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A ameaça final pairou no ar, mais pesada que a própria magia que os esmagava. O Sátiro esperava, deliciando-se com o silêncio, esperando ouvir as palavras de traição que seriam sua verdadeira recompensa. — Aceitem… Gah- Digam- Digam que aceitam — Theo pediu, o rosto pressionado contra a terra, os olhos se erguendo para seu povo que o encarava, paralisado pelo terror. Seria essa a única saída? O sacrifício de seu líder, manchado pela covardia de todos? O grupo estava preso entre a…- 240,6 K • Ongoing
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Conto | A Recompensa do Sátiro (4)
O santuário do Sátiro era um lugar de paz enganosa. Por horas, o grupo se permitiu a frágil ilusão da segurança. O cheiro de carne de urso assando na fogueira era um perfume de vitória, e o som das crianças rindo pela primeira vez em semanas era uma melodia mais doce que qualquer canção de lira. Eles haviam sangrado, mas haviam sobrevivido. Haviam provado a si mesmos que a liberdade era possível. No entanto, para alguns, o banquete foi um evento sombrio. O alívio de terem o estômago cheio…- 240,6 K • Ongoing
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Conto | A Recompensa do Sátiro (2)
A floresta do Sátiro era um mundo à parte. Nos primeiros momentos, a mudança foi um alívio. O ar parecia mais fresco, a luz do sol, antes um inimigo implacável, agora era filtrada por uma copa densa de folhas de carvalho e pinho, pintando o chão da floresta com manchas douradas e dançantes. O silêncio da fome foi substituído pelo farfalhar das folhas, pelo canto de pássaros que eles não reconheciam e pelo som constante e antinatural dos cascos do Sátiro na terra fofa. Ele se movia à frente,…- 240,6 K • Ongoing
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Conto | A Recompensa do Sátiro (1)
A liberdade tinha o gosto de poeira e o som do choro abafado de uma criança faminta. Faziam semanas desde que haviam deixado a cicatriz na terra que fora sua prisão, e a euforia daquela primeira noite de sangue e triunfo era agora uma memória distante e amarga. A primeira semana de liberdade foi movida a adrenalina e ódio. A segunda, a uma esperança obstinada. A terceira começou com o silêncio da fome. O êxodo que se arrastava pelas florestas da Calcídica não era um povo, mas o…- 240,6 K • Ongoing
Eu observava tudo na minha forma de águia etérea. Lefkó estava em controle e posse do meu corpo humano, e isso era muito ruim. Se eu a deixasse entrar em combate, violaria uma ordem tomada por unanimidade do conselho. Voei em linha reta até o meu próprio corpo e me choquei contra ele. Tudo ficou escuro, e uma dor lancinante explodiu dentro da minha cabeça, como a dor de uma ressaca matinal após uma longa noite de bebedeira. Senti meu corpo humano cambalear. Abri os olhos, a visão…- 48,6 K • Ongoing
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Capítulo XXXII (32) - Ás de Espadas
Afastei-me da floresta a passos rápidos. A paisagem noturna começa a mudar, e mergulhar em uma profunda escuridão. Nuvens começavam a cobrir a luz das luas, uma forte tempestade estava a caminho. — Lefkó, assuma o controle. Vou ativar o “Ás de Espadas”. Lhe encontro no porto — O quê? Espere! — Ela saiu do bolso interno do casaco e se enrolou no meu pescoço, e o apertou num gesto de protesto. Levantei a carta, cuja ilustração mostrava uma espada cravada em uma…- 48,6 K • Ongoing
— E então, como vai ser? — Cocei a cabeça, ao ver que Renyan se manteve imóvel, sem ceder a minha provocação. Renyan fechou os olhos, e colocou a espada na frente da sua testa. Ele respirou fundo, e toda sua intenção assassina se esvaiu. Por um instante, parecia que o tempo havia congelado. Tudo se concentrou naquela lâmina que Renyan segurava. A espada brilhou com intensidade. Não tive escolha, eu cobri meus olhos com o braço direito num reflexo rápido para evitar ser cegado pela luz…- 48,6 K • Ongoing
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Capítulo XXVIII (28) - Barril!
— Barril! — gritei, com um sorriso satisfeito no rosto, e a carta do cavaleiro de paus na mão. O chão tremeu e se abriu. Terra, raízes e poeira voaram pelo ar quando um objeto metálico e cilíndrico saiu da fenda no chão. O objeto soltou um gás branco pela sua parte de cima, e em um estrondo, explodiu no ar. A explosão teve a força de um trovão. Por um instante, uma luz branca intensa iluminou a clareira, semelhante à luz do dia. E em seguida, a onda de choque junto com o…- 48,6 K • Ongoing
O golpe veio de cima, como um martelo enfurecido. O punho brilhante de Hua Yuling Jin colidiu contra o meu antebraço, e a dor explodiu de imediato, um impacto que reverberou até o ombro. Meus pés afundaram na terra batida, e deixaram marcas profundas. Então é isso… Sorri, apesar da dor. Era como se o tempo estivesse parado, com Jin flutuante acima de mim, e o meu braço lutando para não ceder ao impacto. Senti o chão rachar, e a força sendo deslocada para a minha perna. Aquele…- 48,6 K • Ongoing
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Capítulo XVI (16) - Vila Abandonada
Continuei o caminho, o corredor começava a ficar mais estreito, e a inclinação mais acentuada. Lentamente, o vapor da caverna anterior se dissipou, e a aparência do túnel começou a mudar. As paredes de pedra deram lugar a vigas de madeira, quase apodrecida. Eu tinha a impressão de que, a qualquer momento, tudo poderia desabar. — Quem era ele? — questionei para Lefkó, enrolada no meu pescoço. Eu me referia ao homem do lago, o mesmo que ela havia devorado momentos antes. — Parece que…- 48,6 K • Ongoing
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