Vila

    Histórias 1
    Capítulos 143
    Palavras 214,8 K
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    Tempo de Leitura 11 horas, 56 minutos11 hrs, 56 m
    • Capítulo 140 -  Podemos mesmo fazer as coisas assim?

      Capítulo 140 -  Podemos mesmo fazer as coisas assim? Capa
      por Vila Pelo resto do dia, o assentamento dos orcs se torna bastante agitado. Alguns orcs chegam da floresta, enquanto outros vão no sentido oposto.  Num clima de euforia, a tribo se prepara para partir. Boa parte das tendas são desmontadas e bolsas são enchidas com pertences e comida. Próximo ao centro da tribo, onde se encontra a enorme árvore com inúmeras armas fincadas no tronco, está Brok, coordenando os vários orcs que circulam pelo acampamento.  De lá, ele aponta, dá direções,…
    • Capítulo 139 - A chance de uma vida melhor

      Capítulo 139 - A chance de uma vida melhor Capa
      por Vila Na entrada do acampamento dos Crek’Thra, a tribo observa seu líder em silêncio incômodo. Brok se mantém firme, sólido como uma montanha, mas isso não basta para dissipar a inquietação nos olhos dos orcs. Mindinho, ao lado do chefe, o encara com a feição franzida. “O que é essa força maior?”, ele pergunta, perdido. Brok suspira fundo, com o ar barulhento saindo pelas narinas. “Foi… a mesma coisa que me fez ganhar de Estoratora”, responde ele. “Ele e o dragão… confiantes…
    • Capítulo 138 - De Volta à Tribo

      Capítulo 138 - De Volta à Tribo Capa
      por Vila Por um trecho da floresta, com árvores de troncos bem espaçados entre si, Brok vaga, acompanhado do sol da manhã, trazendo consigo seu machado de metal na mão direita.  A cada poucos passos, sua armadura de metal tilinta sutilmente, misturando-se, quase naturalmente, ao canto dos pássaros nos arredores.  O orc, com o olhar baixo e desfocado, respira ruidosamente enquanto divaga, perdido nos próprios pensamentos. Mais de uma dezena de metros atrás, um corvo cinzento o acompanha,…
    • Capítulo 137 - Reagrupando após a caçada

      Capítulo 137 - Reagrupando após a caçada Capa
      por Vila O sol, no entardecer, tinge de laranja a floresta, há poucas horas de sumir no horizonte. Yrah, ainda dentro da mochila, olha para o pé da árvore com as sobrancelhas arreganhadas.  Isso não é bom, ela pensa.  A mais de uma dezena de metros dali, no chão, uma garra-branca encara a pequena raposa no alto. A expressão apreensiva da raposa se reflete nas pupilas ferozes da ave, que a vê como fruta madura, apenas aguardando ser recolhida. A criatura flexiona as pernas para baixo e…
    • Capítulo 136 - Um lugar tranquilo e agradável

      Capítulo 136 - Um lugar tranquilo e agradável Capa
      por Vila Nos arredores da grande árvore com raízes espessas sobre o solo, o silêncio quase mórbido da floresta se dilui. Mesmo com o entardecer aproximando-se, o som dos animais começa a ressoar aos poucos.   Os corpos de oito aves mortas decoram o chão. Entre as penas sujas, há queimaduras, cortes e perfurações visíveis, com moscas zumbindo freneticamente em uma festa acima de cada ferida.   Byron e Rubi caminham pelos pássaros com calma. O semblante do demônio é o de um…
    • Capítulo 135 - Efeito em cadeia

      Capítulo 135 - Efeito em cadeia Capa
      por Vila Antes de puxar a corda para o próximo disparo, a diaba pondera por alguns instantes. Vale a pena eu manter a flecha de jade ou seria melhor eu mudar para uma com mais impacto?, ela se pergunta. Eu já gastei um bocado de mana com o outro encanto, um com custo-benefício melhor não seria ruim. Talvez…  De repente, a diaba sente uma ondulação em sua magia, como um sexto sentido que lhe envia um sinal. No mesmo instante, o olhar dela se franze e ela se vira para a esquerda, como se algo a…
    • Capítulo 134 - Limpando as garras

      Capítulo 134 - Limpando as garras Capa
      por Vila O sangue quente escorre pela perna de Rubi.  A garra-cinza que acaba de atacá-la a encara, enquanto flexiona as pernas, preparando-se para um novo ataque. Os sons das passadas pesadas do Senhor das Garras ecoam ao fundo, como um tambor constante vindo da frente.  Hora de me mover, pensa a diaba, sentindo-se cercada. A succubus desloca-se pelo ar, indo para a esquerda como um movimento veloz de suas asas. A ave próxima, como um gatilho, começa a correr atrás dela na mesma…
    • Capítulo 133 - O Senhor das Garras

      Capítulo 133 - O Senhor das Garras Capa
      por Vila Quando o Senhor das Garras emerge, os dois pássaros cessam seu canto. Por um breve instante, toda a floresta se aquieta, como se respeitasse, ou temesse, a presença da grande ave que acaba de deixar seu covil.  Silenciosamente, ele encara os dois demônios, examinando os invasores. Ele abre o bico e quebra o silêncio com um grunhido. Um ronco grosso que ele exala enquanto move os músculos da garganta, e suas penas coloridas, quase metálicas, brilham com a luz que o atinge.  O que…
    • Capítulo 132 - Uma das formas certas

      Capítulo 132 - Uma das formas certas Capa
      por Vila Enquanto os demônios lutam, em um ponto claro da floresta, onde as árvores são espaçadas, com troncos mais retos, a calmaria reina.  No alto de uma copa, está a bolsa de Rubi, pendurada pela alça em um galho a dezenas de metros do chão.  Na ponta do galho, um corvo cinza como uma rocha a observa fixamente.  De repente, a bolsa começa a balançar sozinha. Algo ali dentro começa a se mexer e a tampa se abre, movida por algo do interior.  De lá sai a cabeça branca de…
    • Capítulo 131 - Sou grato pela oportunidade

      Capítulo 131 - Sou grato pela oportunidade Capa
      por Vila Diante de uma grande árvore com enormes raízes sobrepostas no solo, está um grupo de cinco garras-cinzas.  Ao redor, dezenas de outras árvores circundam a região, todas com copas largas que bloqueiam parcialmente a luz do sol da tarde.  Apenas filetes de luz iluminam a região que é abundante em silêncio, sem os sons distantes e variados que normalmente se escutam pela mata. A quietude é rompida apenas pelos ruídos das aves.  Todas as cinco garras-cinzas são grandes,…
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