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Capítulo 76: Quando o Amor Morre...
O vento rebatia no corpo, e desejava trazê-la de volta à realidade; o subconsciente, porém, não via luz alguma em sair das trevas. As pálpebras se cansavam só de pensar em levantar, as grampas grudavam feito cola, e a lembrava que, no fim das contas, o seu destino seria o chão. Ainda que respirasse, não tinha interesse em ouvir o som do próprio pulmão, e mesmo que o coração pulsasse, não haveria reação. E assim, Luna permaneceu entregue ao fracasso. A escuridão não a permitiu…- 215,9 K • Ongoing
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Capítulo 75: Aprovação Divina
O coração pulsava ainda mais rápido do que um relâmpago, e não se satisfazia com isso; influenciava a respiração a ser tão veloz quanto. Os olhos não enxergavam a cor do mundo, tampouco o chão que o permitia ficar de pé. Tudo o que sua atenção desejava era alcançar o alvo de nível divino. Este, por sua vez, observava o jovem à sua frente: caloroso, quase um pequeno sol, no entanto, havia se despedido de tudo para conquistar a força. Arthur começou a fechar os punhos sem um limite…- 215,9 K • Ongoing
As moléculas da dor dançavam na bochecha, e a pisoteavam até que ficasse inchada o suficiente para forçar o escorrer de seu sofrido sangue. Os lábios, abertos em agonia, suspiravam com pressa, indo do peito até o subconsciente, influenciando o movimentar dos ombros cansados. Seu coração estava agitado o suficiente para pulsar cada vez mais rápido. Os dedos, entregando-se à tremedeira da fadiga, davam o máximo de si para fecharem. Sobretudo, o destaque ia aos olhos. Presenciou o…- 215,9 K • Ongoing
Respirar não era mais involuntário; pelo contrário, estava difícil. O pulmão precisava de mais e mais ar a cada segundo que se passava. A mente, antes não pensava em nada, agora questionava tudo. Mesmo com seu ataque mais desesperado, não havia nem sequer um rastro de dano. “É possível vencer…?” Bastou uma semente da dúvida para florescer uma floresta infinita. Os braços cansados mal conseguiam se manter na guarda sem se tremerem. Sua mente não imaginava mais um futuro em que…- 215,9 K • Ongoing
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Capítulo 72: Escuridão Impecável
O impacto foi tão repentino… Até um momento atrás, seu filho esteve diante de seus olhos. Agora, desapareceu em um único toque. Aos seus olhos, deixou de existir. “Filho…?” Seu coração falhava nas batidas. Apertava, quase explodindo em dor, mas isso não acontecia, não por falta de preocupação, e sim porque a alma sabia que ele estava vivo. Ainda que soubesse de sua sobrevivência, também houve a consciência de seu mal-estar. Em algum lugar da floresta, ele estava sofrendo sem…- 215,9 K • Ongoing
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Capítulo 71: Convite ao Fim
O ranger da porta ecoou feito apito. Ao horizonte, disse “Oi”. Também, grudou nos ouvidos dos participantes, e os indicou: esse pode ser o último som que vocês ouviram. Da mesma forma que veio, se foi. Por fim, o click da porta nasceu tão rápido quanto morreu, e, assim, cumpriu seu propósito de transporte. Antes que Luna se virasse, encostou a testa na porta e fechou os olhos lentamente, desejando consigo mesma para que tudo desse certo no final. Logo após, olhou para trás. Todas as…- 215,9 K • Ongoing
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Capítulo 70: Santa Divindade
Chuva, que caía como lágrimas invisíveis, mas sussurravam os gemidos para o mundo. Chuva, mais parecida com tempestade, mas morava no regador. Monótonas feito algo artificial. Servia apenas para cair, e, depois, colidir com algo. O destino? Morrer tão rápido quanto nasceu, apenas com o direito da aceitação. Percebem, leitores, quão curioso isso é? Mortes artificiais, de alguma forma, geraram um ar tão vazio quanto gélido, que, aos olhos humanos, parecia neblina. Caminhava, então, até…- 215,9 K • Ongoing
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Capítulo 69: Vitória Impossível
Puro e, sobretudo, revigorante. Assim era o ar do leste, leve, que tentava enganar quem o respirava, dizendo-lhes aos ouvidos que ele não existia. Dessa forma, circulava-os feito redemoinho, refrescando a pele, apagando as preocupações e desconfortos que nem tiveram a chance de nascer. O ar, que se divertia com o conforto que oferecia aos humanos, também os distraía da cereja do bolo: as pétalas em tom rosado, que caminhavam em elegância. Eram poucas e andavam em grupo; no entanto, a beleza…- 215,9 K • Ongoing
Vermelho feito um diamante escarlate, mas escuro e espesso, como se nada além dessa existência importasse para esse mundo destruído. Também era grudento, com um ciúmes além do imaginável. Seja nas folhas ou nas árvores, ele deve estar presente em todos os lugares que há. Esse era o sangue, tanto nas gramas e até mesmo no céu, com as nuvens vermelhas se negando a sair, enquanto o ar insiste em levá-las embora em seu próprio ritmo. Morfius estava deitado nesse mar vermelho. As…- 215,9 K • Ongoing
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Capítulo 67: Orgulho no Sangue
Respirar, algo tão natural para nosso corpo, que sempre nos esquecemos que isso nos mantém vivos, tampouco sentimos o ar escalar o peito. Agora, tornou-se o sinal mais luminoso de vida; entretanto, instável feito energia em tempestade, e tão rápido quanto um carro de corrida. Antes, confortável. Atualmente, quente e abafado, como se tivesse engolido água quente, mas não havia nada de temperatura elevada em sua garganta. O suor acompanha o ritmo, escorregando no rosto feito crianças…- 215,9 K • Ongoing
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