Histórias 1
Capítulos 76
Palavras 153,3 K
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Tempo de Leitura 8 horas, 30 minutos8 hrs, 30 m

por zartelacreatura — Pensando sobre o ataque de Circe, que havia alcançado outra nação, Verion rememorou-se de um trecho do diário de Elta Velgo: Layla Zayn arvorou-se em vigilante de todas as nações através de seu poder cataclísmico. Desde que ela fundou a ZNI, Zona Neutra Internacional, o mundo nunca mais foi o mesmo. A mando de Rakka, A Calamidade, ela instituiu como lei que qualquer país agressor deveria ser investigado e ter seus líderes julgados. Caso os argumentos motivadores do ataque não lhe… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — Nas florestas a sudoeste de Harlon, 20/04/029, às 03:46 — 5 dias antes do ataque à vila. Era noite e o frio imperava cruel na escuridão de uma floresta densa onde uma fogueira quebrantava as trevas de um céu sem lua. O brilho suave das chamas dançantes tocava uma pequena área, e nesse lugar estava Lya. A escritora deslizava seu dedo indicador pela lateral do livro fechado, simplesmente tentando se cortar com o papel. Não conseguia, mas permanecia passando o dedo pelas folhas. Seus cabelos… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — Quatro minutos após o início da luta entre os deuses contra Esra, a seguidora de Aurelius estava caída no chão. Os braços derretiam sob um ácido espesso e quente, lançado contra ela por vinte vermes gigantescos que surgiram na cratera por conta de Zhemo — sua Revelação Apoteótica. Estar em contato com o líquido corrosivo trazia um turbilhão de pensamentos ruins, alucinações auditivas, táteis, olfativas, visuais e no paladar. Gritos, formigamentos, odores, cores e sabores… que por… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — No templo na nação de Rotsala, deuses e semideuses discutiam confusos sobre o que estava acontecendo. Muitos que gostavam de Aurelius, por conta de sua influência sobrenatural, agora questionavam sua figura. Embora parecesse tão deprimido e miserável trouxesse má impressão, vê-lo empalar a própria esposa no dia do aniversário de casamento, em pleno altar, indiscutivelmente era pior do que parecer um cachorro abandonado. A estranha força carismática começava a se desentrelaçar das mentes,… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — O ar pesava como aço sobre os ombros dos convidados. As expectativas pelo que viria a seguir rastejavam por suas mentes, uma mistura de medo e curiosidade mórbida. No altar, Circe e Aurelius trocavam olhares enquanto as invocações ganhavam forma. O Deus da Fantasia materializou uma rapieira afiada — a lâmina reluzente apontada para baixo —, empunhada à altura do pescoço. — O que é esse olho roxo atrás de você? — perguntou Aurelius, e logo depois notou a confusão nos rostos ao… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — A organização dirigida por Aurelius Daath, As Manchas do Sol Branco, iniciou suas buscas em todo o território da nação de Rotsala. Desde florestas até o interior de cavernas, desejavam cobrir toda a enorme área em algumas semanas. A população, que sentia saudades do antigo e desaparecido líder, encarava aquelas buscas como um desrespeito. Um povo externo, que provavelmente os queriam mortos, agora perambulava por seu país tentando se certificar de que sua liderança mais duradoura estava… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — A alta atividade vulcânica e poeira causada pelo deslocamento de terra tornaram a vida muito difícil em grande parte do planeta. Gelo, tsunamis, maremotos, terremotos intermitentes e tornados assustadores cobriam boa parte do mundo. Enquanto a vegetação morria e o restante da realidade entrava em caos, Rotsala e Circe estavam deitados em cadeiras de praia. Flutuavam no lago, em um novo galeão do excêntrico jornalista. Aproveitando a área protegida pelo efeito dos jornais, viam o céu azul cercado… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — No topo de um dos picos gélidos que se avizinhavam ao grande lago ciano, Circe sentou-se à beira de uma queda de centenas de metros. Os cabelos brancos e rosas tremulavam com o vento suave da manhã e ela balançava as pernas acima do precipício. O olhar fixo analisava cuidadosamente as casas e os barcos pesqueiros que decidiram se aventurar nas águas pela manhã. A visão dos moradores, pequenos como formigas naquela distância, trazia um calor ao coração da deusa. “Estão levando as coisas… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — Circe e Rotsala se sentaram em cadeiras de madeira ao redor de uma mesa redonda. O interior da cabana era bem quente em comparação com o exterior, por conta da lareira. O fogo terminava de preparar o alimento que o idoso silencioso esperava. A deusa esperou que ele falasse alguma coisa, olhasse para ela ou emitisse qualquer opinião. Porém, naquele momento, ele não parecia interessado em nada além da comida. Esfregava as mãos, quieto. Na mesa onde o jornalista e a deidade entreolhavam-se,… 153,3 K Palavras • Ongoing

por zartelacreatura — Circe chegou a um dos vilarejos pouco tempo depois, seguindo por suas ruas e portando a foice. Optou por não esconder a arma por duas razões: queria ser chamativa e precisava estar armada para lutar com poder máximo. Atrair a atenção de todos provavelmente faria Rotsala aparecer mais facilmente, e era isso que ela queria. Conforme a fumaça das chaminés atravessava o ar, centenas de pessoas caminhavam. Os passos, com seus sapatos rudimentares, ecoavam a cada batida no caminho de pedras escuras. Os… 153,3 K Palavras • Ongoing