Vila

    Histórias 1
    Capítulos 136
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    Tempo de Leitura 11 horas, 29 minutos11 hrs, 29 m
    • Capítulo 133 - O Senhor das Garras

      Capítulo 133 - O Senhor das Garras Capa
      por Vila Quando o Senhor das Garras emerge, os dois pássaros cessam seu canto. Por um breve instante, toda a floresta se aquieta, como se respeitasse, ou temesse, a presença da grande ave que acaba de deixar seu covil.  Silenciosamente, ele encara os dois demônios, examinando os invasores. Ele abre o bico e quebra o silêncio com um grunhido. Um ronco grosso que ele exala enquanto move os músculos da garganta, e suas penas coloridas, quase metálicas, brilham com a luz que o atinge.  O que…
    • Capítulo 122 - A marca da ganância

      Capítulo 122 - A marca da ganância Capa
      por Vila A diaba suspira. "O que você precisa que eu retire?", ela pergunta.  “A camisa e o casaco”, Byron responde.  “Só isso?”, questiona Rubi.  “Sim. A maior parte das marcas normalmente aparece na região do tronco, entre o pescoço e as pernas.” “Então vai ser rápido confirmar”, afirma Rubi com ânimo.  A diaba começa a levar as mãos até o casaco nos ombros e, quase ao mesmo tempo, Yrah se levanta de seu colo.  “Quer um pouco de espaço?”,…
    • Capítulo 132 - Uma das formas certas

      Capítulo 132 - Uma das formas certas Capa
      por Vila Enquanto os demônios lutam, em um ponto claro da floresta, onde as árvores são espaçadas, com troncos mais retos, a calmaria reina.  No alto de uma copa, está a bolsa de Rubi, pendurada pela alça em um galho a dezenas de metros do chão.  Na ponta do galho, um corvo cinza como uma rocha a observa fixamente.  De repente, a bolsa começa a balançar sozinha. Algo ali dentro começa a se mexer e a tampa se abre, movida por algo do interior.  De lá sai a cabeça branca de…
    • Capítulo 131 - Sou grato pela oportunidade

      Capítulo 131 - Sou grato pela oportunidade Capa
      por Vila Diante de uma grande árvore com enormes raízes sobrepostas no solo, está um grupo de cinco garras-cinzas.  Ao redor, dezenas de outras árvores circundam a região, todas com copas largas que bloqueiam parcialmente a luz do sol da tarde.  Apenas filetes de luz iluminam a região que é abundante em silêncio, sem os sons distantes e variados que normalmente se escutam pela mata. A quietude é rompida apenas pelos ruídos das aves.  Todas as cinco garras-cinzas são grandes,…
    • Capítulo 130 - Apenas o capricho de um diabo

      Capítulo 130 - Apenas o capricho de um diabo Capa
      por Vila Na árvore com raízes grandes sobre o solo, Rubi se mantém sentada. Os olhos fechados e o papel no colo, cheio de marcas pretas e anotações. A cauda dela está quieta, jogada pela raiz como um cipó sem vida.  A diaba, apesar de fisicamente estar ali, mantém todo o seu foco em outra parte da floresta. A visão se mantém ininterrupta em algum corvo que voa pela mata.  Byron e a Yrah permanecem por perto, vigilantes, porém sem se dirigirem à succubus, mantendo-se a alguma distância…
    • Capítulo 129 - Voltando à trilha

      Capítulo 129 - Voltando à trilha Capa
      por Vila Rubi se levanta, voltando-se para a direção do norte, com um olhar focado no rosto. “Hora de começar”, diz ela. A diaba sobe pela raiz grossa da árvore e se senta, colocando a mochila ao lado. Ela a abre e vasculha o interior, separando os objetos. “Já começará a lançar novos corvos pela floresta?”, Byron pergunta, agachado diante do ninho. Antes de responder, Rubi tira uma das mãos da mochila e aponta o dedo indicador para ele. “Só vou lançar um por agora”, corrige…
    • Capítulo 128 - O buraco no caminho

      Capítulo 128 - O buraco no caminho Capa
      por Vila Com as aves mortas no chão, o peso do confronto finalmente se dissipa. Rubi coloca o arco nas costas e, com um bater de asas, aproxima-se na direção da árvore onde Yrah e suas coisas estão. A minha estabilidade para atacar com o arco foi muito boa, reflete ela. Se eu conseguir masterizar essa capacidade de voar e atirar ao mesmo tempo, vai ficar um combo bem legal. Enquanto divaga, a succubus pega a raposa e a mochila da árvore. Yrah se acolhe entre os braços dela, enrolada entre a cauda, e…
    • Capítulo 127 - Teste prático

      Capítulo 127 - Teste prático Capa
      por Vila No solo baixo da floresta, numa região tomada por árvores altas, com troncos retos, Byron, em sua forma alada, sobrevoa pela vegetação rasteira.  O demônio desloca-se a poucos metros do chão, fazendo curvas sutis entre as árvores. Em mãos traz consigo sua espada, segurando-a pelo cabo, paralela ao corpo. Cada bater de suas asas emite o som de uma pancada abafada no interior da mata, porém, o barulho do vento se movendo não é o único que se destaca na região. O alvoroço de…
    • Capítulo 126 - Um passo atrás

      Capítulo 126 - Um passo atrás Capa
      por Vila No chão da floresta, iluminado pelo sol alto no céu, Byron, Yrah e Rubi seguem caminhando.  O grupo caminha em uma fila. Rubi vem por último, com as mãos nas alças da mochila nas costas, observando a mata com olhos curiosos e atentos. O demônio alto caminha um pouco à frente dela, com a espada empunhada na mão esquerda e apoiada sobre o ombro. Centrado, mantém seu foco na raposa, que guia o grupo alguns metros à frente.  Ao contrário dos demônios que a seguem, Yrah se mostra…
    • Capítulo 125 - Ponto de partida

      Capítulo 125 - Ponto de partida Capa
      por Vila Rubi retorna voando até onde Byron e Yrah estão. Lá estende completamente as asas, freando seu movimento no ar diante deles. “Acho que já podemos nos aprontar para ir embora”, diz a diaba. “Ainda vamos ter um longo dia.” Byron acena, firme. “Como achar melhor.” Yrah também confirma, acenando, mas se mantém quieta, apenas os aguardando. Para onde eles desejam ir? Não me lembro de eles terem dito algo sobre isso. Será que é longe?, a raposa questiona-se. Enquanto isso, Rubi…
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