53 Resultados na categoria ‘As Crônicas dos Três Milagres’
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Capítulo 41. Hrafn. Engano e Morte
Conforme olhava para Hakon estalando em poder bruto e elétrico, Hrafn começava a se sentir grato a Edvard pela armadura que recebera. A parte interior do conjunto era moldada de vários materiais, sendo só o exterior feito de ferro, e isso talvez fosse a diferença entre morrer assado por fora ou cozido por dentro. A maça era o maior problema, mas contando que ela estivesse girando, Hrafn confiava na sua capacidade de desviar parte da eletricidade, havia também a madeira de Liv servindo como…- 61,3 K • Ongoing
Um mar de galhos envoltos por energia verde e vontade raivosa irrompeu de dentro de Hrafn. O primeiro foi uma lança de madeira grossa como as pernas de um homem adulto. O voroir branco diante dele conseguiu inclinar a cabeça para o lado a tempo de não perder ela, mas quase metade da bochecha foi arrancada no processo, sua carne abrindo até os dentes e jorrando sangue. Mas aquilo tinha sido só o começo. Quando o guerreiro levantou a espada para cortar o galho e firmou a base para terminar o…- 61,3 K • Ongoing
Ele teria batido em Briorn se o pequeno não fosse seu aliado. Talvez Hrafn tivesse dado instruções em excesso, fique atrás e bata depois, duas ordens já pareciam demais para aquele bruto considerar, ele devia ter simplificado e falado só para que fique atrás. O resto viria sozinho, porque a parte de bater Briorn sempre lembrava sem ajuda de ninguém. Mas eles deram sorte, Dagny conseguira atravessar viva o espaço entre eles e os inimigos. Aquela era a parte mais delicada do plano, Hrafn não…- 61,3 K • Ongoing
Briorn estava na arena, no piso interno do anel mais baixo, era um lugar grande, cheio de pedra cara e povo berrando por sangue antes mesmo dele entrar, ao seu lado estavam Hrafn e Dagny. O aleijado vestia uma armadura imponente, e estava segurando o capacete de chifres de carneiro, Dagny, por outro lado, vinha leve demais para alguém prestes a entrar numa batalha, não usava escudo, não usava nem sequer uma arma decente. Trazia só um monte de bolsas presas ao corpo. “Tem certeza de que isso vai…- 61,3 K • Ongoing
“Consegue fazer isso, Ed?” perguntou Hrafn. “Creio que sim, meu senhor, mas,” continuou Edvard, “alguns chamariam isso de trapaça.” “Não vão chamar,” respondeu Hrafn. “Pelo mesmo motivo que não seria trapaça usar Liv.” Fez um gesto vago com a mão. “Faz parte das minhas bênçãos, assim como eles terão as vantagens únicas deles” Edvard sustentou o olhar dele com a calma habitual. “Ainda assim, é um uso... criativo.” “Se souberem, mas, eu não vou…- 61,3 K • Ongoing
Sigrid estava maravilhada. Hrafn, esperto como uma raposa e descarado como só ele sabia ser, em tão pouco tempo já tinha conseguido para si uma mansão no segundo anel, enquanto ela e Briorn ainda colecionavam broncas dos instrutores da Hird como se fossem medalhas. A casa se erguia diante dos dois com suas paredes limpas, janelas amplas e jardim bem cuidado. Ao lado dela, Briorn fungou alto, e ali estava a outra metade da cena. Se Hrafn era esperto como uma raposa, e como ele mesmo dizia, Briorn…- 61,3 K • Ongoing
O olho bom e castanho do hersir ainda estava sobre Hrafn, o outro estava coberto por um pano cheio de inscrições na língua do senhor. As notícias que Leif trouxera eram ruins, e pior porque ao que tudo indicava, Alva não sabia delas. O ódio nos olhos da jovem era quase tangível, e a única coisa impedindo que ela explodisse ali mesmo era a memória muito recente da presença esmagadora que desabara sobre todos no aposento. Hrafn tinha de admitir; o sujeito era assustador. A presença do…- 61,3 K • Ongoing
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Capítulo 34. Leif. Hird e a Coroa
“Elevado hersir, Lady Alva, por aqui, por favor. O senhor os aguarda.” disse um servo. Leif apenas assentiu, Alva respondeu com um gesto menor ainda e tomou a dianteira como quem já conhece a casa. A testa do hersir permaneceu franzida enquanto atravessava a propriedade. Pouco antes de entrarem, ele sentira a presença do rapaz, era fraca se comparada à sua. Fraca o bastante para não impressionar ninguém, mas havia nela outra coisa, algo antigo e estranho para a cor que carregava, como um Hesir…- 61,3 K • Ongoing
O cavalo de guerra bufava sob ele com uma paciência cada vez menor. Em circunstâncias melhores, o animal teria lidado bem com o peso, fora criado para aquilo, mas o posto de mina não era exatamente um lugar onde se encontrava boa ração, e o inverno também não ajudava ninguém. Para sua sorte, as muralhas já se aproximavam e a volta fora tranquila. Depois de tudo o que a mina lhes cobrara, o caminho de retorno decidirá se comportar como uma estrada comum. Nenhum Caído vagante, nenhum grito na…- 61,3 K • Ongoing
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Capítulo 32. Alva. Conspirações
“Onde está aquele maldito aleijado, Astrid?!” Alva xingou alto, o que por si só já dizia mais do que gostaria. Desde que conhecera o jovem voroir, vinha perdendo a compostura com uma frequência que não condizia nem com seu nome nem com sua posição. “No posto, minha senhora,” respondeu Astrid. “Ferido e dormindo, exatamente como constava no relatório.” concluiu. Pontuando com pouca delicadeza o quão idiota era a pergunta. “Zombe de mim outra vez, serva, e eu farei você…- 61,3 K • Ongoing
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