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Capítulo 122 | Pérgaminho
Sêneca saiu da casa de Sávio quando o sol ainda estava baixo no horizonte, orientado pelo próprio para tal, sob o argumento de que a biblioteca estaria cheia antes que o Sol alcançasse o Zênite. O ar da manhã estava frio e trazia um orvalho que tornava o calçamento de pedra escorregadio. Ele apertou o manto contra o corpo e iniciou a subida em direção à acrópole. Pérgamo era uma cidade que funcionava em degraus; para cada destino importante, era necessário vencer uma série de escadarias de…- 252,5 K • Ongoing
Após alguns dias de caminhada quase incessante, os três encaravam finalmente o fim da estrada de pedra que dava lugar aos portões principais de Pérgamo. O sol queimava ao fundo e lançava raios de luz sobre as construções grandiosas. Uma cidade enorme estava construída em patamares sobre uma grande colina, com jardins, tempos, casarões e um palácio visíveis mais ao topo. As muralhas eram feitas de blocos de mármore claro e brilhavam sob a luz do sol. Pérgamo exalava riqueza. Havia muitas…- 252,5 K • Ongoing
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Capítulo 189: A luz e a Podridão
Renato abriu as asas e voou em direção a Peste. Com a espada em punho e o olhar determinado no rosto. Era pura fúria. Os olhos do cavaleiro se enegreceram de ódio, e de sua sombra, uma nuvem de insetos saiu voando. Moscas, mosquitos, vespas. Vermes rastajaram, deixando um rastro úmido no chão. E a nuvem de insetos atingiu Renato e o cobriu totalmente. — Mas nem ferrando! — rosnou Renato, e o fogo brilhou. Era seu principal elemento, afinal, e sempre que o garoto se enchia de fúria e…- 327,9 K • Ongoing
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Capítulo 192: Âmbar
— Mas que piada ruim! — Essa foi a voz embargada de Tâmara, carregada de ira e ímpeto, porém entalada na garganta, devido a falta de forças da garota. Suas pernas, trêmulas, mal podiam sustentar o peso do corpo. — Acha que vai conseguir quebrar o Renato assim? Não vai! Morte direcionou para a garota um olhar curioso. Tâmara deu um passo adiante, com dificuldade, e continuou. — Não faz ideia do tipo de coisa que ele já suportou! Nem eu aguentaria aquele inferno! Você é só mais…- 327,9 K • Ongoing
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Capítulo 77 - Olhos que observam.
A grama alta ao seu redor chacoalhava, balançando ao vento. Gritos se alastraram. De fúria, de dor, de morte. O que Chamlet prestava atenção, no entanto, era em outro som. O chiar gutural e estridente dos monstros que os haviam atacado. Alegrara-se quando o cavaleiro decepou a cabeça do urso. Apostara uma moeda de prata que sir Alóis mataria o urso pessoalmente, e já sentia o toque frio do metal em suas mãos. Então as criaturas vieram. Rápidas e brutais, arrastando homens para dentro da…- 279,2 K • Ongoing
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Capítulo 50 - O Limite do Mundo
O campo não existe mais. É só um vazio rasgado, fumaça suspensa no ar e fragmentos de chão flutuando como se a gravidade tivesse desistido. Ryuji está de pé, katana negra apoiada no ombro. Naki Senrou caminha até o lado dele, o olhar sério — não preocupado, atento. — Então foi isso… — Naki diz. — Você se soltou de vez. Ryuji respira fundo. O Sen dele não vaza. Ele pressiona. — Não foi um despertar comum. — Ryuji responde. — Eu me desprendi das…- 125,7 K • Ongoing
— Chega de papo furado — disse Licaão. Sua voz era dura. — Não viemos aqui para ouvir lendas e choros sobre maldições ancestrais. Os olhos avermelhados de Prometeu se semicerraram. — Em verdade dizes, amaldiçoado — respondeu o Titã. — Pois vieram aqui saber para onde guiam as correntes do teu destino. Licaão travou o maxilar. Os músculos do seu pescoço ficaram tensos. — Do que me chamou? — rosnou. Prometeu mostrou os dentes. Seus lábios recuaram em um sorriso…- 252,5 K • Ongoing
O assobio fraco do vento era absoluto, quebrado apenas pela respiração pesada dos três viajantes diante do colosso acorrentado. Prometeu mantinha a cabeça erguida e seus olhos, vermelhos e sem pupilas, estavam fixos nos três homens parados à sua frente. Sua respiração lenta expandia o peito largo com um chiado quase imperceptível. Teseu sentiu a garganta secar. Ele olhou para os braços imensos do Titã, depois para as correntes negras que perfuravam a rocha. Licaão, ao seu lado, permaneceu…- 252,5 K • Ongoing
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Capítulo 118 | Além do Topo (2)
— "Além do Monte Parnaso..." — sussurrou Teseu, lembrando-se das palavras do velho e do Guia. A compreensão atingiu sua mente junto com uma leve dor de cabeça pela lufada de ar frio contra o rosto. A Águia gritou e mergulhou nas nuvens. O mundo ficou branco. A luz do sol sumiu. O ar tornou-se gelado e úmido. Gotas de água condensavam instantaneamente em suas roupas e cabelos. Não era possível ver um palmo à frente do nariz. Licaão praguejou algo que o vento levou. Plutarco enterrou o…- 252,5 K • Ongoing
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Capítulo 117 | Além do Topo (1)
O vento no topo do platô soprava constante, agitando as penas da Águia gigante que agora repousava imóvel diante de Teseu. O brilho verde nos olhos do rapaz desapareceu, e o que restou foi uma expressão de cansaço súbito. Perto da saída da trilha, o Guia descruzou os braços. Ele bateu as mãos na túnica, limpando a poeira da caverna, e deu dois passos para trás, em direção à descida. — Meu trabalho termina aqui — disse o Guia. Sua voz estava calma, num contraste com a respiração…- 252,5 K • Ongoing
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