Histórias 1
Capítulos 107
Palavras 170,4 K
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por Vila — Iluminados pela luz da Lua cheia, Rubi e Byron estão sentados em frente a uma fogueira. Acompanhados pelo som de grilos e do canto de aves noturnas distantes. O chão ao redor é constituído de grama verde, ao fundo, é possível ver árvores altas e cheias de folhas banhadas pela luz do luar, indicando que estão longe da colina seca de Byron. O demônio trajado em preto segura com a mão esquerda um crânio alongado e seco, o formato se assemelha ao de um canino. O tamanho daquele osso dá a… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — Os demônios olham para o sul por mais algum tempo. Observando o rumo para onde Brok partiu, já sem ver traços do orc no meio da mata. “É um momento bom para nos retirarmos”, Byron comenta. Rubi coleta a mochila do chão. “Então vamos”, diz ela, logo em seguida, estendendo a mão para o leste e conjurando algo. “Corvo Buscador!” Da ponta de seus dedos, forma-se uma ave negra, feita inteiramente de magia, que logo sai voando naquela direção. Alguns instantes depois, o… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — O sol desponta no horizonte, lançando seus primeiros raios sobre a floresta. Na borda sul da clareira de Cahjia, cercados pelas imensas árvores, estão Byron, Brok e Rubi. A diaba está abaixada, verificando coisas em sua mochila no chão. O orc, assim como Rubi, também checa o interior de sua bolsa de couro presa pela alça. E o diabo os aguarda pacientemente, segurando uma grande espada com a mão esquerda, apoiando-a no ombro. “Tudo aqui”, diz o orc. “Aqui também”, fala a… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — Caminhando por uma colina de vegetação seca, está Rubi. No fundo, em grande contraste com a colina, uma paisagem viva, de coloração verde e iluminada pelo sol da tarde, é visível. Sob os pés da demônio, há grama amarelada e parcialmente seca, enquanto em seus arredores, permanecem apenas troncos de árvores sem folhas. Espalhados pelo chão, eventualmente aparecem ossos de animais, monstros e humanos junto de restos de equipamentos destruídos. Não há som de pássaros ou de… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — Por um momento, as vozes se aquietam e o único som audível dentro da torre é o dos grilos, misturados ao crepitar da tocha que Byron segura. O orc encara a succubus com um olhar apreensivo, quase surpreso. E Rubi, com a mão no ombro de Brok, aguarda pacientemente por uma resposta, com sua cauda balançando. “Que tipo… de teste?”, o orc pergunta, com cuidado nas palavras. “Só uma troca de ataques com arma”, ela responde, com leveza. “Quero mostrar algo ao Byron. Além disso,… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — O sol se põe e a noite envolve a clareira. Dentro da torre, a luz prateada da lua e das estrelas atravessa as janelas e os buracos da estrutura desgastada. No centro, porém, é o brilho alaranjado que emana do fosso que domina a iluminação do ambiente. Um gancho de metal está fincado na beira do buraco, prendendo uma corda esticada que desce até o fundo. A linha vibra sob tensão enquanto, alguns metros abaixo, Brok a segura com força, avançando lentamente na descida cautelosa. Byron já… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — Uma tocha crepita, iluminando uma sala constituída de tijolos em tom de carmim. O chão é forrado com palha seca, no canto há um buraco, de onde escapa o som de água corrente. Deitado no centro, um meio-elfo de aparência frágil e feições levemente humanas jaz estirado de bruços, com algumas moscas voando e caminhando acima dele. Ele veste um robe azul, feito de um tecido fino, com detalhes dourados, mas que está rasgado e sujo. O homem respira lentamente e quieto, com um sorriso… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — Brok chega diante da alta torre no centro da clareira. Então… esta é a última construção de pé, ele constata, soltando um suspiro de respeito enquanto observa a torre, correndo o olhar pelas rochas que a constituem. Cada andar do lugar apresenta uma estrutura própria e parece ser feito de materiais diferentes. O orc foca a atenção no grande buraco que serve como entrada. Deve ser o caminho por onde entraram, ele pensa, enquanto cruza a abertura. Lá dentro, ele encontra um… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — Dentro da torre, Byron encontra-se com a sobrancelha arqueada, intrigado com a pequena árvore de onde brotam os ramos que estendem-se clareira afora. Rubi, ao seu lado, também observa a planta com entusiasmo. “Incrível, não é?”, diz a succubus. “Impressionante”, o diabo comenta, fascinado. “Pensei em deixá-la viva até lidarmos com as garras-brancas.” “Isso facilitará bastante as coisas no curto prazo. Realmente, uma surpresa incrível”, Byron fala, sorrindo com… 170,4 K Palavras • Ongoing

por Vila — Nas margens da clareira, Byron encara a imensidão verde de armadilhas. “Se não podemos andar por aqui com segurança…”, diz ele. “Talvez devamos usar um meio mais eficiente para chegar ao centro.” Um segundo depois, envolve-se em chamas, iniciando sua transformação para a imponente forma demoníaca. Quando o fogo que o cobre começa a desaparecer, revela-se o grande diabo, com a pele lembrando uma rocha incandescente, rachada por veios de lava viva. Aquela presença faz o ambiente ao… 170,4 K Palavras • Ongoing