103 Resultados na categoria ‘Fagulha das Estrelas’
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Capítulo 15: Tradição da neve (2)
“Que dor de cabeça…” Uma brisa gelada lambeu sua bochecha com gosto. O frio jamais a incomodou, todavia agora seu corpo fervia. “Seja lá o que verdadeiramente for o Sangue, não me fez bem… Estou ficando sóbria de novo?” Rapidamente bateu o punho na palma, ignorando o barulho. “Meus dedos estão azuis. Estou com alguma doença? Bem, ao menos agora tenho mais manchas na pele do que mamãe.” Não havia nada circundando o castelo além de uma vasta planície de neve e nevadeiras até…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 23: Decisão de Mãe
“Sangue rubro e branco! Eis a festa da morte.” Izandi, a Oniromante — Permitam, Açaril, Menoril e Alharil, minhas eternas Senhoras do Mar, que uma senhora, esposa, mãe, avó e rainha retorne sua solene carne ao cálice de toda a vida que vem de vós e seu ventre azul. Mirta tomou um cálice de prata velho e derramou seu liquor no féretro de Auta, feito como um curto nau de proa acentuada, com uma vela de couro mal costurada. A sacerdotisa se ajoelhou e tirou uma das amarras que o…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 16: Medo
“Ah, que tamanha escuridão é o medo Que retorna o homem às suas raízes! Vil segredo, das dores infelizes!” Izandi, a Oniromante O âmago de Ereken estava contorcendo-se de dor. De repente tudo ficou era escuro. Uma miríade de tons de penumbra densa, com um ar viscoso e sombrio que ocultavam até seus bons olhos. Um fio de espada parecia correr por suas veias, uma espada fria que enchia seu peito e mente de dor. Rapidamente deixou de ser um frio e se tornou queimar. Sua cabeça…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 10: Os homens das flores
“Uma das poucas coisas que não se esqueceria foi daquele final de tarde, a última que teve antes dos seus doze anos religiosos. Muito dos vindouros foram-lhe odiosos. Foram sua manhã e seu escárnio pessoal contra e por seus deuses.” Izandi, a Oniromante Hyd deu o passo mais longo, rápido e lento da sua vida para se esconder sob a saia de Willmina. “Como reagir a isso?!” Sua mãe apertara-lhe protetivamente em sua coxa e tentara recuar, mas o zunido de espadas sendo desembainhas…- 215,6 K • Ongoing
Não bramira de dor ou gemera ou urrara; mas nenhum no salão conseguiu reagir ao ouvir estralos durante sua queda. Fora um segundo de inércia e susto… A princesa gritou de susto, tomada por palidez e medo. Príncipe Howan ficou com olhos arregalados e despencou no trono do pai… Bert saltou os degraus, junto de Cei Ressen, Cei Hilsen e Cei Gherrit. — Alguém chame um maldito MEDISTA! — bravejara Cei Ressen. No instante seguinte, os servos correram e partiram pelas portas, desaparecendo.…- 215,6 K • Ongoing
“‘Estou caminhando em um precipício. Há terras de coragem ao lado, e terras ainda mais sustentadas e firmes ao outro: covardia. Se agarrá-la, ficarei vivo’, tentou confortar-se, mas não tinha ciência de que nenhum dos caminhos era menos perigoso do que o outro.” Izandi, a Oniromante. — Dona Ofina, talvez possa ser pretensiosa minha fala, mas tenho uma curiosidade: como aguenta o frio daqui? Ezekel assentiu internamente com a pergunta do irmão Natharel, que manejava as rédeas…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 14: Sangue Prometido (2)
Um leve cheiro de lavanda, groselha e ervas se levantou. Um estrondo soou pela porta fechada à força. As janelas estrondaram — fechadas. Hydele parou de cantar e tentou se levantar. Nianna fechou o rosto e a princesa levou a mão a boca, dando um passo longo para frente. Ereken se levantou de supetão, e um dos cavaleiros do rei deu passos longos em direção à porta, vestido apenas com um tabardo de couro e brigantina como armadura — Cei Cortiz. Os nobres o fitaram, mas o conde Siward saiu…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 22: A Cordilheira (1)
“Dou uma continuidade a uma palavra antiga minha: indecisão é medo. Fraqueza é medo. Medo não surge sem razão.” Izandi, a Oniromante Tão densa era a Floresta dos Traiçoeiros que, se as folhas não tivessem desvaído com o inverno, não haveria luz chegando a Ereken e conde Siward. Independente disso, esguios galhos retorcidos enforcavam-se entre diversas decíduas e imponentes pinheiros, transformados em casa para ninhadas inteiras de esquilos brancos e gatos da floresta;…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 40: Por um alguém amado
“Assim morreu Norq’Riq, que já foi o lar dos gigantes, de deuses e de vulcões que rugiam e disparavam ouro ao chão: o início da barbárie.” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” “Estou quase aí, meu Krazhii”, disse-se feito uma prece. Balançou a cabeça para o lado e para o outro, com tanta força que Mirta ouviu o pescoço de Faina estralar diversas vezes. A da pele-de-mar piscou os olhos. Sua mestra estava com olhos mais escuros do que a de um…- 215,6 K • Ongoing
“Ouçam, devotos da força: seus mestres lhe chamam. Grande fora o dia em que pela primeira vez percebera fraqueza.” Izandi, a Oniromante Um vento gelado atingiu seu rosto como um tapa. Ergueu o cachecol e a gorjeira até altura da boca e a seguiu, em passo rápido até ficar ao seu lado. Logo se aproximaram daquele bosque. Seus pinheiros eram altos e tortuosos, com folhas verde-escuro como azevinho, escondidas por neve. Os arredores da Fortaleza-Montanha não eram os mais espaçosos…- 215,6 K • Ongoing
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