103 Resultados na categoria ‘Fagulha das Estrelas’
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Capítulo 41: As sinas do homem (2)
“Ah! Pobrezinhos! Ratos possuem uma vida tão curta…” Izandi, a Oniromante Abaixou-se. A túnica de linho era a única parte da libré que ainda usava, e agora teria que pedir a alguém que a lavasse. A vela revelou profundidade de pés sobre os musgos. Pés leves indo à sua esquerda, pés ainda mais leves e distanciados à direta… “Ela correu. Puta merda!” Levantou-se de supetão, ergueu a vela e foi à frente. “Por favor, não morra.” A primeira dezena de passos quase…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 41: As sinas do homem (1)
“Ah! Pobrezinhos! Ratos possuem uma vida tão curta…” Izandi, a Oniromante O riscar áspero do metal da pena contra o papel cingia o escritório do rei como o único barulho além das cortinas farfalhando com o vento forte do céu em negrume, ainda assim, era o menos irritante. Vez ou outra, príncipe Howan Bloemennen fungava e mordia o dedão esquerdo, ou tragava um chá negro sarhyhardo de uma vez só para continuar acordado. O odor era forte, por si só deixando Cei Bert e Cei Gherrit…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 40: Por um alguém amado
“Assim morreu Norq’Riq, que já foi o lar dos gigantes, de deuses e de vulcões que rugiam e disparavam ouro ao chão: o início da barbárie.” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” “Estou quase aí, meu Krazhii”, disse-se feito uma prece. Balançou a cabeça para o lado e para o outro, com tanta força que Mirta ouviu o pescoço de Faina estralar diversas vezes. A da pele-de-mar piscou os olhos. Sua mestra estava com olhos mais escuros do que a de um…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 39: Sangue de Bruxa
“Às vésperas do conselho, muito pouco consigo dizer. Foi conturbada, e daqueles que sonhei, nada de muito importante aconteceu naquelas épocas. Nada além de falcatruas. Mas à Willmina, não. A ela, a infâmia.” Izandi, a Oniromante Uma torta de mirtilo, frango e costelas de porco defumado. Bolo de maçã, de limão, chá de erva-mel e flor de espinheiro, batatas cozidas e língua de novilho. Willmina estava com os lábios ainda vermelhos quando repetiu o porco, e queria pedir mais…- 215,6 K • Ongoing
“O começo de muitas dúvidas dolorosas não deveria depender de sangue alheio.” Izandi, a Oniromante — Aqui, Mestre de Armas! — avisou um dos homens que o ajudavam. Uma companhia subira as montanhas, trazendo consigo carruagens cheias de caixas pesadas. Àquela hora da tarde, quando o frio ainda não tinha ficado insuportável, usava para treinar os alunos em uma sessão de combate mais aquecido. Todos contra mim, era o lema da aula, embora Ereken só tivesse dito isso uma vez. Todavia,…- 215,6 K • Ongoing
“Naquela noite, a pequenina e gentil garota deu o primeiro passo em direção da morte — testemunhar a fealdade do mundo.” Izandi, a Oniromante Procurou por Cei Witernier pelo acampamento, mas não o achou a vista; seus ombros caíram e uma sombra chegou sobre seus olhos. Se aproximou da fogueira onde o Cei dançava e se sentou. O fogo era ruim; estava quente e ardia na sua pele, e olhá-lo fazia que uma náusea. Sua vista enturvava, percebeu; as silhuetas dos dançarinos e do violinista…- 215,6 K • Ongoing
“‘Estou caminhando em um precipício. Há terras de coragem ao lado, e terras ainda mais sustentadas e firmes ao outro: covardia. Se agarrá-la, ficarei vivo’, tentou confortar-se, mas não tinha ciência de que nenhum dos caminhos era menos perigoso do que o outro.” Izandi, a Oniromante. — Dona Ofina, talvez possa ser pretensiosa minha fala, mas tenho uma curiosidade: como aguenta o frio daqui? Ezekel assentiu internamente com a pergunta do irmão Natharel, que manejava as rédeas…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 17: A insanidade da neve
“Afoite o couro e o tome pela foice.” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” — Aaahh! — agonizou. Filetes de lágrimas escorriam dos olhos negros da mestiça. A maravilhosa Dançarina das Ondas cura os marinheiros feridos com seu choro, era o que Mirta e sua mãe sempre lhe contaram quando criança; mas as suas lágrimas não curavam Auta de maneira alguma. Estava morta. Morta, de uma forma que até a mais inocente das crianças saberia que estava morta. —…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 14: Sangue Prometido (1)
“Ah, não há tanto que consigo dizer sobre a mãe dela. Há realmente pouco a se dizer, pois pouco com ela consegui sonhar: eis uma de minhas particularidades, afinal. Entretanto, mesmo com relativos poucos sonhos, sempre tive muita certeza de quem era. Willmina era infame até aos deuses que adorava. “Ah, não há prazer maior do que vê-la sofrer!”, é o que imagino que pensem.” Izandi, a Oniromante — Onde está o outro? — Rei Rheider Beesh levou a mão ao queixo imberbe,…- 215,6 K • Ongoing
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