26 Resultados na categoria ‘Devore o Fio!’
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Capítulo 2 - Mas que caralhos...
Até o momento, meu nome é Theodore. E minha mãe estava viva. Tem algo que não bate, desde que eu acordei, Halo disse que um homem grande pediu para eu cuidar dela. Se minha mãe é essa mulher, porque ele não mandou ela cuidar de nós dois? Será que ela havia me abandonado? Eu não tinha as respostas. Haha, como se eu tivesse resposta para alguma coisa. Meu peito estava dormente, parecia que havia pequenos insetos rodeando ele. Ergui minha mão em sua direção, ela começou a…- 47,7 K • Ongoing
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Capítulo 2 - Devore a vida
De repente, meu corpo inteiro estremeceu. Tentei andar, ou apalpar, mas nenhum muscúlo sequer se dava trabalho. Não havia luz. Não havia forma. Nem sequer a sensação de espaço. Só um vazio espesso demais para ser escuridão. Caramba, meus pensamentos tavam fazendo mais barulho, era mais do que ausência de som. Foquei, e tudo que me restava era encarar um homem robusto que escondia seu rosto com sua mão calejada. Marcius? O que esse infernoso fez... Merda. Isso era o real…- 47,7 K • Ongoing
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Capítulo 19 - Última Lição
Magalhães. O nome soou como um eco antigo, um sussurro esquecido no tempo, preso entre as rachaduras de uma memória que lutei para enterrar. Mas ali estava ele — ou o que restava dele — envolto em uma luz pálida, trêmula, como uma vela prestes a se apagar. Seus olhos não continham mais a centelha da vida. Apenas o brilho frio da prana que o mantinha de pé. — Acho que estou à beira da morte. Estou até vendo alucinações… — E está mesmo, Marcius. Você é um homem morto. Mas…- 47,7 K • Ongoing
Se a vida de um Emergente é um tear, então tecemos nosso destino com os fios entrelaçados de nossos companheiros. Nasça e seja marcado.Cresça e exerça seu destino.Morra e deixe sua marca. Então, que o destino repita esse ciclo. Durante toda minha vida, fui instruído a viver pelo estigma que carrego nas costas — proteger os fracos, preservar a esperança dos desafortunados, prever a ameaça dos que não têm fé. Como um cabresto, essa foi a doutrina que os apóstolos do Égide me…- 47,7 K • Ongoing
25 de dezembro. Epicentro da Corrupção, Ástrea. O mundo estava mais uma vez, face a face com o seu predador natural, um Devorador. As grotescas presas que tanto rasgavam a realidade, formavam aquele sorriso sádico e estático ao relento. A sua frente, o predador, utilizando o corpo de seu receptáculo para seus próprios fins, permanecia firme, mantendo a sua conexão. Nada escapava da fissura que tanto castigava estas terras, era implacável, tudo o que havia sido recriado pelas mãos do…- 47,7 K • Ongoing
Escorado contra um antigo carvalho, um monge repousava. Entre seus dedos esguios, linhas rubras e pulsantes se entrelaçavam como veios vivos de uma tapeçaria invisível. Sua voz, grave e compassada, rasgou o silêncio do pequeno recanto etéreo. — Estamos seguros aqui. O capuz ocultava-lhe o semblante, mas não havia receio em ser desvelado; sua presença era como o vento — discreta, inevitável, em plena harmonia com a calma que reinava. Prosseguiu, o tom firme, quase solene. — Nós somos…- 47,7 K • Ongoing
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Capítulo 15 - A luz guia do Sul
“Aguente, Elyza! Aguente!” Minhas preces mentais eram tão inúteis quanto folhas ao vento. A cada segundo, o peso do caos ao meu redor esculpia minha mente com golpes de martelo. Eu queria desistir, fechar os olhos e finalmente repousar. Mas a morte digna que tanto busquei sempre parecia escapar de minhas mãos. — Tio… por que as nuvens estão pretas e fedidas? Tô com medo… — A voz suave e inocente da pequena menina em meus braços rompeu minha concentração. Seus olhos grandes, que…- 47,7 K • Ongoing
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Capítulo 14 - O mundo é o meu prato
A data? Eu devorei. O local? Eu também devorei. Você fez muito bem em não transbordar, centelha. — Quem diria? Você não pensou nem por um segundo que eu poderia retomar a posse do poder do vazio que lhe arranjei? Gargalhei com um prazer cruel, aguardando ansiosamente por sua resposta, mas logo me lembrei: “Ah, é claro, eu o asfixiei.” Minhas garras apertavam com gosto a garganta de meu receptáculo, e eu sentia o sabor onírico em seu canal digestivo,…- 47,7 K • Ongoing
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Capítulo 13 - Neve no verão
24 de Dezembro, Ano 770. Ruínas do Vilarejo Archi, Ástrea. O sol brilhava intensamente, aquecendo a colina onde eu e Vie estávamos deitados. Era verão, e o calor tornava o ar ao nosso redor quase palpável. O verde das folhas e o dourado dos campos de cânhamo abaixo da colina criavam um contraste vívido com o céu azul sem nuvens. De onde estávamos, podíamos ver a aldeia ao longe. Pequenas casas de pedra e madeira se agrupavam em torno da praça central, onde os moradores se ocupavam com…- 47,7 K • Ongoing
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Capítulo 12 - 25 de Dezembro
Sem reflexões para remoer o passado, sem previsões para sonhar o futuro, apenas a certeza do momento. É nesse instante que escolho viver a partir de agora. Sairei desta gaiola, custe o que custar. Tentei me erguer, mas fraquejei. Tentei me arrastar, mas o chão parecia mais acolhedor. Tentei estender a mão, mas meus dedos não alcançaram a saída desta realidade monocromática. — Já chega! Você tá tentando se matar! — Vie me repreendeu. — Você mesma disse… — eu tossi,…- 47,7 K • Ongoing
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