41 Resultados na categoria ‘O Legado de Giliard’
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Capítulo 14 - Filho do demônio
Os homens seguiram por uma trilha através da neve manchada, que cortava uma densa floresta. Lá adiante, uma cabana em estado deplorável, no entanto, grande o bastante para abrigar um pelotão de soldados. Eles desferiram uma série de chutes com força na maçaneta, finalmente conseguindo arrombar a porta. O cheiro penetrante de poeira e madeira estava por todo o ambiente, mas para Norman, era um alívio bem-vindo comparado ao inferno onde estavam antes. Um deles limpou a mesa de madeira que… - Capítulo
Capítulo 15 - Sorriso malicioso
As Colinas eram uma região marcada pela complexidade topográfica, com morros e vales profundos. A vegetação densa oferecia esconderijos naturais para os pequenos animais silvestres da região. Este era o lar de comunidades isoladas, que cultivavam uma forte tradição de viverem como seus antepassados, os chamados beduínos, um povo que vivia em tendas e praticavam o pastoreio de ovelhas. No coração do mar de morros, encontrava-se o Lago Nascente. Suas águas refletiam as cores do céu e das… - Capítulo
Capítulo 37- Cristais
Em cima do camelo, sob o olhar intenso do sol, estavam Norman e Hassan. O garoto usava uma camisa de linho branco, bem cuidada e limpa, com golas simples e pequenos botões de osso. Sobre a camisa, um colete de algodão marrom-escuro ajustava-se ao seu torso. A calça era feita de um tecido resistente, cortada em um estilo prático que descia até os tornozelos, onde se encontrava com botas de couro marrom, levemente brilhantes. Ele também vestia uma jaqueta de lã cinza, modesta, mas bem-feita, com… - Capítulo
Capítulo 16 - Discurso eloquente
Os homens, orientados pelo conselho do garoto, seguiram para o lado direito. Ao avançarem, depararam-se com uma ampla área, diferente daquela em que estavam anteriormente; as paredes eram lisas e concretadas, mas no alto havia várias estalactites pendendo a apenas cinco metros de suas cabeças. A tochas deu luz a um enxame de morcegos, cujas asas se agitavam freneticamente com a perturbação. Os homens, debatendo-se para se proteger, viram os pequenos mamíferos alados passarem indiferentes por… - Capítulo
Capítulo 38 - Pedras do juramento
— Toda ação de caça consiste em três partes, ou atos, como preferir... — disse Hassan, pegando um graveto do chão e começando a desenhar na terra seca. — A primeira parte se chama conhecimento topográfico. — Ele desenhou um lago cercado por elevações. — Toda essa área ao redor do lago é formada por planaltos antigos e, como pode ver — levantou a cabeça, olhando a paisagem ao redor —, a vegetação é baixa. Sabe o que isso significa? O garoto acenou positivamente em… - Capítulo
Capítulo 30 - Caçar requer classe
Inevitavelmente, ninguém pode ser bom o tempo todo, assim como também é impossível ser racional o tempo inteiro. Todo homem tem uma máxima que permeia todos os cantos de sua vida, guiando-o desde sua vida amorosa até outras partes do que o forma. Uma máxima inegável: “este mundo definitivamente não foi feito para pessoas boas, pelo menos não para aqueles que se esforçam em ser o tempo todo”. O cerne da questão era de que ser bom, onde apenas poucos indivíduos a praticavam, não traria… - No lado de fora onde estava hospedada Yasmin, o vento forte matinal insistia em bater contra as janelas. O pequeno quarto de paredes descamadas, iluminado apenas pela luz fraca de uma lâmpada vacilante, parecia mais vazio do que nunca. Yasmin levantou-se, lançando o lençol que a cobria no chão, fechou a janela, como se quisesse sufocar a última brisa de vida que restava, e sentou-se à pequena mesa coberta de folhas de papel amassados espalhadas também pelo chão. 3 de março de 1747 do…
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Capítulo 10 - Venda de Humanos
A chuva persistente, finalmente, estava dando uma pequena trégua. Os passos enlameados de Heitor chegaram, até o comerciante gordo, acompanhado dele, estava Norman. A conversa começou com o comerciante, dono de um semblante sádico que rivalizava com as piores histórias que Norman já havia lido. Seu olhar, por trás da cortina de chuva, encontrou o do garoto, refletindo uma crueldade compartilhada. — Vejo que estão com problemas com a carruagem, caso queiram posso ajudá-los — disse o homem… - No quarto hospitalar, a luz do pôr do sol atravessava os pequenos buraquinhos das cortinas entreabertas, lançando uma tonalidade dourada sobre o ambiente. O quarto estava em pleno silêncio, exceto pelo som do papel sendo riscado. O garoto despertou lentamente. Seus olhos, ainda pesados do sono e turvos, esforçaram-se para decifrar o ambiente ao seu redor. Conforme a visão se aclimatava, ele dirigiu o olhar para baixo e percebeu os cateteres, que se entrelaçavam em sua pele, e eletrodos no seu…
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Capítulo 32 - Dies Iræ
— Fale-me mais uma vez sobre a rotina do tenente Dave, não… Melhor, eu quero que me conte sobre a família dele — perguntou o psiquiatra. Winston parou de escrever, e pegou a pasta que estava debaixo do braço. Abriu e começou a falar em voz alta: — Margaret Forcut, 34 anos, com 1,68 m de altura e 62 kg. Cabelos castanhos-escuros, caindo em ondas até os ombros, emolduravam um rosto de olhos castanhos-claros. Estado civil: casada. Endereço: Rua das Flores, 123, Bairro Primavera. Descrita… - Anterior 1 … 3 4 5 Próximo
