103 Resultados na categoria ‘Fagulha das Estrelas’
“Sangue, sangue, sangue vermelho e branco Assim a Chama Branca regozija Sangue, sangue, sangue branco e vermelho Martiriza, martiriza, martiriza!” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” Um dos homens à frente se mexeu primeiro. Com um esforço que deixava as batidas do seu coração quase ouvíveis, tentou dar um passo, e o barulho da neve sendo empurrada pelo seu joelho foi quase como uma tortura para todos que conseguiram ouvir. O vento gritava alto,…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 41: As sinas do homem (1)
“Ah! Pobrezinhos! Ratos possuem uma vida tão curta…” Izandi, a Oniromante O riscar áspero do metal da pena contra o papel cingia o escritório do rei como o único barulho além das cortinas farfalhando com o vento forte do céu em negrume, ainda assim, era o menos irritante. Vez ou outra, príncipe Howan Bloemennen fungava e mordia o dedão esquerdo, ou tragava um chá negro sarhyhardo de uma vez só para continuar acordado. O odor era forte, por si só deixando Cei Bert e Cei Gherrit…- 215,6 K • Ongoing
“Sangue, sangue, sangue vermelho e branco Assim a Chama Branca regojiza Sangue, sangue, sangue branco e vermelho Martiriza, martiriza, martiriza!” Izandi, a Oniromante. Excerto de “Mistérios da Pedra de Gelo” Faina arfou. — Não quero precisar deles — afirmou. O homem de mais de noventa anos fechou o rosto. — Eles disseram que só querem conversar, só isso... — Todos nós sabemos que não, Ay rieq. Como um Chefe, já os enfrentei mais vezes do que posso contar. Ao…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 35: Sinais da primavera (1)
“Recordo-me de quando sonhei com isto pela primeira vez: havia arranjado meu primeiro namorado, debaixo de uma escada da escola. Voltei para casa com o coração efervescido, e assim que dormi, pressenti algo terrível. Não me recordei quando acordei, e algo dentro de mim dizia que não queria voltar a dormir e descobrir o que vi — o que vinha depois.” Izandi, a Oniromante A sensação de abrir os olhos fora-lhe indescritivelmente ruim. Cílios feito bolotas de areia, invadindo a…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 49: Coração magoado (2)
“Duas partes de agonia, três partes de ira, e uma parte de aflição. Coisas tenebrosas são misturadas no coração da bruxa.” Izandi, a Oniromante “Não, não, não…” Ela agarrou Cei Kinnes pela cota de malha, o puxando na sua direção. — Por favor, me diga… — tentou gritar, mas sua voz fora puro pranto e lágrimas… — Me diga que… — soluçou — estes não… — Não achamos sua filha lá, Vossa Graça. — Ah…! — suspirou como se em grito de…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 35: Sinais da primavera (2)
“Recordo-me de quando sonhei com isto pela primeira vez: havia arranjado meu primeiro namorado, debaixo de uma escada da escola. Voltei para casa com o coração enfervecido, e assim que dormi, pressenti algo terrível. Não me recordei quando acordei, e algo dentro de mim dizia que não queria voltar a dormir e descobrir o que vi — o que vinha depois.” Izandi, a Oniromante Hyd acenou com os olhos. — Maribeyte — disse. — Ou só Mari, agora. — E Jen negou com os olhos,…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 50: Sangue de família (1)
“Os imperiais tinham uma língua que mantinham para todos os lugares. E, é claro, uma língua que funcionava somente para si. Os generalíssimos, porém, tinham uma própria, que só usavam para os que mais confiavam e não as ensinavam para mais ninguém. Filho de seu pai, Elouan nunca ouviu uma letra naquela língua. Neta de seu avô, Hydele quase teria a ouvido antes de Elouan. Então ele pensou, pensou, foi humilhado e pensou. E teve uma maravilhosa ideia.” Izandi, a Oniromante —…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 36: Sangue de mãe (1)
“‘Niad nedheren ri draverakerter!’, ela dizia muitas vezes. Desejar a morte de uns não estava nem perto das coisas que já fizera.” Izandi, a Oniromante Margaridas, crisântemos, petúnias, lilases, tulipas altas e calêndulas e seus cheiros circundavam sua vista. Os botões fechavam, ela via, e as belas flores balançavam com o vento inquieto. A pradaria estava ficando escura, ela via. A grama meneava para trás, ela via. Havia um ribeiro fraco que puia as flores com respingos como…- 215,6 K • Ongoing
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Capítulo 56: Calor (2)
“Fome por dor, fome por amor” Izandi, a Oniromante. Faina sorriu. Apesar da temperatura não estar muito alta, filetes de vapor subiam para o céu junto de bolhas, liberando o cheiro do calor. Sentia sua pele rosar. Era uma boa água quente, de um lago quente… Não uma que ia e vinha para fora das beiras e puxava sangue de volta para o leito… “Esqueça, esqueça. Esqueça… Esqueça!” Faina abraçou-se e enterrou o rosto no peito. “Eu sou jovem e posso ter outro. A…- 215,6 K • Ongoing
“Relações de família não são meu forte.” Izandi, a Oniromante Hyd bramiu um gemido trôpego e doloroso, cuja metade ficou preso na garganta como se vomitasse areia quente. Algo — um solavanco — a fez mexer o pescoço, mole como se água, e um gemido ainda mais alto veio ao bater a cabeça em uma superfície de madeira. Ela cerrou os olhos doloridos, e sua cabeça bateu-se novamente. Lágrimas saíram dos olhos. “Mãe!”, chorou, e sua voz não saiu novamente. Era como se……- 215,6 K • Ongoing
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