2 Resultados com o personagem “Brasas do Mar Profundo”
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Capítulo 345: Alojamento
O "Andorinha do Mar" parou. Quando o terrível atacante parou, ele já havia sido reduzido a uma pilha de destroços sob o bombardeio contínuo. A estrutura original do navio já não existia, e não era possível encontrar nem um pedaço completo de convés ou destroços de construção. O casco despedaçado e o material interno espalharam-se pelo mar como se tivessem sido derramados. Entre os destroços flutuava uma lama negra que se espalhava lentamente. Chamas que ainda não haviam se extinguido…- 1,1 M • Ongoing
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Capítulo 344: Interceptação
"Afundem-no." Os olhos de Agatha estavam fixos no navio que se aproximava no mar, seu tom tão frio quanto gelo e neve. Um oficial subalterno ao lado ficou um pouco atônito, como se não pudesse acreditar no que ouvia: "O que a senhora disse?" "Afundem-no", Agatha não respondeu ao pequeno oficial, apenas se virou para o Coronel Liszt e repetiu. "Aquilo é o 'atacante', uma enorme fonte de contaminação. Não sei o que é, mas definitivamente não é o Andorinha do Mar." Nesse ponto, ela fez…- 1,1 M • Ongoing
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Capítulo 343: "Retornando ao Porto"
No distrito de administração militar do porto leste de Geada, muitas pessoas não dormiam a noite toda. Já se passaram mais de vinte e quatro horas desde que o Andorinha do Mar perdeu contato, e mesmo os chamados psiônicos da igreja do porto para o sacerdote a bordo do navio não recebiam resposta. As poucas pistas ou vestígios apontavam para uma possibilidade terrível. No escritório do porto, um homem de meia-idade com cabelo ralo, vestindo o uniforme de comandante da marinha de Geada,…- 1,1 M • Ongoing
- Enquanto Duncan e Alice iam ao cemitério, Morris e Vanna não ficaram parados. Eles foram cedo ao "Centro de Ajuda ao Cidadão", na parte sul do Distrito Superior, para cumprir uma tarefa que Duncan lhes dera: Encontrar um lugar estável e legal para ficar na cidade-estado de Geada e, se possível, obter uma ou duas identidades que pudessem ser usadas publicamente. Afinal, eles poderiam ficar ativos nesta cidade por um bom tempo e não podiam viver se escondendo como aqueles…
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- As palavras da Guardiã do Portão continham um poder imenso. Acompanhada pelo eco de trovão da sua bengala de estanho batendo no chão, sua voz se espalhou em camadas por aquela profundidade caótica e desconhecida do Plano Espiritual. Em um instante, os "sussurradores" invisíveis no quarto silenciaram novamente, e o mundo inteiro mergulhou em uma quietude temporária. Poucos segundos depois, um rugido grave veio da distância — como se um corpo enorme estivesse se aproximando com passos…
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- A cabana do guarda ficou em silêncio. Uma quietude estranha, quase congelada, preenchia o ar. O Velho Guarda teve até a ilusão de que o próprio altar na escrivaninha — a chama da vela, a fumaça do incenso e a leve força espiritual que permeava o ar — havia se solidificado por um breve momento. 'Foi uma ilusão?' O velho ergueu a cabeça, confuso. Viu as chamas do castiçal tremeluzirem, mas parecia que só começaram a se mover no instante em que ele olhou. Ele encarou as chamas pálidas…
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Capítulo 34: Colheita
Duncan foi abruptamente retirado de seu devaneio semiconsciente pelo alto estrondo das ondas, trazendo-o de volta à realidade. Seus olhos se abriram num instante, deixando para trás os fragmentos de seu mundo onírico cativante, que agora desapareciam em ecos tênues. Ele ainda guardava uma lembrança vívida de peixes com corpos prateados deslizando pelo ar, desafiando a gravidade e a água ao mesmo tempo. O sabor tentador deles permanecia em sua língua, mas os detalhes de suas aparências escapavam de…- 1,1 M • Ongoing
- O visitante partiu, tão subitamente quanto chegou. O Velho Guarda do cemitério ficou um pouco atordoado. Ele olhou para a direção onde a chama se dissipou, mas sua mente ainda remoía as muitas informações reveladas na breve conversa. Foi só quando Anne, ao seu lado, puxou sua manga que o velho despertou de repente. Ele abaixou a cabeça e viu Anne olhando para ele com inquietação. Nos olhos da menina, além de desamparo, havia nervosismo e confusão. Talvez ela já entendesse a vida e a…
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Capítulo 338: Que Coincidência
Anne não sabia o que estava acontecendo. Ela mal teve tempo de ver dois estranhos parados no portão do cemitério antes de sua visão ser bloqueada pelo corpo ligeiramente curvado do Velho Guarda, e a voz um pouco nervosa do velho chegou a seus ouvidos: "Criança, não olhe para lá." A garotinha ficou um pouco nervosa: "Vovô Guarda, o que foi?" "Não se mexa, não fale, está tudo bem", disse o velho em voz baixa, enquanto seu olhar permanecia na figura robusta. Uma de suas mãos estava ao seu…- 1,1 M • Ongoing
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Capítulo 337: Os Convidados
O Velho Guarda do cemitério não gostava de dias em que a neve caía sem parar. Não apenas porque o tempo frio fazia suas articulações já sobrecarregadas doerem, mas também porque dias de neve sempre o lembravam de coisas de muito tempo atrás. Coisas não muito boas. Como a rebelião de cinquenta anos atrás, o desastre do congelamento de trinta anos atrás, o grande colapso do distrito sul dezessete anos atrás... Nevar tanto assim nunca era um bom sinal. O velho esfregou as mãos e olhou…- 1,1 M • Ongoing
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