93 Resultados com o aviso “Mutilação de Cadáver”
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Capítulo 17 - Sem Volta, Sem Medo
Dois dias antes. Derek avançava em sua busca incessante por mortos-vivos especiais. A cidade em ruínas permanecia impassível sob o sol escaldante, mas ele não sentia o calor em sua pele morta. O vento cortante soprava entre os prédios abandonados, erguendo poeira e folhas secas que se acumulavam nos cantos das ruas esquecidas pelo tempo. Um silêncio opressivo dominava o ambiente, interrompido apenas pelo som inquietante do vento e pelos ocasionais grunhidos dos mortos-vivos. A…- 57,8 K • Ongoing
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Capítulo 12 - Banquete Macabro
Com o passar dos dias, a horda se rarefez. Restos de mortos-vivos ainda avançavam rumo ao leste da cidade, mas outros, perdidos, cambaleavam sem rumo pelas ruas desertas. A passagem se abriu diante de Derek, permitindo-lhe avançar com passos mais leves. O silêncio após os disparos trouxe-lhe um alívio estranho, suspendido a ameaça de morte. Ao chegar perto de um dos prédios gêmeos, Derek viu um dos snipers caído entre uma pilha de mortos-vivos e vidro. Olhando para cima, logo teve uma ideia…- 57,8 K • Ongoing
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Capítulo 11 - Chamas da Libertação
Dois anos antes do apocalipse. Em um dia comum na escola. A sala de aula estava silenciosa, sem professor ou alunos, exceto por quatro alunos. No fundo da sala, o riso de três cruéis alunos começou a ecoar, eles estavam fazendo um outro aluno de cadeira. O jovem se mantinha com os braços trêmulos e uma expressão de medo e suor no rosto. Os valentões riam contando suas histórias enquanto fingiam que o jovem era uma cadeira. De repente, Derek abriu a porta da sala de aula com bravura e…- 57,8 K • Ongoing
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Capítulo 4 - Aquele Ser
Conforme o sol subia, e o calor aumentava, Derek estava se sentindo estranho. Uma tontura junto da sua visão turva, o calor estava assando seu cérebro. Diferente dos outros mortos vivos que não tinham consciência de nada, Derek resolveu se abrigar na sombra de uma árvore que estava na calçada da rua. Ele ainda permanecia confuso com tudo que vinha acontecendo, ele queria entender como esse novo corpo funcionava. Com o sol se escondendo atrás das nuvens, Derek se juntou aos outros mortos…- 57,8 K • Ongoing
"Argh... ARGHHH! RAAAGHHHH!" Brangara berrou de dor enquanto seu sangue era extraído em grandes quantidades. Um tubo foi inserido em sua boca enquanto a polpa esmagada de Fruta Parute era inserida constantemente. Ao seu lado estava Undrakha, controlando seu corpo. Como Brangara havia aprendido a Arte Óssea Mística, Undrakha a estava controlando agora, ativando-a contra a vontade de Brangara enquanto a Arte Óssea Mística digeria a polpa da Fruta Parute e regenerava rapidamente seu sangue…- 222,7 K • Ongoing
A cada poucas horas, ele captava a voz da pequena Gannala. Pelo tom do choro, era uma demonstração de dor, o que preocupou o Rei Javali. 'Não! Eu deveria ser o único a matá-la! Não qualquer um desses outros lixos!' Ele acelerou o passo, correndo mais rápido. De tempos em tempos, o Rei Javali Empíreo devorava algumas Bestas Prânicas, repondo Prana dessa forma. As Bestas Prânicas visadas nem sabiam o que as atingiu. Em um momento, estavam em seus territórios. No outro, estavam sendo…- 222,7 K • Ongoing
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Capítulo 119: Fazendo um Foguete?
À medida que o Prana no sangue é consumido, o Recipiente Espiritual injeta mais. Levaria algum tempo para que o novo sangue transportando Prana circulasse por todo o corpo. Isso significava que havia um limite na quantidade de Prana que um cultivador ou Besta Prânica poderia usar para ativar sua Natureza Primária. Eles não podiam simplesmente usar todas as suas reservas de Prana para um único ataque massivo. A Habilidade de Sangue de Prana alcançava exatamente isso. Ao fundir o Recipiente…- 222,7 K • Ongoing
"Com cuidado." Disse Inala enquanto pegava cuidadosamente a pequena Gannala de Asaeya. Ela estava exausta, tendo que cuidar constantemente das necessidades da pequena Gannala.((Coitadinha, virou mãe de primeira viagem na marra, jkkk)) A bebê era uma Presa Empírea, apesar de sua aparência humana. Como resultado, seu apetite era voraz. Claro, seus dejetos eram igualmente aterrorizantes. Assim que Asaeya saiu da maior Bomba de Prana pela entrada que havia sido rachada, Inala fechou a passagem, com a…- 222,7 K • Ongoing
A propulsão gerada pelo par de pulmões que formavam o foguete era, em essência, uma vigorosa expulsão de ar. Todas as Presas Empíreas faziam o mesmo usando suas trombas. Não era nada de especial. Se Inala repetisse o mesmo agora, o veículo apenas se moveria pelo chão. Não parecia haver uma restrição na tecnologia em si, pelo menos não uma aplicada através de Naturezas — como Inala havia feito aqui. Talvez houvesse uma restrição em tecnologia criada puramente do zero que não se…- 222,7 K • Ongoing
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Capítulo 120: Voar é Proibido
Revertendo para sua forma masculina, Inala inseriu uma Bomba de Prana — cheia de Prana — na boca do foguete. A boca do foguete era parte da Arma Espiritual feita usando sua própria boca. Portanto, podia triturar a Bomba de Prana e fazer o fluido de dentro vazar. Seu interior era basicamente feito de seu sistema digestivo. Assim, o fluido logo foi transformado em Prana, que foi absorvido pelo par de pulmões na parte de trás. Através do bocal, os dois pulmões começaram gradualmente a sugar o…- 222,7 K • Ongoing
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