questiona, receosa. Ela olha para trás, focando-se no dragão morto. Geralmente, quando o chefe morre, as habilidades dele param de funcionar. Mas ainda sinto aquele campo de magia por aqui.  A succubus volta a examinar as vinhas sem se aproximar. Acho que só testando mesmo, ela…
    Nota