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Oi! Espero que esteja tudo bem com você, caro leitor! Como sabem, a obra Além dos Zodíacos é minha primeira história. Por isso, peço que se possível, sempre mandem feedbacks sobre a narrativa, possíveis melhorias no modo de escrever certa cena e coisas assim! Obrigado por ler até aqui, forte abraço do mano Soujin e uma ótima semana à todos! 😺
- A cidade de Virellium acordava tarde. Não por preguiça, mas por autopreservação. As vielas estreitas e calçadas úmidas pareciam guardar mais do que ratos e neblina. À noite, passos ecoavam como chamados. E era sabido entre os moradores: há coisas em Virellium que respondem. O sino da Torre Sul marcou sete badaladas. Mas o céu, afogado num cinza pesado, não fazia distinção entre o fim da noite e o começo de mais um dia condenado. Um velho carregador empurrava seu carrinho de madeira…
- I. O que foi esquecido não foi perdoado. Ninguém lembra quando a Última Página foi escrita.Talvez não tenha sido.Talvez apenas tenha nascido do espaço deixado pelas histórias que se negaram a terminar. Há quem diga que ela começou com um autor que se recusou a concluir sua obra — e no silêncio do não-fim, as palavras se acumularam, ganharam peso, consciência... e ódio. A Última Página não é um livro.É um câncer no tempo narrativo. Um espaço onde tudo que não deveria mais…
- I. O Nome que Nunca foi Escolhido "Cael Thornwald" não era o único nome escrito para ele. Havia outros. Outras tentativas, outros batismos negados. Khael Ombros: Aquele que seria traidor antes do fim. Sylver Wren: O bibliotecário que morreria sem jamais ter lido seu próprio epitáfio. Caelum Verrian: O Arauto da Última Canção. Cada nome um destino. Cada nome, uma história abortada. Mas em cada reescrita, apenas "Cael" persistiu. Ou, talvez, apenas o que restou de…
- Capítulo
Interlúdio: As Versões que Falharam
Compilado dos Arquivos Não-Reconhecidos do Compêndio Menor dos Caels Perdidos. Este documento não é considerado canônico pela Última Página. Sua leitura é autossabotagem. E ainda assim, inevitável. I. Introdução ao Erro Persistente Há versões de Cael Thornwald que falharam em reescrever o mundo. Elas não são lembradas.Não por escolha.Mas por autodefesa da narrativa. Cada tentativa de alterar o fluxo do real sem pleno domínio da pena resultou em colapso:Do autor.Do mundo.Ou… - Capítulo
Epílogo
Ren sentiu um frio percorrer sua espinha assim que seus olhos pousaram sobre o leito da mulher. O tempo havia passado, os traços haviam mudado, mas a essência... aquela essência era inconfundível. Não havia dúvida. Era ela!. A mulher que, em outrora, havia sido sua ruína. Contudo, a mesma não a reconheceu. Seu olhar não carregava as mesmas cicatrizes. Para ela, Ren não passava de uma estranha, e isso a corroía por dentro. Como podia? Como podia seguir em frente sem o peso daquilo que…- 24,5 K • Oneshot
Yuki entra em um estúdio de tatuagem no centro, onde é recepcionado por um homem de pele escura usando uma regata que deixa à mostra seus dois braços cobertos por tatuagem que impressionam o jovem. Se apresentando como Arthur, o levando até a recepcionista que pega seus dados, o encaminhando para o homem de antes, que o pede para sentar em uma cadeira reclinável. — Então amigo, o que vai tatuar? — Só quero escrever uma frase. — Ok, e qual seria? Yuki entrega um papel escrito em…- 85,8 K • Hiatus
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Conto | Oráculo da Dor (6) FINAL
Ouvi o som da agulha caindo na pedra. O mestre parou seu trabalho. — Pequeno? — ele perguntou, a voz tingida de uma súbita confusão. Senti o toque de seus dedos em meu pescoço, checando meu pulso. Ele grunhiu, um som de frustração. Teria o instrumento se quebrado antes do ritual estar completo? Foi então que o outro som começou. Um arranhar. Tão baixo a princípio que poderia ser apenas um rato solitário. Mas ele não parou. Ele cresceu. De um, tornou-se dez. De dez, cem. De cem, mil. Um…- 240,6 K • Ongoing
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Conto | Oráculo da Dor (5)
O som da fechadura de ferro girando em minha cela foi o estopim. O ar, antes parado e fétido, moveu-se com a abertura da porta, trazendo consigo um cheiro que fez os pelos de meus braços se arrepiarem. Era o odor do incenso do escritório de meu mestre, mas mais forte, mais denso, um perfume adocicado e doentio que cheirava a rituais e finalidade. Mãos rudes me agarraram, me colocando de pé. Eu não lutei. Minha resistência havia se esvaído nos dias de vigília e planejamento silencioso. Eu era…- 240,6 K • Ongoing
- Capítulo
Conto | Oráculo da Dor (4)
Minha chance veio na forma de um corvo que pousou na grade da minha cela. A conexão com ele foi a mais difícil e a mais recompensadora. Sua mente era um misto de inteligência aguda e instinto selvagem. No momento em que a conexão se firmou, a cela, a pedra, a escuridão... tudo desapareceu. A sensação foi uma epifania de liberdade absoluta. Deixei para trás a casca inútil de meu corpo e fui impulsionado para o céu pelo poder de asas fortes e negras. O vento não era algo que eu sentia de…- 240,6 K • Ongoing
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